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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Tragédia

Horror na UTI: Técnicos de enfermagem são presos por assassinatos com injeções de desinfetante e drogas letais no DF

O grupo é suspeito de matar pelo menos três pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga. O “modus operandi” incluía o uso de contas médicas hackeadas e simulação de reanimação. BRASÍLIA, DF – A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) detalhou nesta semana a prisão de três técnicos de enfermagem suspeitos de formar um grupo criminoso dentro […]

22/01/2026 · 10h51 · Atualizado às 18h25
Horror na UTI: Técnicos de enfermagem são presos por assassinatos com injeções de desinfetante e drogas letais no DF

O grupo é suspeito de matar pelo menos três pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga. O “modus operandi” incluía o uso de contas médicas hackeadas e simulação de reanimação.

BRASÍLIA, DF – A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) detalhou nesta semana a prisão de três técnicos de enfermagem suspeitos de formar um grupo criminoso dentro da UTI do Hospital Anchieta. Segundo as investigações, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo (24), Amanda Rodrigues de Sousa (22) e Marcela Camilly Alves da Silva (28) agiam de forma coordenada para tirar a vida de pacientes sob seus cuidados entre novembro e dezembro de 2025.

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O Plano Criminoso: Invasão de Sistema e Vigilância

O inquérito revela que o grupo não agia por erro médico, mas por intenção deliberada. O técnico Marcos Vinícius é apontado como o executor principal.

Para realizar os crimes, ele utilizava um método sofisticado de fraude:

  1. Acesso Ilegal: Marcos entrava no sistema do hospital usando a conta de um médico (presumidamente após obter a senha de forma ilícita).
  2. Prescrição Falsa: Ele mesmo prescrevia dosagens letais de medicamentos ou substâncias incorretas.
  3. Retirada na Farmácia: Com a prescrição “oficial” no sistema, ele retirava os insumos sem levantar suspeitas.
  4. Execução e Vigilância: Enquanto Marcos aplicava as substâncias — que incluíam desinfetante diretamente na veia —, as técnicas Amanda e Marcela vigiavam a porta do quarto para garantir que ninguém entrasse.

Cena de Horror: Para esconder o crime, quando o paciente entrava em colapso, o grupo iniciava manobras de massagem cardíaca falsas, fingindo que estavam tentando salvar a vida da vítima perante os outros médicos da unidade.

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As Vítimas Confirmadas

A investigação já fechou o cerco sobre três óbitos ocorridos com o mesmo padrão:

  • Miranilde Pereira da Silva (75 anos): Professora aposentada. Recebeu injeções de desinfetante mais de 10 vezes no mesmo dia.
  • João Clemente Pereira (63 anos): Servidor público e supervisor da Caesb.
  • Marcos Raymundo Fernandes Moreira (33 anos): Funcionário dos Correios.

Como foram descobertos?

O Hospital Anchieta detectou a irregularidade por meio de um comitê interno em menos de 20 dias. A equipe estranhou a piora súbita e atípica de pacientes que estavam estáveis. Ao cruzar os dados dos prontuários com as câmeras de segurança, a administração flagrou a conduta dos técnicos e acionou a PCDF.

Diante das imagens, os três suspeitos confessaram a participação nos crimes. O Coren-DF (Conselho Regional de Enfermagem) já solicitou acesso aos autos para cassar o registro profissional dos envolvidos.

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Resumo da Operação Anúbis

SuspeitoIdadeFunção no Crime
Marcos Vinícius24 anosExecutor (Aplicava as substâncias)
Amanda Rodrigues22 anosVigilância e Acobertamento
Marcela Camilly28 anosVigilância e Acobertamento

Status Jurídico: Os três estão em prisão temporária e podem responder por homicídio triplamente qualificado e associação criminosa

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3 min de leitura

O grupo é suspeito de matar pelo menos três pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga. O “modus operandi” incluía o uso de contas médicas hackeadas e simulação de reanimação.

BRASÍLIA, DF – A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) detalhou nesta semana a prisão de três técnicos de enfermagem suspeitos de formar um grupo criminoso dentro da UTI do Hospital Anchieta. Segundo as investigações, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo (24), Amanda Rodrigues de Sousa (22) e Marcela Camilly Alves da Silva (28) agiam de forma coordenada para tirar a vida de pacientes sob seus cuidados entre novembro e dezembro de 2025.

O Plano Criminoso: Invasão de Sistema e Vigilância

O inquérito revela que o grupo não agia por erro médico, mas por intenção deliberada. O técnico Marcos Vinícius é apontado como o executor principal.

Para realizar os crimes, ele utilizava um método sofisticado de fraude:

  1. Acesso Ilegal: Marcos entrava no sistema do hospital usando a conta de um médico (presumidamente após obter a senha de forma ilícita).
  2. Prescrição Falsa: Ele mesmo prescrevia dosagens letais de medicamentos ou substâncias incorretas.
  3. Retirada na Farmácia: Com a prescrição “oficial” no sistema, ele retirava os insumos sem levantar suspeitas.
  4. Execução e Vigilância: Enquanto Marcos aplicava as substâncias — que incluíam desinfetante diretamente na veia —, as técnicas Amanda e Marcela vigiavam a porta do quarto para garantir que ninguém entrasse.

Cena de Horror: Para esconder o crime, quando o paciente entrava em colapso, o grupo iniciava manobras de massagem cardíaca falsas, fingindo que estavam tentando salvar a vida da vítima perante os outros médicos da unidade.


As Vítimas Confirmadas

A investigação já fechou o cerco sobre três óbitos ocorridos com o mesmo padrão:

  • Miranilde Pereira da Silva (75 anos): Professora aposentada. Recebeu injeções de desinfetante mais de 10 vezes no mesmo dia.
  • João Clemente Pereira (63 anos): Servidor público e supervisor da Caesb.
  • Marcos Raymundo Fernandes Moreira (33 anos): Funcionário dos Correios.

Como foram descobertos?

O Hospital Anchieta detectou a irregularidade por meio de um comitê interno em menos de 20 dias. A equipe estranhou a piora súbita e atípica de pacientes que estavam estáveis. Ao cruzar os dados dos prontuários com as câmeras de segurança, a administração flagrou a conduta dos técnicos e acionou a PCDF.

Diante das imagens, os três suspeitos confessaram a participação nos crimes. O Coren-DF (Conselho Regional de Enfermagem) já solicitou acesso aos autos para cassar o registro profissional dos envolvidos.


Resumo da Operação Anúbis

SuspeitoIdadeFunção no Crime
Marcos Vinícius24 anosExecutor (Aplicava as substâncias)
Amanda Rodrigues22 anosVigilância e Acobertamento
Marcela Camilly28 anosVigilância e Acobertamento

Status Jurídico: Os três estão em prisão temporária e podem responder por homicídio triplamente qualificado e associação criminosa

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