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Aracaju, Terça-feira, 23 de junho de 2026
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Advogados de Bolsonaro pedem reunião sem limite de tempo antes de depoimento

Política

Advogados de Bolsonaro pedem reunião sem limite de tempo antes de depoimento

Defesa de Bolsonaro solicita reunião preparatória antes do depoimento sobre arma.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 06h07
Advogados de Bolsonaro pedem reunião sem limite de tempo antes de depoimento

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A defesa do ex-presidente quer encontro irrestrito com Bolsonaro antes de seu depoimento à Polícia Civil na terça-feira (23). Advogados acionaram Alexandre de Moraes no STF para garantir a preparação.

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A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a flexibilização das regras de visitação para advogados, com o intuito de realizar uma “reunião preparatória” antes do depoimento que o ex-presidente prestará à Polícia Civil na próxima terça-feira, dia 23.

Na petição encaminhada ao ministro, os advogados argumentam que um encontro sem limite de tempo é essencial para “viabilizar a adequada orientação jurídica e a preparação” do depoimento. Eles afirmam que essa medida é indispensável para garantir o pleno exercício do direito à defesa, permitindo a necessária comunicação entre o custodiado e seus representantes legais antes do ato.

“A medida se revela indispensável ao pleno exercício da garantia constitucional da ampla defesa, permitindo a necessária interlocução entre o custodiado e seus patronos antes da realização do ato”, afirmam os advogados.

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Na última sexta-feira, dia 19, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a Polícia Civil do Distrito Federal a colher o depoimento de Bolsonaro para o inquérito que investiga a apreensão de uma arma registrada em seu nome. A oitiva foi agendada para o dia 23, às 15h, e, ao contrário da sugestão inicial da Polícia Civil, que cogitou a realização de uma videoconferência, o ministro determinou que o depoimento ocorra de forma presencial no local onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar, em Brasília.

Segundo informações coletadas, os investigadores buscam entender as circunstâncias em que a arma de Bolsonaro foi encontrada no carro de outra pessoa, sem documentação e em um local afastado de sua residência. Entre as perguntas a serem feitas a Bolsonaro estão: quem entregou a arma, quando ocorreu essa entrega e quais foram os motivos.

Fontes indicam que não há previsão para a duração do depoimento nem para a conclusão do inquérito, que pode ter desdobramentos. Na madrugada de segunda-feira, dia 15, a Polícia Militar do Distrito Federal apreendeu uma arma de fogo que supostamente pertence a Bolsonaro durante uma blitz. O armamento estava no carro de Estácio Leite da Silva Filho, um militar do Exército que conduzia um veículo oficial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

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Durante a abordagem, um dos policiais avistou a arma e questionou Estácio, que afirmou que a pistola seria levada para reparo e, posteriormente, devolvida ao proprietário. A apreensão revelou que a arma estava registrada em nome de Bolsonaro. Em esclarecimento enviado ao STF, a defesa confirmou que a arma pertence ao ex-presidente, alegando que Bolsonaro havia identificado uma falha na pistola e solicitado a Estácio o conserto, dada sua experiência na área.

Além disso, a defesa argumenta que, apesar da condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe, não houve determinação judicial para que ele entregasse suas armas ou cancelasse os registros, afastando, assim, qualquer irregularidade em relação à posse do objeto. No mesmo dia em que a defesa se manifestou, a Polícia Civil comunicou ao STF a abertura de um inquérito para investigar o caso.

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A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a flexibilização das regras de visitação para advogados, com o intuito de realizar uma “reunião preparatória” antes do depoimento que o ex-presidente prestará à Polícia Civil na próxima terça-feira, dia 23.

Na petição encaminhada ao ministro, os advogados argumentam que um encontro sem limite de tempo é essencial para “viabilizar a adequada orientação jurídica e a preparação” do depoimento. Eles afirmam que essa medida é indispensável para garantir o pleno exercício do direito à defesa, permitindo a necessária comunicação entre o custodiado e seus representantes legais antes do ato.

“A medida se revela indispensável ao pleno exercício da garantia constitucional da ampla defesa, permitindo a necessária interlocução entre o custodiado e seus patronos antes da realização do ato”, afirmam os advogados.

Na última sexta-feira, dia 19, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a Polícia Civil do Distrito Federal a colher o depoimento de Bolsonaro para o inquérito que investiga a apreensão de uma arma registrada em seu nome. A oitiva foi agendada para o dia 23, às 15h, e, ao contrário da sugestão inicial da Polícia Civil, que cogitou a realização de uma videoconferência, o ministro determinou que o depoimento ocorra de forma presencial no local onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar, em Brasília.

Segundo informações coletadas, os investigadores buscam entender as circunstâncias em que a arma de Bolsonaro foi encontrada no carro de outra pessoa, sem documentação e em um local afastado de sua residência. Entre as perguntas a serem feitas a Bolsonaro estão: quem entregou a arma, quando ocorreu essa entrega e quais foram os motivos.

Fontes indicam que não há previsão para a duração do depoimento nem para a conclusão do inquérito, que pode ter desdobramentos. Na madrugada de segunda-feira, dia 15, a Polícia Militar do Distrito Federal apreendeu uma arma de fogo que supostamente pertence a Bolsonaro durante uma blitz. O armamento estava no carro de Estácio Leite da Silva Filho, um militar do Exército que conduzia um veículo oficial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Durante a abordagem, um dos policiais avistou a arma e questionou Estácio, que afirmou que a pistola seria levada para reparo e, posteriormente, devolvida ao proprietário. A apreensão revelou que a arma estava registrada em nome de Bolsonaro. Em esclarecimento enviado ao STF, a defesa confirmou que a arma pertence ao ex-presidente, alegando que Bolsonaro havia identificado uma falha na pistola e solicitado a Estácio o conserto, dada sua experiência na área.

Além disso, a defesa argumenta que, apesar da condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe, não houve determinação judicial para que ele entregasse suas armas ou cancelasse os registros, afastando, assim, qualquer irregularidade em relação à posse do objeto. No mesmo dia em que a defesa se manifestou, a Polícia Civil comunicou ao STF a abertura de um inquérito para investigar o caso.

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