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Aracaju, Segunda-feira, 13 de julho de 2026
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AKIN S.A. capta R$10 milhões para digitalização do agronegócio

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AKIN S.A. capta R$10 milhões para digitalização do agronegócio

AKIN S.A. anuncia captação de R$10 milhões para expandir a digitalização no agronegócio.

13/07/2026 · 12h59
AKIN S.A. capta R$10 milhões para digitalização do agronegócio

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A digitalização no agronegócio está em ascensão e, nesse cenário, a AKIN S.A. anunciou uma rodada de captação de R$ 10 milhões. O objetivo é acelerar a expansão da AgroDeri, uma plataforma que utiliza blockchain e tokenização de ativos para estruturar operações de crédito rural, conectando produtores, instituições financeiras e investidores.

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Essa iniciativa ocorre em um momento em que a tokenização começa a ganhar espaço no Brasil. Embora ainda não haja uma legislação específica, a regulamentação varia conforme a natureza do ativo. Quando o token representa um valor mobiliário, a supervisão fica a cargo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM); nos demais casos, as operações são regidas pelo Marco Legal dos Criptoativos e pelas diretrizes do Banco Central.

“O objetivo é avançar no processo de digitalização no campo com nossas tecnologias. Desta forma, vamos construir um ecossistema que provavelmente, daqui a cerca de 12 meses, pode estar valendo R$ 1 bilhão”, afirma Leandro Dias, fundador e CEO da AKIN S.A.

A infraestrutura para crédito rural é essencial, pois a tokenização não cria novos ativos financeiros, mas sim representa digitalmente, em blockchain, ativos que já existem. Isso torna mais eficiente o registro, a negociação, a rastreabilidade e o fracionamento de contratos, recebíveis e outros direitos econômicos.

Essas características são particularmente relevantes no agronegócio, que enfrenta uma necessidade constante de financiamento da produção e demanda por transparência e rastreabilidade nas cadeias produtivas. A AgroDeri foi desenvolvida para estruturar operações de crédito voltadas à aquisição de insumos agrícolas, como fertilizantes, sementes e defensivos. Antes da concessão dos recursos, a empresa realiza análises de risco e incorpora mecanismos de proteção contra oscilações de preços e de safra.

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Após essa etapa, os contratos podem ser tokenizados e registrados em blockchain, permitindo que esses ativos sejam negociados em ambiente digital, ampliando as possibilidades de captação de recursos para financiar a atividade agrícola. “Nós conectamos protocolos de blockchain e diferentes participantes do mercado para pulverizar o risco dessas operações e criar uma nova alternativa de liquidez para o crédito agrícola”, diz Dias.

Além disso, o modelo pode ajudar a aumentar a transparência na formação de preços de produtos que atualmente não possuem mercados organizados de negociação, como frutas, por exemplo. A AKIN S.A., fundada em 2019, inicialmente focou em soluções de inclusão financeira, mas a dificuldade em estruturar garantias levou a empresa a explorar novos mercados.

“O agro apresentava um desafio semelhante: um setor extremamente relevante para a economia, mas que ainda enfrenta dificuldades de acesso ao crédito, especialmente entre pequenos produtores”, afirma Dias.

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A aproximação com o agronegócio ocorreu por meio de programas de aceleração e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de startups, culminando na criação da AgroDeri. Recentemente, a empresa firmou um acordo de capital contingente de até US$ 20 milhões com a gestora norte-americana Global Emerging Markets (GEM), que prevê acesso gradual a recursos, condicionado ao avanço da estratégia de expansão da companhia e à evolução do ecossistema AgroDeri.

A expectativa é utilizar os novos aportes para ampliar a infraestrutura tecnológica da plataforma, expandir a base de usuários e consolidar um ambiente digital para a negociação de ativos relacionados ao financiamento agrícola. Para Dias, a tokenização deve acompanhar a digitalização do sistema financeiro brasileiro e criar novas alternativas para conectar capital e produção no campo.

