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Economia

Banco do Brasil passa a aceitar Pix para compras em lojas físicas na Argentina

O Banco do Brasil lançou uma solução que permite pagamentos por Pix em estabelecimentos físicos na Argentina, em parceria com o Banco Patagonia. A...

07/03/2026 · 12h57 · Atualizado às 19h16
Banco do Brasil passa a aceitar Pix para compras em lojas físicas na Argentina

O Banco do Brasil lançou uma solução que permite pagamentos por Pix em estabelecimentos físicos na Argentina, em parceria com o Banco Patagonia. A oferta, chamada Pix no Exterior, estreia no país vizinho e foi desenhada para ser utilizada por qualquer usuário do Pix, independentemente de ser correntista do Banco do Brasil.

O mecanismo de pagamento funciona por meio da leitura de um Código QR apresentado pelo comerciante, seja em uma maquininha ou outro dispositivo. O cliente abre o aplicativo da sua instituição financeira brasileira, escaneia o QR, verifica os dados da transação e confirma o pagamento, sem necessidade de cadastro ou habilitação prévia junto ao Banco do Brasil.

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Câmbio e IOF

Por trás da transação, existe uma conversão automática de moeda promovida pelo banco. O consumidor paga o valor em reais; o comerciante recebe o montante na moeda local. Essa conversão é feita por meio de uma operação de câmbio integrada à própria transação.

Na prática, o débito é efetivado diretamente na conta corrente ou na poupança do cliente no Brasil e a movimentação aparece no extrato como um Pix comum. Sobre a operação incide o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), tributo federal aplicado a operações de câmbio e crédito.

O Banco do Brasil informou que a conversão é viabilizada por APIs que conectam os sistemas financeiros e permitem o processamento automático da operação em poucos segundos. A solução foi desenvolvida em colaboração com o Banco Patagonia, que faz parte do mesmo conglomerado do Banco do Brasil. A infraestrutura tecnológica envolve também a solução de cobranças Wapa e a empresa de meios de pagamento Coelsa.

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Em comunicado, Felipe Prince, conselheiro de administração do Banco Patagonia e vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Risco do Banco do Brasil, afirmou que a iniciativa reforça a atuação internacional do banco e seu compromisso com a inovação em meios de pagamento voltada ao bem-estar das pessoas.

O Banco do Brasil declarou ainda que estuda ampliar o Pix no Exterior para outros países nas Américas, Europa e Ásia, com prioridade em regiões que concentram grande número de brasileiros, como parte da estratégia de ampliar serviços financeiros digitais e simplificar pagamentos internacionais.

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Com informações de Agência Brasil

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O Banco do Brasil lançou uma solução que permite pagamentos por Pix em estabelecimentos físicos na Argentina, em parceria com o Banco Patagonia. A oferta, chamada Pix no Exterior, estreia no país vizinho e foi desenhada para ser utilizada por qualquer usuário do Pix, independentemente de ser correntista do Banco do Brasil.

O mecanismo de pagamento funciona por meio da leitura de um Código QR apresentado pelo comerciante, seja em uma maquininha ou outro dispositivo. O cliente abre o aplicativo da sua instituição financeira brasileira, escaneia o QR, verifica os dados da transação e confirma o pagamento, sem necessidade de cadastro ou habilitação prévia junto ao Banco do Brasil.

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Por trás da transação, existe uma conversão automática de moeda promovida pelo banco. O consumidor paga o valor em reais; o comerciante recebe o montante na moeda local. Essa conversão é feita por meio de uma operação de câmbio integrada à própria transação.

Na prática, o débito é efetivado diretamente na conta corrente ou na poupança do cliente no Brasil e a movimentação aparece no extrato como um Pix comum. Sobre a operação incide o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), tributo federal aplicado a operações de câmbio e crédito.

O Banco do Brasil informou que a conversão é viabilizada por APIs que conectam os sistemas financeiros e permitem o processamento automático da operação em poucos segundos. A solução foi desenvolvida em colaboração com o Banco Patagonia, que faz parte do mesmo conglomerado do Banco do Brasil. A infraestrutura tecnológica envolve também a solução de cobranças Wapa e a empresa de meios de pagamento Coelsa.

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Em comunicado, Felipe Prince, conselheiro de administração do Banco Patagonia e vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Risco do Banco do Brasil, afirmou que a iniciativa reforça a atuação internacional do banco e seu compromisso com a inovação em meios de pagamento voltada ao bem-estar das pessoas.

O Banco do Brasil declarou ainda que estuda ampliar o Pix no Exterior para outros países nas Américas, Europa e Ásia, com prioridade em regiões que concentram grande número de brasileiros, como parte da estratégia de ampliar serviços financeiros digitais e simplificar pagamentos internacionais.

Com informações de Agência Brasil

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