Animal era querido por frequentadores da praia. Polícia Civil investiga o crime e busca identificar o autor através de imagens de monitoramento na Barra dos Coqueiros.
O desfecho do caso que mobilizou as redes sociais nesta semana foi o pior possível. O animal, que vivia na região da Atalaia Nova e era cuidado por moradores e comerciantes locais, sucumbiu à gravidade das lesões. O ataque, realizado com arma branca, causou ferimentos profundos que nem mesmo o socorro veterinário especializado foi capaz de reverter.
A Investigação Policial
A Polícia Civil de Sergipe já deu início aos procedimentos para que o crime não fique impune:
- Imagens de Câmeras: Agentes estão recolhendo e analisando imagens de circuitos de segurança de residências e estabelecimentos próximos ao local do ataque para identificar o trajeto do suspeito.
- Testemunhas: Frequentadores da praia e moradores que encontraram o animal ferido estão sendo ouvidos para ajudar a traçar o perfil do agressor.
- Inquérito: O caso é tratado como crime de maus-tratos a animais, com agravante pela morte, conforme a Lei Sansão.
Reação da Comunidade
O sentimento na Atalaia Nova é de luto e medo. Por ser um animal dócil e conhecido por todos, a violência gratuita chocou a comunidade:
- Redes Sociais: Campanhas com a hashtag #JustiçaPelaAtalaia cobram que o responsável seja preso.
- Protetores: Grupos de defesa animal da Barra dos Coqueiros e de Aracaju acompanham o caso de perto e planejam uma mobilização pacífica para cobrar rigor na aplicação da lei.
O que diz a Lei?
Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime.
Pena: Reclusão de 2 a 5 anos, multa e proibição da guarda. No caso de morte do animal (como ocorreu), a pena é aumentada de um sexto a um terço.
Como ajudar?
Se você possui qualquer imagem de câmera de segurança da região da Atalaia Nova gravada nos últimos dias ou presenciou alguma atitude suspeita, denuncie:
- Disque-Denúncia: 181 (Sigilo absoluto)
- Polícia Militar: 190 (Em casos de flagrante)
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