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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Política

Clima esquenta e troca de ofensas marca embate entre Anderson de Zé das Canas e Valmir de Francisquinho

A temperatura da política sergipana atingiu níveis máximos nesta terça-feira (13). O que era para ser um debate de ideias se transformou em uma troca de farpas pessoais entre o ex-prefeito de Frei Paulo e pré-candidato a deputado federal, Anderson de Zé das Canas, e o prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho.

14/01/2026 · 10h07 · Atualizado às 18h36
Clima esquenta e troca de ofensas marca embate entre Anderson de Zé das Canas e Valmir de Francisquinho

Discussão em rádio da capital envolveu críticas ao uso de chapéu de couro, acusações de autoritarismo e alfinetadas sobre inelegibilidade.

A temperatura da política sergipana atingiu níveis máximos nesta terça-feira (13). O que era para ser um debate de ideias se transformou em uma troca de farpas pessoais entre o ex-prefeito de Frei Paulo e pré-candidato a deputado federal, Anderson de Zé das Canas, e o prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho.

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A entrevista, concedida a uma emissora de rádio de Aracaju, escancarou a rivalidade e antecipou o tom bélico que deve marcar as eleições de 2026.

A Polêmica do Chapéu

O estopim da confusão foi um comentário de Valmir sobre a indumentária do adversário. O prefeito de Itabaiana afirmou que o tradicional chapéu de couro usado por Anderson serviria apenas para “enganar a população”.

A resposta veio imediata. Anderson defendeu suas raízes, afirmando que Valmir desconhece a realidade do homem do campo e que o acessório representa sua identidade. “As críticas são sinal de incômodo político”, disparou.

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Acusações Pesadas: “Ditador”

O nível da discussão subiu quando Anderson de Zé das Canas elevou o tom e rotulou Valmir de “ditador”. O pré-candidato comparou o gestor itabaianense a figuras autoritárias internacionais, sugerindo que ele seria intolerante a críticas e opiniões contrárias.

A Tréplica: “Falastrão” e Inelegibilidade

Valmir não deixou barato. Minimizou a relevância política do rival, dizendo que Anderson só ocupou espaços por “falta de opção” do eleitorado e que estaria usando seu nome para ganhar holofotes. O prefeito chamou o adversário de “falastrão”, alegando que ele fala muito, mas apresenta pouco trabalho.

No contra-ataque, Anderson tocou na ferida política de Valmir: a questão jurídica. Ele relembrou a inelegibilidade do prefeito, questionando sua capacidade de estar na disputa. Valmir encerrou com sua característica confiança, afirmando que, se estivesse apto, venceria o adversário nas urnas sem dificuldades.

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O episódio deixa claro que a pré-campanha em Sergipe começou fervendo, com ataques diretos substituindo, por ora, o debate propositivo.

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Discussão em rádio da capital envolveu críticas ao uso de chapéu de couro, acusações de autoritarismo e alfinetadas sobre inelegibilidade.

A temperatura da política sergipana atingiu níveis máximos nesta terça-feira (13). O que era para ser um debate de ideias se transformou em uma troca de farpas pessoais entre o ex-prefeito de Frei Paulo e pré-candidato a deputado federal, Anderson de Zé das Canas, e o prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho.

A entrevista, concedida a uma emissora de rádio de Aracaju, escancarou a rivalidade e antecipou o tom bélico que deve marcar as eleições de 2026.

A Polêmica do Chapéu

O estopim da confusão foi um comentário de Valmir sobre a indumentária do adversário. O prefeito de Itabaiana afirmou que o tradicional chapéu de couro usado por Anderson serviria apenas para “enganar a população”.

A resposta veio imediata. Anderson defendeu suas raízes, afirmando que Valmir desconhece a realidade do homem do campo e que o acessório representa sua identidade. “As críticas são sinal de incômodo político”, disparou.

Acusações Pesadas: “Ditador”

O nível da discussão subiu quando Anderson de Zé das Canas elevou o tom e rotulou Valmir de “ditador”. O pré-candidato comparou o gestor itabaianense a figuras autoritárias internacionais, sugerindo que ele seria intolerante a críticas e opiniões contrárias.

A Tréplica: “Falastrão” e Inelegibilidade

Valmir não deixou barato. Minimizou a relevância política do rival, dizendo que Anderson só ocupou espaços por “falta de opção” do eleitorado e que estaria usando seu nome para ganhar holofotes. O prefeito chamou o adversário de “falastrão”, alegando que ele fala muito, mas apresenta pouco trabalho.

No contra-ataque, Anderson tocou na ferida política de Valmir: a questão jurídica. Ele relembrou a inelegibilidade do prefeito, questionando sua capacidade de estar na disputa. Valmir encerrou com sua característica confiança, afirmando que, se estivesse apto, venceria o adversário nas urnas sem dificuldades.

O episódio deixa claro que a pré-campanha em Sergipe começou fervendo, com ataques diretos substituindo, por ora, o debate propositivo.

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