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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Aracaju passa a distribuir sensores de glicose gratuitos para pacientes com diabetes tipo 1

A Prefeitura de Aracaju lançou em 15 de novembro, no auditório da Universidade Tiradentes (UNIT), o programa Sem Medir a Vida, que garante acesso gratuito ao sensor Libre 2 Plus para monitoramento contínuo de glicemia de pessoas com diabetes tipo 1 atendidas pela rede municipal. Implantada pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a iniciativa oferece […]

26/12/2025 · 12h25
Aracaju passa a distribuir sensores de glicose gratuitos para pacientes com diabetes tipo 1

A Prefeitura de Aracaju lançou em 15 de novembro, no auditório da Universidade Tiradentes (UNIT), o programa Sem Medir a Vida, que garante acesso gratuito ao sensor Libre 2 Plus para monitoramento contínuo de glicemia de pessoas com diabetes tipo 1 atendidas pela rede municipal.

Implantada pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a iniciativa oferece ainda acompanhamento especializado no Centro de Especialidades Médicas de Aracaju (CEMAR), com endocrinologistas pediátricos e de adultos, enfermeiros e nutricionistas.

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Como funciona o novo serviço

Os sensores, que duram até 15 dias e enviam leituras automáticas com alarmes para variações de glicose, substituirão a medição capilar — método considerado invasivo e doloroso, sobretudo para crianças e adolescentes. A partir de agora, leitores e sensores serão entregues mensalmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) municipal.

O protocolo contempla pacientes de 2 a 22 anos, residentes na capital sergipana e em acompanhamento regular no ambulatório de endocrinologia do CEMAR.

Depoimentos de beneficiados

Marcos Vinícius Resende, 16 anos, convive com a doença desde os seis e afirma que o dispositivo representa “uma grande conquista” para sua qualidade de vida. A tia dele, Camila Carvalho, reforçou que o adolescente “não gosta de se furar várias vezes ao dia” e que o sensor “vai ser uma bênção”.

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A mãe de Mariana Menezes, de quatro anos, Ana Raquel Oliveira, relatou alívio ao ter acesso ao equipamento: “Quem é mãe de pâncreas sabe a luta diária. É um tratamento maravilhoso”.

Gilvane Ribeiro, mãe de Thaís Fonseca, 12 anos, lembrou o susto do diagnóstico e celebrou a segurança do novo método. Thaís contou que a aplicação “não doeu nada” e que o alarme sonoro a faz sentir-se mais protegida.

Expectativa de expansão

Representante do Instituto Diabetes Brasil, Cândido Rocha classificou o programa como “inovador” e disse esperar que outras cidades adotem modelo semelhante, chamando a atenção para a urgência dessa necessidade.

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Com o Sem Medir a Vida, a gestão municipal busca fortalecer a linha de cuidado em endocrinologia, ampliar o acesso a tecnologias de alto custo e prevenir complicações decorrentes do diabetes tipo 1.

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A Prefeitura de Aracaju lançou em 15 de novembro, no auditório da Universidade Tiradentes (UNIT), o programa Sem Medir a Vida, que garante acesso gratuito ao sensor Libre 2 Plus para monitoramento contínuo de glicemia de pessoas com diabetes tipo 1 atendidas pela rede municipal.

Implantada pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a iniciativa oferece ainda acompanhamento especializado no Centro de Especialidades Médicas de Aracaju (CEMAR), com endocrinologistas pediátricos e de adultos, enfermeiros e nutricionistas.

Como funciona o novo serviço

Os sensores, que duram até 15 dias e enviam leituras automáticas com alarmes para variações de glicose, substituirão a medição capilar — método considerado invasivo e doloroso, sobretudo para crianças e adolescentes. A partir de agora, leitores e sensores serão entregues mensalmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) municipal.

O protocolo contempla pacientes de 2 a 22 anos, residentes na capital sergipana e em acompanhamento regular no ambulatório de endocrinologia do CEMAR.

Depoimentos de beneficiados

Marcos Vinícius Resende, 16 anos, convive com a doença desde os seis e afirma que o dispositivo representa “uma grande conquista” para sua qualidade de vida. A tia dele, Camila Carvalho, reforçou que o adolescente “não gosta de se furar várias vezes ao dia” e que o sensor “vai ser uma bênção”.

A mãe de Mariana Menezes, de quatro anos, Ana Raquel Oliveira, relatou alívio ao ter acesso ao equipamento: “Quem é mãe de pâncreas sabe a luta diária. É um tratamento maravilhoso”.

Gilvane Ribeiro, mãe de Thaís Fonseca, 12 anos, lembrou o susto do diagnóstico e celebrou a segurança do novo método. Thaís contou que a aplicação “não doeu nada” e que o alarme sonoro a faz sentir-se mais protegida.

Expectativa de expansão

Representante do Instituto Diabetes Brasil, Cândido Rocha classificou o programa como “inovador” e disse esperar que outras cidades adotem modelo semelhante, chamando a atenção para a urgência dessa necessidade.

Com o Sem Medir a Vida, a gestão municipal busca fortalecer a linha de cuidado em endocrinologia, ampliar o acesso a tecnologias de alto custo e prevenir complicações decorrentes do diabetes tipo 1.

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