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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Após prisão de Maduro, governo interino venezuelano busca diálogo com os EUA

A presidente em exercício da Venezuela, Delcy Rodríguez, divulgou neste domingo (4) uma carta aberta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendendo o diálogo diplomático, o fim das hostilidades e a construção de uma agenda de cooperação bilateral. A iniciativa ocorre menos de 24 horas após a captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas, em uma operação militar que elevou drasticamente a tensão entre os dois países.

05/01/2026 · 00h40
Após prisão de Maduro, governo interino venezuelano busca diálogo com os EUA

Delcy Rodríguez envia carta a Trump pedindo cooperação e paz em meio à escalada militar

A presidente em exercício da Venezuela, Delcy Rodríguez, divulgou neste domingo (4) uma carta aberta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendendo o diálogo diplomático, o fim das hostilidades e a construção de uma agenda de cooperação bilateral. A iniciativa ocorre menos de 24 horas após a captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas, em uma operação militar que elevou drasticamente a tensão entre os dois países.

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Reconhecida pelo alto comando militar venezuelano após a retirada forçada de Maduro do poder, Delcy afirmou que o país “aspira viver sem ameaças externas” e fez um apelo direto à Casa Branca para evitar um conflito armado. Em tom conciliador, a dirigente destacou que a Venezuela busca relações internacionais baseadas na não ingerência, no respeito à soberania e na convivência pacífica.

A carta foi divulgada em um contexto extremamente sensível. Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados aos Estados Unidos, onde devem comparecer ao Tribunal Distrital Federal de Manhattan para responder a acusações criminais. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, confirmou que a prisão foi conduzida por agentes dos EUA e reforçou que Washington pretende pressionar Caracas por meio do bloqueio do petróleo, sem assumir o controle direto do país.

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Além da prisão, ataques militares atingiram bairros de Caracas durante a madrugada de sábado, ampliando o clima de instabilidade. Antes mesmo da divulgação da carta, Trump havia endurecido o discurso contra a nova liderança venezuelana, ameaçando impor um “preço muito alto” caso o governo interino não colaborasse com as exigências americanas.

Na contramão da retórica agressiva, Delcy Rodríguez tenta abrir um canal diplomático para garantir a sobrevivência institucional do governo interino e preservar a soberania nacional. Em um dos trechos mais simbólicos da carta, ela afirma sonhar com uma Venezuela forte, unida e em paz, onde os cidadãos possam se reencontrar longe da guerra e das sanções.

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Delcy Rodríguez envia carta a Trump pedindo cooperação e paz em meio à escalada militar

A presidente em exercício da Venezuela, Delcy Rodríguez, divulgou neste domingo (4) uma carta aberta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendendo o diálogo diplomático, o fim das hostilidades e a construção de uma agenda de cooperação bilateral. A iniciativa ocorre menos de 24 horas após a captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas, em uma operação militar que elevou drasticamente a tensão entre os dois países.

Reconhecida pelo alto comando militar venezuelano após a retirada forçada de Maduro do poder, Delcy afirmou que o país “aspira viver sem ameaças externas” e fez um apelo direto à Casa Branca para evitar um conflito armado. Em tom conciliador, a dirigente destacou que a Venezuela busca relações internacionais baseadas na não ingerência, no respeito à soberania e na convivência pacífica.

A carta foi divulgada em um contexto extremamente sensível. Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados aos Estados Unidos, onde devem comparecer ao Tribunal Distrital Federal de Manhattan para responder a acusações criminais. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, confirmou que a prisão foi conduzida por agentes dos EUA e reforçou que Washington pretende pressionar Caracas por meio do bloqueio do petróleo, sem assumir o controle direto do país.

Além da prisão, ataques militares atingiram bairros de Caracas durante a madrugada de sábado, ampliando o clima de instabilidade. Antes mesmo da divulgação da carta, Trump havia endurecido o discurso contra a nova liderança venezuelana, ameaçando impor um “preço muito alto” caso o governo interino não colaborasse com as exigências americanas.

Na contramão da retórica agressiva, Delcy Rodríguez tenta abrir um canal diplomático para garantir a sobrevivência institucional do governo interino e preservar a soberania nacional. Em um dos trechos mais simbólicos da carta, ela afirma sonhar com uma Venezuela forte, unida e em paz, onde os cidadãos possam se reencontrar longe da guerra e das sanções.

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