O modelo, influenciador digital e estudante de medicina Lucas Lobato, apontado como possível affair de Carlinhos Maia, usou uma caixinha de perguntas no Instagram na terça-feira (24/2) para esclarecer rumores sobre sua vida afetiva e sexual. Sem rodeios, ele respondeu dúvidas de seguidores sobre por que não costuma aparecer em relacionamentos públicos e se já se relacionou com homens.
Lobato afirmou que prefere manter seus relacionamentos em sigilo. Segundo ele, desde o início da sua atuação nas redes sociais, mesmo quando esteve com alguém por meses, nunca expôs nomes ou fotos. “Sou muito discreto”, explicou, justificando que algumas experiências devem permanecer na intimidade. Ele acrescentou que já ficou com muitas pessoas ao longo do tempo, mas que hoje busca conexões com significado — não pretende namorar por aparência ou para suprir carência.
O influenciador citou ainda a rotina dedicada aos estudos e a projetos pessoais como outro motivo para não cultivar relacionamentos públicos. “Gasto 99% do meu tempo estudando e focado em projetos pessoais”, disse, reforçando que não tem tempo para namoro casual e que atitudes como “sair beijando em ferro” não combinam com seu momento de vida.
Sobre atração por pessoas do mesmo sexo, Lobato afirmou que não sente esse tipo de desejo: disse nunca ter dado um selinho, beijado ou tido qualquer experiência íntima com outro homem e afirmou que está tranquilo com sua sexualidade. Ele disse que, se no futuro seus sentimentos mudarem, não teria problema em tornar isso público e agir conforme quiser.
O influenciador também comentou o questionamento que recebe nas redes sociais sobre sua orientação. Para ele, essa dúvida é mais presente na internet do que entre quem o conhece pessoalmente. Lobato afirmou que já se questionou diversas vezes e concluiu que, em um futuro próximo, não há chance de ele se relacionar com homens.

Em suas respostas, Lucas comentou ainda que parte da curiosidade em torno de sua sexualidade decorre de estereótipos de gerações anteriores — que associam masculinidade à postura machista ou homofóbica — e que muitas vezes pessoas projetam inseguranças nos outros. Citou também um viés na psicologia segundo o qual atitudes homofóbicas podem estar ligadas à repressão de desejos internos, e voltou a afirmar que, após reflexão pessoal, entende que a atração por homens “não é para [ele]”.
Lucas Lobato encerrou as respostas reafirmando sua posição tranquila em relação ao tema, mantendo a postura de que relacionamentos e sexualidade são escolhas pessoais e íntimas.
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