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Saúde

Anvisa proíbe venda e uso de lotes da fórmula Aptamil Premium 1 por contaminação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na quinta-feira (19), a proibição da comercialização, distribuição e uso de lotes...

19/03/2026 · 16h15 · Atualizado às 19h12
Anvisa proíbe venda e uso de lotes da fórmula Aptamil Premium 1 por contaminação
Valter Campanato/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na quinta-feira (19), a proibição da comercialização, distribuição e uso de lotes da fórmula infantil Aptamil Premium 1 – 800g, fabricada pela Danone.

A medida foi adotada após a própria empresa emitir um comunicado de recolhimento voluntário do produto. Análises realizadas pela Danone identificaram a presença da toxina cereulida na fórmula, que é indicada para lactentes de até seis meses.

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Lotes afetados

Segundo o comunicado da Anvisa, os lotes sujeitos ao recolhimento são:

– 2026.09.07 (fabricação em 8/3/2025)
– 2026.10.03 (fabricação em 3/4/2025)
– 2026.09.09 (fabricação em 10/3/2025)

A agência explicou que a cereulida é uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A ingestão de alimentos contaminados por essa substância pode provocar vômito persistente, diarreia ou letargia — caracterizada por sonolência excessiva e lentidão de movimentos e de raciocínio — além de dificuldades de reação e expressão emocional.

A Anvisa orienta consumidores que possuam a Aptamil Premium 1 – 800g a conferirem o número do lote impresso na embalagem. Caso o produto pertença a um dos lotes listados, não deve ser utilizado nem oferecido para consumo.

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Para informações sobre procedimentos de troca ou devolução, a agência pede que o cliente entre em contato diretamente com a Danone por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado na embalagem do produto.

A agência também recomenda que, se a criança apresentar sintomas compatíveis após a ingestão de fórmula de algum dos lotes mencionados, os responsáveis a levem para atendimento médico. Ao procurar assistência, é importante informar qual foi o alimento consumido e, quando possível, levar a amostra ou a embalagem do produto.

As medidas de proibição valem enquanto a Anvisa e a empresa avaliam as ações necessárias para controlar o risco e garantir a segurança do produto no mercado.

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Com informações de Agência Brasil

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na quinta-feira (19), a proibição da comercialização, distribuição e uso de lotes da fórmula infantil Aptamil Premium 1 – 800g, fabricada pela Danone.

A medida foi adotada após a própria empresa emitir um comunicado de recolhimento voluntário do produto. Análises realizadas pela Danone identificaram a presença da toxina cereulida na fórmula, que é indicada para lactentes de até seis meses.

Lotes afetados

Segundo o comunicado da Anvisa, os lotes sujeitos ao recolhimento são:

– 2026.09.07 (fabricação em 8/3/2025)
– 2026.10.03 (fabricação em 3/4/2025)
– 2026.09.09 (fabricação em 10/3/2025)

A agência explicou que a cereulida é uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A ingestão de alimentos contaminados por essa substância pode provocar vômito persistente, diarreia ou letargia — caracterizada por sonolência excessiva e lentidão de movimentos e de raciocínio — além de dificuldades de reação e expressão emocional.

A Anvisa orienta consumidores que possuam a Aptamil Premium 1 – 800g a conferirem o número do lote impresso na embalagem. Caso o produto pertença a um dos lotes listados, não deve ser utilizado nem oferecido para consumo.

Para informações sobre procedimentos de troca ou devolução, a agência pede que o cliente entre em contato diretamente com a Danone por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado na embalagem do produto.

A agência também recomenda que, se a criança apresentar sintomas compatíveis após a ingestão de fórmula de algum dos lotes mencionados, os responsáveis a levem para atendimento médico. Ao procurar assistência, é importante informar qual foi o alimento consumido e, quando possível, levar a amostra ou a embalagem do produto.

As medidas de proibição valem enquanto a Anvisa e a empresa avaliam as ações necessárias para controlar o risco e garantir a segurança do produto no mercado.

Com informações de Agência Brasil

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