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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Economia

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a valer nesta segunda-feira; veja impactos

A partir desta segunda-feira (2), trabalhadores de todo o país começam a receber o novo salário mínimo de R$ 1.621, referente ao mês de janeiro. O aumento, que equivale a R$ 103 em relação ao ano passado, já aparece no contracheque e reflete a política de valorização do piso nacional.

02/02/2026 · 12h39
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a valer nesta segunda-feira; veja impactos

A partir desta segunda-feira (2), trabalhadores de todo o país começam a receber o novo salário mínimo de R$ 1.621, referente ao mês de janeiro. O aumento, que equivale a R$ 103 em relação ao ano passado, já aparece no contracheque e reflete a política de valorização do piso nacional.

O reajuste de 6,79% foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025 e combina a inflação medida pelo INPC (4,18%) com o crescimento real do PIB (3,4%), respeitando o limite do arcabouço fiscal, que limita o aumento a 2,5% acima da inflação.

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Os aposentados e pensionistas do INSS já começaram a receber o novo valor em 26 de janeiro, com pagamentos que seguem até sexta-feira (6), de acordo com o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador.

Quanto vale o mínimo em 2026

  • Mensal: R$ 1.621
  • Diário: R$ 54,04
  • Hora: R$ 7,37

O novo piso salarial não impacta apenas quem recebe um salário mínimo. Ele serve de referência para aposentadorias, pensões, seguro-desemprego e salário-família. Segundo o Dieese, 61,9 milhões de brasileiros serão beneficiados, e a previsão é que o aumento injete R$ 81,7 bilhões na economia ao longo do ano. Considerando também a isenção do Imposto de Renda, o impacto combinado chega a R$ 110 bilhões, embora a Previdência Social terá um custo adicional de R$ 39,1 bilhões.

INSS e contribuições

  • Benefícios no piso: R$ 1.621 (reajuste de 6,79%)
  • Acima do piso: aumento de 3,9%
  • Teto: R$ 8.475,55

Contribuições para trabalhadores com carteira assinada:

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  • Até R$ 1.621: 7,5%
  • De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9%
  • De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12%
  • De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14%

Autônomos, facultativos e MEI:

  • Plano normal (20%): R$ 324,20
  • Plano simplificado (11%): R$ 178,31
  • Baixa renda (5%): R$ 81,05
  • MEI (5%): R$ 81,05

Benefícios sociais

Seguro-desemprego:

  • Parcela mínima: R$ 1.621
  • Parcela máxima: R$ 2.518,65
  • Reajuste de 3,9% pelo INPC

Salário-família:

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  • R$ 67,54 por dependente
  • Pago a quem recebe até R$ 1.980,38

O aumento do salário mínimo representa mais do que um número no contracheque: é uma referência para milhões de brasileiros e um estímulo importante para a economia em 2026.





Com informações da Agência Brasil

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3 min de leitura

A partir desta segunda-feira (2), trabalhadores de todo o país começam a receber o novo salário mínimo de R$ 1.621, referente ao mês de janeiro. O aumento, que equivale a R$ 103 em relação ao ano passado, já aparece no contracheque e reflete a política de valorização do piso nacional.

O reajuste de 6,79% foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025 e combina a inflação medida pelo INPC (4,18%) com o crescimento real do PIB (3,4%), respeitando o limite do arcabouço fiscal, que limita o aumento a 2,5% acima da inflação.

Os aposentados e pensionistas do INSS já começaram a receber o novo valor em 26 de janeiro, com pagamentos que seguem até sexta-feira (6), de acordo com o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador.

Quanto vale o mínimo em 2026

  • Mensal: R$ 1.621
  • Diário: R$ 54,04
  • Hora: R$ 7,37

O novo piso salarial não impacta apenas quem recebe um salário mínimo. Ele serve de referência para aposentadorias, pensões, seguro-desemprego e salário-família. Segundo o Dieese, 61,9 milhões de brasileiros serão beneficiados, e a previsão é que o aumento injete R$ 81,7 bilhões na economia ao longo do ano. Considerando também a isenção do Imposto de Renda, o impacto combinado chega a R$ 110 bilhões, embora a Previdência Social terá um custo adicional de R$ 39,1 bilhões.

INSS e contribuições

  • Benefícios no piso: R$ 1.621 (reajuste de 6,79%)
  • Acima do piso: aumento de 3,9%
  • Teto: R$ 8.475,55

Contribuições para trabalhadores com carteira assinada:

  • Até R$ 1.621: 7,5%
  • De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9%
  • De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12%
  • De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14%

Autônomos, facultativos e MEI:

  • Plano normal (20%): R$ 324,20
  • Plano simplificado (11%): R$ 178,31
  • Baixa renda (5%): R$ 81,05
  • MEI (5%): R$ 81,05

Benefícios sociais

Seguro-desemprego:

  • Parcela mínima: R$ 1.621
  • Parcela máxima: R$ 2.518,65
  • Reajuste de 3,9% pelo INPC

Salário-família:

  • R$ 67,54 por dependente
  • Pago a quem recebe até R$ 1.980,38

O aumento do salário mínimo representa mais do que um número no contracheque: é uma referência para milhões de brasileiros e um estímulo importante para a economia em 2026.





Com informações da Agência Brasil

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