“O agro reúne características muito favoráveis para esse tipo de tecnologia. Existe uma necessidade constante de financiamento, ativos com lastro físico e uma demanda crescente por rastreabilidade. Nossa expectativa é contribuir para acelerar essa transformação”, finaliza.

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A digitalização no agronegócio está em ascensão e, nesse cenário, a AKIN S.A. anunciou uma rodada de captação de R$ 10 milhões. O objetivo é acelerar a expansão da AgroDeri, uma plataforma que utiliza blockchain e tokenização de ativos para estruturar operações de crédito rural, conectando produtores, instituições financeiras e investidores.

Essa iniciativa ocorre em um momento em que a tokenização começa a ganhar espaço no Brasil. Embora ainda não haja uma legislação específica, a regulamentação varia conforme a natureza do ativo. Quando o token representa um valor mobiliário, a supervisão fica a cargo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM); nos demais casos, as operações são regidas pelo Marco Legal dos Criptoativos e pelas diretrizes do Banco Central.

“O objetivo é avançar no processo de digitalização no campo com nossas tecnologias. Desta forma, vamos construir um ecossistema que provavelmente, daqui a cerca de 12 meses, pode estar valendo R$ 1 bilhão”, afirma Leandro Dias, fundador e CEO da AKIN S.A.

A infraestrutura para crédito rural é essencial, pois a tokenização não cria novos ativos financeiros, mas sim representa digitalmente, em blockchain, ativos que já existem. Isso torna mais eficiente o registro, a negociação, a rastreabilidade e o fracionamento de contratos, recebíveis e outros direitos econômicos.

Essas características são particularmente relevantes no agronegócio, que enfrenta uma necessidade constante de financiamento da produção e demanda por transparência e rastreabilidade nas cadeias produtivas. A AgroDeri foi desenvolvida para estruturar operações de crédito voltadas à aquisição de insumos agrícolas, como fertilizantes, sementes e defensivos. Antes da concessão dos recursos, a empresa realiza análises de risco e incorpora mecanismos de proteção contra oscilações de preços e de safra.

Após essa etapa, os contratos podem ser tokenizados e registrados em blockchain, permitindo que esses ativos sejam negociados em ambiente digital, ampliando as possibilidades de captação de recursos para financiar a atividade agrícola. “Nós conectamos protocolos de blockchain e diferentes participantes do mercado para pulverizar o risco dessas operações e criar uma nova alternativa de liquidez para o crédito agrícola”, diz Dias.

Além disso, o modelo pode ajudar a aumentar a transparência na formação de preços de produtos que atualmente não possuem mercados organizados de negociação, como frutas, por exemplo. A AKIN S.A., fundada em 2019, inicialmente focou em soluções de inclusão financeira, mas a dificuldade em estruturar garantias levou a empresa a explorar novos mercados.

“O agro apresentava um desafio semelhante: um setor extremamente relevante para a economia, mas que ainda enfrenta dificuldades de acesso ao crédito, especialmente entre pequenos produtores”, afirma Dias.

A aproximação com o agronegócio ocorreu por meio de programas de aceleração e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de startups, culminando na criação da AgroDeri. Recentemente, a empresa firmou um acordo de capital contingente de até US$ 20 milhões com a gestora norte-americana Global Emerging Markets (GEM), que prevê acesso gradual a recursos, condicionado ao avanço da estratégia de expansão da companhia e à evolução do ecossistema AgroDeri.

A expectativa é utilizar os novos aportes para ampliar a infraestrutura tecnológica da plataforma, expandir a base de usuários e consolidar um ambiente digital para a negociação de ativos relacionados ao financiamento agrícola. Para Dias, a tokenização deve acompanhar a digitalização do sistema financeiro brasileiro e criar novas alternativas para conectar capital e produção no campo.

“O agro reúne características muito favoráveis para esse tipo de tecnologia. Existe uma necessidade constante de financiamento, ativos com lastro físico e uma demanda crescente por rastreabilidade. Nossa expectativa é contribuir para acelerar essa transformação”, finaliza.

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