DJ EME foi o responsável pelo after mais disputado da Porsche Cup, consolidando sua atuação além dos festivais de música eletrônica e reforçando a atuação do projeto que une entretenimento e automobilismo. Em entrevista à repórter Mônica Apor, do portal LeoDias, o artista ressaltou a sintonia entre as pistas e seus sets eletrônicos.
A presença de DJ EME nas corridas é fruto de uma parceria entre a Mad House e o Grupo Caldi, que vem transformando a participação do músico em uma tradição. Depois de atuar nos bastidores da Fórmula 1 e agora na Porsche Cup, ele afirmou que a iniciativa de juntar velocidade e música eletrônica seguirá em atividade.
“É um momento excelente […] E spoiler: fechamos o Moto GP em Goiânia agora também”, disse o DJ, apontando a sequência de compromissos na agenda. Segundo ele, o diferencial para atrair um público amplo — que vai dos 18 aos 60 anos — está em evitar o óbvio e diversificar o repertório.
Para “furar a bolha” do nicho eletrônico, DJ EME mescla brasilidades aos seus sets. Clássicos de artistas como Jorge Vercillo, Raça Negra e Cidade Negra ganham novas versões eletrônicas durante suas apresentações. “Quando você traz essas referências, a pessoa começa a falar: ‘Pô, já ouvi isso, mas tá no eletrônico agora’. Isso nos permite expandir”, explicou o músico.
Além da atuação em eventos de automobilismo, o DJ comentou o sucesso de sua versão de “Sina de Ofélia”, que tem ganhado destaque nas rádios. A faixa chamou atenção pelo uso de recursos tecnológicos inovadores, e EME defendeu a utilização dessas ferramentas no processo criativo.
“A inteligência artificial vem para somar, não para criar um problema igual a galera acha. Acho que foi uma quebra de paradigma legal e eu tô muito feliz”, afirmou, em referência à recepção da faixa e às controvérsias sobre tecnologia na música.
Com a presença em grandes eventos do automobilismo e a continuidade de parcerias com produtoras e grupos do setor, DJ EME mantém a estratégia de expandir sua atuação além dos palcos tradicionais, integrando diferentes públicos por meio de referências musicais reconhecíveis e de produção tecnológica.
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