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Política

Aliados de João Campos afirmam que Raquel Lyra atingiu teto eleitoral

Aliados de João Campos avaliam que Raquel Lyra atingiu teto nas intenções de voto.

30/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h33
Aliados de João Campos afirmam que Raquel Lyra atingiu teto eleitoral

Aliados do pré-candidato João Campos dizem que Raquel Lyra já alcançou o limite de crescimento nas pesquisas, apesar de leve vantagem. PSB aposta em reversão quando a campanha começar em 16 de agosto.

Aliados do pré-candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, avaliam que a governadora Raquel Lyra (PSD) atingiu o teto das intenções de voto na disputa estadual. O cenário, conforme levantamentos realizados, indica um equilíbrio, com Raquel apresentando uma ligeira vantagem numérica.

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O entendimento entre os membros do PSB pernambucano é de que o melhor momento da governadora já passou. Eles acreditam que a situação deve mudar quando a campanha “começar para valer”, a partir de 16 de agosto.

“A quantidade de ordens de serviço assinadas por Raquel em 2026 é uma vergonha”, afirmou Paulo Pereira, ministro do Empreendedorismo e um dos secretários do PSB nacional, em conversa sobre a situação política atual.

Pereira ainda destacou que a campanha de Campos irá nacionalizar a disputa, sem deixar de ressaltar as realizações do aliado na Prefeitura do Recife. A estratégia da campanha é associar Raquel ao bolsonarismo, buscando reforçar a imagem do pré-candidato do PSB.

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Além disso, o ministro fez críticas ao pré-candidato do PSD ao Senado em Pernambuco, Túlio Gadêlha, por tentar vincular sua imagem à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo Pereira, Gadêlha “não é uma figura relevante” na disputa.

As declarações de Pereira ocorreram após a Convenção Nacional do PSB, realizada em Brasília. Esse evento oficializou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como candidato a vice na chapa de Lula, reforçando a aliança que foi vitoriosa em 2022.

João Campos, por sua vez, reconheceu a disputa equilibrada em Pernambuco, mas se mostrou otimista quanto a uma possível vitória, fundamentando-se em seu “legado” enquanto administrou a capital pernambucana. Ele afirmou: “Vejo um cenário de equilíbrio na eleição de Pernambuco, mas tenho absoluta convicção da nossa vitória. É uma eleição disputada, equilibrada e que será vitoriosa. Uma eleição onde a gente vai ter as melhores propostas, um legado para mostrar tudo o que eu tive a oportunidade de fazer enquanto gestor. Uma aliança política clara, nítida, dentro do campo que a gente representa.”

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Aliados do pré-candidato João Campos dizem que Raquel Lyra já alcançou o limite de crescimento nas pesquisas, apesar de leve vantagem. PSB aposta em reversão quando a campanha começar em 16 de agosto.

Aliados do pré-candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, avaliam que a governadora Raquel Lyra (PSD) atingiu o teto das intenções de voto na disputa estadual. O cenário, conforme levantamentos realizados, indica um equilíbrio, com Raquel apresentando uma ligeira vantagem numérica.

O entendimento entre os membros do PSB pernambucano é de que o melhor momento da governadora já passou. Eles acreditam que a situação deve mudar quando a campanha “começar para valer”, a partir de 16 de agosto.

“A quantidade de ordens de serviço assinadas por Raquel em 2026 é uma vergonha”, afirmou Paulo Pereira, ministro do Empreendedorismo e um dos secretários do PSB nacional, em conversa sobre a situação política atual.

Pereira ainda destacou que a campanha de Campos irá nacionalizar a disputa, sem deixar de ressaltar as realizações do aliado na Prefeitura do Recife. A estratégia da campanha é associar Raquel ao bolsonarismo, buscando reforçar a imagem do pré-candidato do PSB.

Além disso, o ministro fez críticas ao pré-candidato do PSD ao Senado em Pernambuco, Túlio Gadêlha, por tentar vincular sua imagem à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo Pereira, Gadêlha “não é uma figura relevante” na disputa.

As declarações de Pereira ocorreram após a Convenção Nacional do PSB, realizada em Brasília. Esse evento oficializou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como candidato a vice na chapa de Lula, reforçando a aliança que foi vitoriosa em 2022.

João Campos, por sua vez, reconheceu a disputa equilibrada em Pernambuco, mas se mostrou otimista quanto a uma possível vitória, fundamentando-se em seu “legado” enquanto administrou a capital pernambucana. Ele afirmou: “Vejo um cenário de equilíbrio na eleição de Pernambuco, mas tenho absoluta convicção da nossa vitória. É uma eleição disputada, equilibrada e que será vitoriosa. Uma eleição onde a gente vai ter as melhores propostas, um legado para mostrar tudo o que eu tive a oportunidade de fazer enquanto gestor. Uma aliança política clara, nítida, dentro do campo que a gente representa.”

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