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Economia

Projeto promove capacitação e capital semente para mulheres de baixa renda no Rio

O Instituto da Providência mantém, desde 2022, o projeto Mulher Potência Empreendedora, que oferece cursos de gastronomia, moda e beleza a moradoras da zona oeste do Rio de Janeiro com renda familiar per capita abaixo da linha da pobreza extrema. Além da formação profissional, cada participante recebe capital semente de R$ 1,5 mil para impulsionar […]

15/12/2025 · 18h58
Projeto promove capacitação e capital semente para mulheres de baixa renda no Rio

O Instituto da Providência mantém, desde 2022, o projeto Mulher Potência Empreendedora, que oferece cursos de gastronomia, moda e beleza a moradoras da zona oeste do Rio de Janeiro com renda familiar per capita abaixo da linha da pobreza extrema. Além da formação profissional, cada participante recebe capital semente de R$ 1,5 mil para impulsionar o próprio negócio.

Dados levantados pela organização em 2024 indicam que 80% das beneficiárias são chefes de família, 76% têm mais de 30 anos, 79% se autodeclaram negras ou pardas e 54% não concluíram o ensino médio. Até o momento, o programa já impactou mais de 1,7 mil mulheres, resultando na criação de 684 novos empreendimentos e na concessão de 364 apoios financeiros para capital de giro.

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Histórias de transformação

Entre as participantes está Bruna Mariano, que chegou ao projeto sem renda própria e morando de favor na casa da irmã. Após a capacitação, abriu um salão especializado em tranças, tornou-se instrutora na área e conseguiu comprar a própria casa. “Tudo que conquistei foi através do instituto e das pessoas que fazem esse projeto se tornar real”, afirma.

Cristina Gomes também viu a vida mudar depois do curso de moda. Com o marido desempregado e dois filhos, ela dependia de programas de assistência social. Hoje, administra uma marca de bolsas e acessórios sustentáveis. “Toda minha renda familiar vem do que faço; jamais terei como pagar o Instituto da Providência pela mão amiga”, diz.

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Além da formação técnica

A diretora executiva do Instituto da Providência, Maria Garibaldi, explica que o trabalho inclui mentoria socioemocional para enfrentar vulnerabilidades que vão além da falta de renda. “Lidamos com mulheres que sofrem violência doméstica. A autonomia financeira empodera a mulher”, ressalta.

O projeto atende mulheres de 18 a 60 anos, residentes em áreas de vulnerabilidade social, e segue expandindo o número de empreendedoras apoiadas na capital fluminense.

Com informações de Agência Brasil

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O Instituto da Providência mantém, desde 2022, o projeto Mulher Potência Empreendedora, que oferece cursos de gastronomia, moda e beleza a moradoras da zona oeste do Rio de Janeiro com renda familiar per capita abaixo da linha da pobreza extrema. Além da formação profissional, cada participante recebe capital semente de R$ 1,5 mil para impulsionar o próprio negócio.

Dados levantados pela organização em 2024 indicam que 80% das beneficiárias são chefes de família, 76% têm mais de 30 anos, 79% se autodeclaram negras ou pardas e 54% não concluíram o ensino médio. Até o momento, o programa já impactou mais de 1,7 mil mulheres, resultando na criação de 684 novos empreendimentos e na concessão de 364 apoios financeiros para capital de giro.

Histórias de transformação

Entre as participantes está Bruna Mariano, que chegou ao projeto sem renda própria e morando de favor na casa da irmã. Após a capacitação, abriu um salão especializado em tranças, tornou-se instrutora na área e conseguiu comprar a própria casa. “Tudo que conquistei foi através do instituto e das pessoas que fazem esse projeto se tornar real”, afirma.

Cristina Gomes também viu a vida mudar depois do curso de moda. Com o marido desempregado e dois filhos, ela dependia de programas de assistência social. Hoje, administra uma marca de bolsas e acessórios sustentáveis. “Toda minha renda familiar vem do que faço; jamais terei como pagar o Instituto da Providência pela mão amiga”, diz.

Além da formação técnica

A diretora executiva do Instituto da Providência, Maria Garibaldi, explica que o trabalho inclui mentoria socioemocional para enfrentar vulnerabilidades que vão além da falta de renda. “Lidamos com mulheres que sofrem violência doméstica. A autonomia financeira empodera a mulher”, ressalta.

O projeto atende mulheres de 18 a 60 anos, residentes em áreas de vulnerabilidade social, e segue expandindo o número de empreendedoras apoiadas na capital fluminense.

Com informações de Agência Brasil

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