Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Saúde

Sergipe fecha 2025 com maior aproveitamento de órgãos doados, apesar de queda no número de doadores

Sergipe encerrou 2025 registrando quatro doações de múltiplos órgãos nos últimos dias do ano, realizadas no Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), no Hospital da Unimed e no Hospital e Maternidade Santa Isabel. Rin​s, fígados, córneas e um coração foram captados e destinados a pacientes que aguardavam transplante. Ao longo de […]

01/01/2026 · 12h05
Sergipe fecha 2025 com maior aproveitamento de órgãos doados, apesar de queda no número de doadores

Sergipe encerrou 2025 registrando quatro doações de múltiplos órgãos nos últimos dias do ano, realizadas no Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), no Hospital da Unimed e no Hospital e Maternidade Santa Isabel. Rin​s, fígados, córneas e um coração foram captados e destinados a pacientes que aguardavam transplante.

Ao longo de 2025, o estado contabilizou 54 doadores de órgãos, número 5% menor que o registrado em 2024. Mesmo assim, o aproveitamento dos órgãos aumentou após o fortalecimento de protocolos e maior integração das equipes de saúde, aliados à decisão das famílias que autorizaram as doações.

Publicidade

Números em destaque

No comparativo com 2024, houve crescimento na captação de:

  • corações: de 4 para 6 unidades (+50%);
  • rin​s: de 56 para 65 unidades (+16%);
  • fígados: de 22 para 29 unidades (+30%);
  • córneas: 248 doações em 2025, aumento de 9,25% sobre o ano anterior.

Para Darcyana Costa, coordenadora da Organização de Procura de Órgãos de Sergipe (OPO/SE), a atitude das famílias foi determinante. “Mesmo diante de uma dor imensurável, essas famílias encontraram força para dizer sim à doação”, afirmou.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Benito Fernandez, coordenador da Central Estadual de Transplantes (CET), também agradeceu o gesto de solidariedade: “Graças ao apoio dos profissionais de saúde e à generosidade dos doadores, muitas pessoas tiveram nova oportunidade de viver”.

Como manifestar o desejo de doar

A legislação brasileira exige autorização de cônjuge ou parentes de até segundo grau para efetivar a doação. Por isso, especialistas reforçam a importância de comunicar a decisão em vida aos familiares. O protocolo começa com a identificação de pacientes em estado neurocrítico, em coma Glasgow 03. Confirmada a morte encefálica, a OPO inicia o processo de captação, sempre respeitando a vontade da família.

As autoridades de saúde reforçam que qualquer pessoa pode precisar ou oferecer um transplante, e que informar o desejo de doar é o passo fundamental para salvar vidas.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Sergipe encerrou 2025 registrando quatro doações de múltiplos órgãos nos últimos dias do ano, realizadas no Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), no Hospital da Unimed e no Hospital e Maternidade Santa Isabel. Rin​s, fígados, córneas e um coração foram captados e destinados a pacientes que aguardavam transplante.

Ao longo de 2025, o estado contabilizou 54 doadores de órgãos, número 5% menor que o registrado em 2024. Mesmo assim, o aproveitamento dos órgãos aumentou após o fortalecimento de protocolos e maior integração das equipes de saúde, aliados à decisão das famílias que autorizaram as doações.

Números em destaque

No comparativo com 2024, houve crescimento na captação de:

  • corações: de 4 para 6 unidades (+50%);
  • rin​s: de 56 para 65 unidades (+16%);
  • fígados: de 22 para 29 unidades (+30%);
  • córneas: 248 doações em 2025, aumento de 9,25% sobre o ano anterior.

Para Darcyana Costa, coordenadora da Organização de Procura de Órgãos de Sergipe (OPO/SE), a atitude das famílias foi determinante. “Mesmo diante de uma dor imensurável, essas famílias encontraram força para dizer sim à doação”, afirmou.

Benito Fernandez, coordenador da Central Estadual de Transplantes (CET), também agradeceu o gesto de solidariedade: “Graças ao apoio dos profissionais de saúde e à generosidade dos doadores, muitas pessoas tiveram nova oportunidade de viver”.

Como manifestar o desejo de doar

A legislação brasileira exige autorização de cônjuge ou parentes de até segundo grau para efetivar a doação. Por isso, especialistas reforçam a importância de comunicar a decisão em vida aos familiares. O protocolo começa com a identificação de pacientes em estado neurocrítico, em coma Glasgow 03. Confirmada a morte encefálica, a OPO inicia o processo de captação, sempre respeitando a vontade da família.

As autoridades de saúde reforçam que qualquer pessoa pode precisar ou oferecer um transplante, e que informar o desejo de doar é o passo fundamental para salvar vidas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA