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Agro

Adema e produtores avaliam queima controlada da cana e obstáculos à mecanização em Sergipe

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu na terça-feira, 25, representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Sergipe (Faese/Senar), da Associação dos Plantadores de Cana de Sergipe (Asplana) e da Usina Pinheiro para discutir a emissão de autorizações ambientais para a queima controlada da cana-de-açúcar e o avanço da mecanização da colheita no estado.

26/11/2025 · 10h47
Adema e produtores avaliam queima controlada da cana e obstáculos à mecanização em Sergipe

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu na terça-feira, 25, representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Sergipe (Faese/Senar), da Associação dos Plantadores de Cana de Sergipe (Asplana) e da Usina Pinheiro para discutir a emissão de autorizações ambientais para a queima controlada da cana-de-açúcar e o avanço da mecanização da colheita no estado.

Em Sergipe, a queima controlada é permitida mediante Autorização Ambiental concedida pela Adema, conforme a Lei nº 8.497/2018, a Resolução nº 53/2013 do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Cema) e o Decreto Federal nº 2.661/1998.

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Durante a reunião, o presidente da Adema, Carlos Anderson Pedreira, recebeu um documento com demandas do setor. “Foi um encontro produtivo; alinhamos pontos para reduzir gradativamente as áreas de queima, coibir queimadas clandestinas e agilizar as autorizações dentro da legalidade”, afirmou.

Mecanização enfrenta barreiras

O superintendente do Sistema Faese/Senar, Dênio Leite, explicou que a topografia acidentada de Sergipe dificulta ou inviabiliza o uso de máquinas em parte significativa das lavouras. “Há um pleito antigo junto aos fabricantes para desenvolver equipamentos que atendam essas condições; já testamos modelos da China e da Índia, mas ainda sem sucesso”, disse.

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Segundo o presidente da Asplana, José Amado, será realizado um levantamento para identificar as áreas passíveis de mecanização. “Queremos avançar no que for possível, evitando ao máximo a queima. Saímos satisfeitos com o atendimento da Adema e aguardamos novas orientações”, comentou.

Diálogo contínuo

Carlos Anderson destacou que o encontro reforça a necessidade de um canal permanente entre o órgão ambiental e o setor produtivo. A proposta de criar uma câmara temática para acompanhar a mecanização da colheita foi apresentada durante a reunião.

Dênio Leite acrescentou que a harmonia entre produção e meio ambiente é essencial. “Seguimos demonstrando as boas práticas dos produtores sergipanos, cumprindo a legislação e gerando empregos e renda”, concluiu.

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A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu na terça-feira, 25, representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Sergipe (Faese/Senar), da Associação dos Plantadores de Cana de Sergipe (Asplana) e da Usina Pinheiro para discutir a emissão de autorizações ambientais para a queima controlada da cana-de-açúcar e o avanço da mecanização da colheita no estado.

Em Sergipe, a queima controlada é permitida mediante Autorização Ambiental concedida pela Adema, conforme a Lei nº 8.497/2018, a Resolução nº 53/2013 do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Cema) e o Decreto Federal nº 2.661/1998.

Durante a reunião, o presidente da Adema, Carlos Anderson Pedreira, recebeu um documento com demandas do setor. “Foi um encontro produtivo; alinhamos pontos para reduzir gradativamente as áreas de queima, coibir queimadas clandestinas e agilizar as autorizações dentro da legalidade”, afirmou.

Mecanização enfrenta barreiras

O superintendente do Sistema Faese/Senar, Dênio Leite, explicou que a topografia acidentada de Sergipe dificulta ou inviabiliza o uso de máquinas em parte significativa das lavouras. “Há um pleito antigo junto aos fabricantes para desenvolver equipamentos que atendam essas condições; já testamos modelos da China e da Índia, mas ainda sem sucesso”, disse.

Segundo o presidente da Asplana, José Amado, será realizado um levantamento para identificar as áreas passíveis de mecanização. “Queremos avançar no que for possível, evitando ao máximo a queima. Saímos satisfeitos com o atendimento da Adema e aguardamos novas orientações”, comentou.

Diálogo contínuo

Carlos Anderson destacou que o encontro reforça a necessidade de um canal permanente entre o órgão ambiental e o setor produtivo. A proposta de criar uma câmara temática para acompanhar a mecanização da colheita foi apresentada durante a reunião.

Dênio Leite acrescentou que a harmonia entre produção e meio ambiente é essencial. “Seguimos demonstrando as boas práticas dos produtores sergipanos, cumprindo a legislação e gerando empregos e renda”, concluiu.

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