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Saúde

Governo de SP reforça vacinação contra febre amarela no Grande ABC

O governo de São Paulo anunciou um reforço na campanha de vacinação contra a febre amarela na região do Grande ABC, após a confirmação da morte de...

27/05/2026 · 22h44
Governo de SP reforça vacinação contra febre amarela no Grande ABC

O governo de São Paulo anunciou um reforço na campanha de vacinação contra a febre amarela na região do Grande ABC, após a confirmação da morte de um primata não humano em Santo André.

A medida abrange os sete municípios que compõem o Grande ABC, área situada na região metropolitana de São Paulo. A secretaria estadual de Saúde informou que, até o momento, o estado registra nove casos humanos da doença, dos quais cinco resultaram em óbito.

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Segundo a secretaria, a detecção do vírus em primatas indica risco de transmissão em áreas de mata, parques, unidades de conservação e trechos próximos a corredores ecológicos, o que motivou a ampliação da orientação vacinal na região.

Em Santo André, a vacina passou a ser recomendada para crianças a partir de seis meses de idade. Para crianças entre seis e oito meses está prevista a administração da chamada “dose zero”. Idosos com 60 anos ou mais, gestantes e mulheres que estejam amamentando bebês de até seis meses também podem ser vacinados, desde que haja avaliação médica prévia.

Nas demais cidades do Grande ABC — São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra — a recomendação vigente permanece voltada a pessoas que frequentam áreas de risco ou que não completaram o ciclo de imunização. Nesses municípios, a vacinação é indicada a partir dos nove meses de idade.

A secretaria estadual reforçou ainda que quem recebeu a vacina fracionada em 2018, ano do último surto no estado, deverá receber agora uma nova dose integral.

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Febre amarela

A febre amarela é uma doença transmitida por mosquitos em áreas silvestres. Não há transmissão direta entre pessoas, nem entre primatas não humanos e seres humanos. O Brasil não registra casos de febre amarela em área urbana desde 1942.

As autoridades de saúde acompanham a situação e mantêm recomendações de vacinação conforme a avaliação do risco em cada localidade.

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Com informações de Agência Brasil

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O governo de São Paulo anunciou um reforço na campanha de vacinação contra a febre amarela na região do Grande ABC, após a confirmação da morte de um primata não humano em Santo André.

A medida abrange os sete municípios que compõem o Grande ABC, área situada na região metropolitana de São Paulo. A secretaria estadual de Saúde informou que, até o momento, o estado registra nove casos humanos da doença, dos quais cinco resultaram em óbito.

Segundo a secretaria, a detecção do vírus em primatas indica risco de transmissão em áreas de mata, parques, unidades de conservação e trechos próximos a corredores ecológicos, o que motivou a ampliação da orientação vacinal na região.

Em Santo André, a vacina passou a ser recomendada para crianças a partir de seis meses de idade. Para crianças entre seis e oito meses está prevista a administração da chamada “dose zero”. Idosos com 60 anos ou mais, gestantes e mulheres que estejam amamentando bebês de até seis meses também podem ser vacinados, desde que haja avaliação médica prévia.

Nas demais cidades do Grande ABC — São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra — a recomendação vigente permanece voltada a pessoas que frequentam áreas de risco ou que não completaram o ciclo de imunização. Nesses municípios, a vacinação é indicada a partir dos nove meses de idade.

A secretaria estadual reforçou ainda que quem recebeu a vacina fracionada em 2018, ano do último surto no estado, deverá receber agora uma nova dose integral.

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Febre amarela

A febre amarela é uma doença transmitida por mosquitos em áreas silvestres. Não há transmissão direta entre pessoas, nem entre primatas não humanos e seres humanos. O Brasil não registra casos de febre amarela em área urbana desde 1942.

As autoridades de saúde acompanham a situação e mantêm recomendações de vacinação conforme a avaliação do risco em cada localidade.

Com informações de Agência Brasil

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