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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Saúde: Anvisa investiga 65 mortes ligadas a canetas emagrecedoras

O uso dos análogos de GLP-1 (semaglutida e tirzepatida) tornou-se um fenómeno global para a perda de peso. No entanto, o aumento da procura gerou uma crise de abastecimento e a proliferação de laboratórios clandestinos.

20/02/2026 · 09h55
Saúde: Anvisa investiga 65 mortes ligadas a canetas emagrecedoras

O foco da agência está na relação entre o uso desses medicamentos e complicações graves, além da explosão de vendas no mercado paralelo e de versões falsificadas.

O uso dos análogos de GLP-1 (semaglutida e tirzepatida) tornou-se um fenómeno global para a perda de peso. No entanto, o aumento da procura gerou uma crise de abastecimento e a proliferação de laboratórios clandestinos.

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O que está sob investigação?

  1. Reações Adversas Graves: A Anvisa analisa se as mortes foram causadas por efeitos secundários severos não tratados, como pancreatite aguda, obstrução intestinal grave ou problemas renais.
  2. Produtos Falsificados: Existe uma forte suspeita de que parte destas mortes tenha ocorrido após o uso de substâncias compradas na internet que não continham o princípio ativo real, mas sim misturas perigosas de insulina ou outros fármacos.
  3. Uso “Off-label” Sem Supervisão: Muitos casos envolvem pessoas que não tinham indicação médica de obesidade ou diabetes e utilizaram dosagens perigosas por conta própria.

Alerta aos Consumidores

A agência reforçou as diretrizes para quem utiliza ou pretende utilizar estes medicamentos:

  • Nunca compre em redes sociais: Canetas vendidas em perfis de Instagram ou grupos de WhatsApp têm quase 90% de hipótese de serem falsificadas.
  • Verifique a embalagem: Erros de português, falta de número de lote ou preços muito abaixo do mercado são sinais claros de fraude.
  • Acompanhamento Médico: O medicamento altera o metabolismo e o sistema digestivo; sem acompanhamento, os sintomas de alerta podem ser ignorados até ser tarde demais.

O Contexto em 2026

Com a aprovação de novas versões mais potentes no final de 2025, o mercado de emagrecimento atingiu números recordes no Brasil. A Anvisa estuda agora apertar as regras de prescrição, possivelmente exigindo a retenção da receita médica (receita azul ou branca especial), semelhante ao que já acontece com outros moderadores de apetite.

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O foco da agência está na relação entre o uso desses medicamentos e complicações graves, além da explosão de vendas no mercado paralelo e de versões falsificadas.

O uso dos análogos de GLP-1 (semaglutida e tirzepatida) tornou-se um fenómeno global para a perda de peso. No entanto, o aumento da procura gerou uma crise de abastecimento e a proliferação de laboratórios clandestinos.

O que está sob investigação?

  1. Reações Adversas Graves: A Anvisa analisa se as mortes foram causadas por efeitos secundários severos não tratados, como pancreatite aguda, obstrução intestinal grave ou problemas renais.
  2. Produtos Falsificados: Existe uma forte suspeita de que parte destas mortes tenha ocorrido após o uso de substâncias compradas na internet que não continham o princípio ativo real, mas sim misturas perigosas de insulina ou outros fármacos.
  3. Uso “Off-label” Sem Supervisão: Muitos casos envolvem pessoas que não tinham indicação médica de obesidade ou diabetes e utilizaram dosagens perigosas por conta própria.

Alerta aos Consumidores

A agência reforçou as diretrizes para quem utiliza ou pretende utilizar estes medicamentos:

  • Nunca compre em redes sociais: Canetas vendidas em perfis de Instagram ou grupos de WhatsApp têm quase 90% de hipótese de serem falsificadas.
  • Verifique a embalagem: Erros de português, falta de número de lote ou preços muito abaixo do mercado são sinais claros de fraude.
  • Acompanhamento Médico: O medicamento altera o metabolismo e o sistema digestivo; sem acompanhamento, os sintomas de alerta podem ser ignorados até ser tarde demais.

O Contexto em 2026

Com a aprovação de novas versões mais potentes no final de 2025, o mercado de emagrecimento atingiu números recordes no Brasil. A Anvisa estuda agora apertar as regras de prescrição, possivelmente exigindo a retenção da receita médica (receita azul ou branca especial), semelhante ao que já acontece com outros moderadores de apetite.

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