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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Alcolumbre defende Wagner e acirra pressão sobre Lula após operação da PF

Política

Alcolumbre defende Wagner e acirra pressão sobre Lula após operação da PF

Davi Alcolumbre defende Jaques Wagner, pressionando o governo federal por decisão.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h34
Alcolumbre defende Wagner e acirra pressão sobre Lula após operação da PF

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A crise política se intensifica após a Operação Compliance Zero atingir o senador Jaques Wagner. Enquanto Alcolumbre toma partido, o governo federal é pressionado a definir o futuro do líder petista no Senado.

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manifestou publicamente seu apoio ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que é alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. Essa postura de Alcolumbre, conforme análise do político Teo Cury, pressiona o governo federal a se pronunciar sobre o futuro de Wagner como líder do governo no Senado.

A defesa de Alcolumbre ocorre em um momento delicado, uma vez que ele também foi mencionado em uma reportagem da revista Veja, sendo apontado como suposto destinatário de recursos transferidos por Daniel Vorcaro, acusação que o senador rechaçou de forma categórica.

“É necessário garantir a presunção de inocência”, declarou Alcolumbre, ao criticar o tratamento de pessoas como culpadas antes mesmo de terem a chance de se defender.

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O gesto de Alcolumbre, feito antes de qualquer manifestação oficial do governo ou decisão sobre o futuro de Wagner, introduz um novo elemento na dinâmica política atual. Conforme Cury, Alcolumbre acredita que Wagner conseguirá apresentar as explicações necessárias para afastar qualquer suspeita.

A relação entre Alcolumbre e o governo federal tem sido marcada por tensões recentes, incluindo a derrota de Jorge Messias na disputa por uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e um distanciamento gradual do Palácio do Planalto. Apesar disso, Alcolumbre mantém uma boa relação com Wagner, o que torna seu apoio ainda mais relevante.

A analista política Isabel Mega afirma que o apoio de Alcolumbre a Wagner pode ser interpretado como um sinal de aproximação ao governo. Ela destaca que Alcolumbre já demonstrou disposição para dialogar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), embora o Palácio do Planalto tenha se mostrado mais reticente em relação a um diálogo direto.

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Um dos temas que depende da retomada desse diálogo é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa acabar com a jornada de trabalho 6×1. Mega ressalta que essa proposta está completamente parada no Senado e não deve avançar até que haja um encontro entre Alcolumbre e Lula. “Nem despacho do presidente Davi Alcolumbre teve”, afirmou.

A expectativa de uma reunião entre os dois existe, mas, até o momento, nada foi agendado, especialmente considerando a redução das atividades em Brasília durante a Semana de São João.

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manifestou publicamente seu apoio ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que é alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. Essa postura de Alcolumbre, conforme análise do político Teo Cury, pressiona o governo federal a se pronunciar sobre o futuro de Wagner como líder do governo no Senado.

A defesa de Alcolumbre ocorre em um momento delicado, uma vez que ele também foi mencionado em uma reportagem da revista Veja, sendo apontado como suposto destinatário de recursos transferidos por Daniel Vorcaro, acusação que o senador rechaçou de forma categórica.

“É necessário garantir a presunção de inocência”, declarou Alcolumbre, ao criticar o tratamento de pessoas como culpadas antes mesmo de terem a chance de se defender.

O gesto de Alcolumbre, feito antes de qualquer manifestação oficial do governo ou decisão sobre o futuro de Wagner, introduz um novo elemento na dinâmica política atual. Conforme Cury, Alcolumbre acredita que Wagner conseguirá apresentar as explicações necessárias para afastar qualquer suspeita.

A relação entre Alcolumbre e o governo federal tem sido marcada por tensões recentes, incluindo a derrota de Jorge Messias na disputa por uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e um distanciamento gradual do Palácio do Planalto. Apesar disso, Alcolumbre mantém uma boa relação com Wagner, o que torna seu apoio ainda mais relevante.

A analista política Isabel Mega afirma que o apoio de Alcolumbre a Wagner pode ser interpretado como um sinal de aproximação ao governo. Ela destaca que Alcolumbre já demonstrou disposição para dialogar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), embora o Palácio do Planalto tenha se mostrado mais reticente em relação a um diálogo direto.

Um dos temas que depende da retomada desse diálogo é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa acabar com a jornada de trabalho 6×1. Mega ressalta que essa proposta está completamente parada no Senado e não deve avançar até que haja um encontro entre Alcolumbre e Lula. “Nem despacho do presidente Davi Alcolumbre teve”, afirmou.

A expectativa de uma reunião entre os dois existe, mas, até o momento, nada foi agendado, especialmente considerando a redução das atividades em Brasília durante a Semana de São João.

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