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Sobe para 80 o número de mortos na captura de Maduro; 32 eram militares cubanos

Jornal The New York Times revela que o “escudo” de inteligência de Havana foi dizimado durante o ataque dos EUA. Balanço inclui civis e forças de segurança venezuelanas. Leia também Ataque com drones fecha oleoduto na Arábia Saudita; Iraque afasta comandante A operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro, no […]

04/01/2026 · 23h02 · Atualizado às 19h16
Sobe para 80 o número de mortos na captura de Maduro; 32 eram militares cubanos

Jornal The New York Times revela que o “escudo” de inteligência de Havana foi dizimado durante o ataque dos EUA. Balanço inclui civis e forças de segurança venezuelanas.

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A operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro, no último sábado (3), deixou um rastro de sangue maior do que o inicialmente estimado. Segundo reportagem publicada neste domingo (4) pelo jornal The New York Times, o número de mortos nos confrontos em Caracas subiu exponencialmente para 80 pessoas.

Entre as vítimas fatais, um dado chama a atenção e promete elevar a tensão geopolítica: 32 dos mortos eram militares ou agentes de inteligência cubanos.

O “Porto Seguro” Caiu

Cuba, histórica aliada do chavismo, atuava como o principal pilar de sustentação da segurança pessoal e da inteligência de Maduro. O contingente cubano formava o chamado “anel de ferro” ao redor do ditador, sendo responsável por detectar ameaças e coordenar a defesa presidencial.

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A morte de 32 agentes indica que a força de elite cubana tentou resistir à investida norte-americana e foi duramente combatida. A presença desses militares confirma o papel de Havana como “porto seguro” na defesa do regime venezuelano até o último momento.

Civis entre as Vítimas

O New York Times destaca ainda que a operação não foi cirúrgica a ponto de evitar danos colaterais. O total de 80 mortos engloba, além dos cubanos e da guarda venezuelana leal a Maduro, civis que estavam nas imediações dos pontos bombardeados e das áreas de confronto terrestre na capital.

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Até o momento, nem o governo de Cuba nem o Departamento de Defesa dos EUA confirmaram oficialmente a identidade de todas as vítimas, mas a revelação do jornal norte-americano expõe a intensidade dos combates travados em solo venezuelano.

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Jornal The New York Times revela que o “escudo” de inteligência de Havana foi dizimado durante o ataque dos EUA. Balanço inclui civis e forças de segurança venezuelanas.

A operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro, no último sábado (3), deixou um rastro de sangue maior do que o inicialmente estimado. Segundo reportagem publicada neste domingo (4) pelo jornal The New York Times, o número de mortos nos confrontos em Caracas subiu exponencialmente para 80 pessoas.

Entre as vítimas fatais, um dado chama a atenção e promete elevar a tensão geopolítica: 32 dos mortos eram militares ou agentes de inteligência cubanos.

O “Porto Seguro” Caiu

Cuba, histórica aliada do chavismo, atuava como o principal pilar de sustentação da segurança pessoal e da inteligência de Maduro. O contingente cubano formava o chamado “anel de ferro” ao redor do ditador, sendo responsável por detectar ameaças e coordenar a defesa presidencial.

A morte de 32 agentes indica que a força de elite cubana tentou resistir à investida norte-americana e foi duramente combatida. A presença desses militares confirma o papel de Havana como “porto seguro” na defesa do regime venezuelano até o último momento.

Civis entre as Vítimas

O New York Times destaca ainda que a operação não foi cirúrgica a ponto de evitar danos colaterais. O total de 80 mortos engloba, além dos cubanos e da guarda venezuelana leal a Maduro, civis que estavam nas imediações dos pontos bombardeados e das áreas de confronto terrestre na capital.

Até o momento, nem o governo de Cuba nem o Departamento de Defesa dos EUA confirmaram oficialmente a identidade de todas as vítimas, mas a revelação do jornal norte-americano expõe a intensidade dos combates travados em solo venezuelano.

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