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Argentina intensifica segurança para semifinal da Copa do Mundo contra Inglaterra

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Argentina intensifica segurança para semifinal da Copa do Mundo contra Inglaterra

Argentina ativa operação de segurança para semifinal da Copa do Mundo contra Inglaterra.

14/07/2026 · 20h57

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O governo da Argentina ativou uma operação especial de segurança visando a semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre a seleção argentina e a Inglaterra, que ocorrerá hoje, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, nos Estados Unidos. As autoridades estão preocupadas com a possibilidade de que integrantes das ‘barras bravas’, torcidas organizadas argentinas frequentemente associadas a atos de violência, viagem para assistir à partida.

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Como parte das medidas de segurança, está prevista uma reunião de coordenação que contará com representantes do FBI, da Polícia do estado da Geórgia, da Polícia de Miami, onde reside um grande número de argentinos, e de agentes da polícia do Reino Unido. Também participarão autoridades ligadas à segurança de eventos esportivos na Argentina, incluindo Franco Berlín, responsável pelo programa ‘Tribuna Segura’, que já se encontra nos Estados Unidos desde o início do Mundial.

O governo argentino está recomendando o aumento da presença policial nos arredores do estádio, o reforço dos controles de acesso e a ampliação do efetivo destinado à operação, além de um fortalecimento da segurança privada dentro da arena. A rivalidade histórica entre as torcidas das seleções é marcada pela Guerra das Malvinas, ocorrida em 1982, e pela vitória da Argentina sobre a Inglaterra na Copa de 1986, um evento que é visto como uma revanche sul-americana.

A decisão de endurecer as medidas de segurança foi motivada pelo surgimento de publicações nas redes sociais convocando torcedores argentinos a viajar aos Estados Unidos para o duelo contra a Inglaterra. Em resposta a essa situação, as autoridades declararam estado de alerta máxima pelo sistema ‘Alertas Halcón’, que funciona em conjunto com a Direção Nacional de Migrações. Essa ferramenta permite monitorar o deslocamento de pessoas que possuem restrições de acesso a estádios na Argentina.

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O sistema foi adaptado especialmente para este evento, de forma que sempre que uma pessoa incluída na base de dados sair do país, um alerta automático será enviado a Franco Berlín, que pode repassar as informações às autoridades norte-americanas. Contudo, esse procedimento não impede a saída do indivíduo da Argentina e a decisão sobre a entrada nos Estados Unidos cabe exclusivamente às autoridades americanas.

O governo argentino já compartilhou com as autoridades dos Estados Unidos uma lista contendo cerca de 35 mil pessoas com restrição de acesso a estádios no país. Essa lista inclui membros de torcidas organizadas, pessoas com antecedentes criminais e devedores de pensão alimentícia. Clubes como Boca Juniors, San Lorenzo e Independiente têm o maior número de torcedores na lista.

Além disso, o governo argentino alertou que qualquer pessoa que provocar incidentes durante o evento será adicionada ao Registro Nacional de Pessoas com Direito de Admissão, o que impedirá sua participação em futuros eventos esportivos na Argentina. A possibilidade de sanções nos Estados Unidos será determinada pelas leis e decisões das autoridades locais.

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A estratégia de segurança visa evitar a repetição de episódios de violência registrados em Copas anteriores. No Mundial do Catar, em 2022, torcedores identificados com clubes argentinos foram vistos nas arquibancadas, e houve rumores sobre financiamento para facilitar essas viagens, embora não tenham sido confirmados. Em 2010, na África do Sul, a viagem organizada pela Hinchadas Unidas Argentinas resultou na deportação de vários torcedores.

O governo argentino já havia encaminhado uma lista de mais de 15 mil pessoas proibidas de entrar em estádios na Argentina para impedir que elas também assistissem a jogos do Mundial de Clubes da FIFA. A ministra da Segurança, Patricia Bullrich, afirmou que essa entrega de listas é feita após um convênio entre os países e reforçou que nenhum torcedor violento poderá participar do evento.

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O governo da Argentina ativou uma operação especial de segurança visando a semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre a seleção argentina e a Inglaterra, que ocorrerá hoje, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, nos Estados Unidos. As autoridades estão preocupadas com a possibilidade de que integrantes das ‘barras bravas’, torcidas organizadas argentinas frequentemente associadas a atos de violência, viagem para assistir à partida.

Como parte das medidas de segurança, está prevista uma reunião de coordenação que contará com representantes do FBI, da Polícia do estado da Geórgia, da Polícia de Miami, onde reside um grande número de argentinos, e de agentes da polícia do Reino Unido. Também participarão autoridades ligadas à segurança de eventos esportivos na Argentina, incluindo Franco Berlín, responsável pelo programa ‘Tribuna Segura’, que já se encontra nos Estados Unidos desde o início do Mundial.

O governo argentino está recomendando o aumento da presença policial nos arredores do estádio, o reforço dos controles de acesso e a ampliação do efetivo destinado à operação, além de um fortalecimento da segurança privada dentro da arena. A rivalidade histórica entre as torcidas das seleções é marcada pela Guerra das Malvinas, ocorrida em 1982, e pela vitória da Argentina sobre a Inglaterra na Copa de 1986, um evento que é visto como uma revanche sul-americana.

A decisão de endurecer as medidas de segurança foi motivada pelo surgimento de publicações nas redes sociais convocando torcedores argentinos a viajar aos Estados Unidos para o duelo contra a Inglaterra. Em resposta a essa situação, as autoridades declararam estado de alerta máxima pelo sistema ‘Alertas Halcón’, que funciona em conjunto com a Direção Nacional de Migrações. Essa ferramenta permite monitorar o deslocamento de pessoas que possuem restrições de acesso a estádios na Argentina.

O sistema foi adaptado especialmente para este evento, de forma que sempre que uma pessoa incluída na base de dados sair do país, um alerta automático será enviado a Franco Berlín, que pode repassar as informações às autoridades norte-americanas. Contudo, esse procedimento não impede a saída do indivíduo da Argentina e a decisão sobre a entrada nos Estados Unidos cabe exclusivamente às autoridades americanas.

O governo argentino já compartilhou com as autoridades dos Estados Unidos uma lista contendo cerca de 35 mil pessoas com restrição de acesso a estádios no país. Essa lista inclui membros de torcidas organizadas, pessoas com antecedentes criminais e devedores de pensão alimentícia. Clubes como Boca Juniors, San Lorenzo e Independiente têm o maior número de torcedores na lista.

Além disso, o governo argentino alertou que qualquer pessoa que provocar incidentes durante o evento será adicionada ao Registro Nacional de Pessoas com Direito de Admissão, o que impedirá sua participação em futuros eventos esportivos na Argentina. A possibilidade de sanções nos Estados Unidos será determinada pelas leis e decisões das autoridades locais.

A estratégia de segurança visa evitar a repetição de episódios de violência registrados em Copas anteriores. No Mundial do Catar, em 2022, torcedores identificados com clubes argentinos foram vistos nas arquibancadas, e houve rumores sobre financiamento para facilitar essas viagens, embora não tenham sido confirmados. Em 2010, na África do Sul, a viagem organizada pela Hinchadas Unidas Argentinas resultou na deportação de vários torcedores.

O governo argentino já havia encaminhado uma lista de mais de 15 mil pessoas proibidas de entrar em estádios na Argentina para impedir que elas também assistissem a jogos do Mundial de Clubes da FIFA. A ministra da Segurança, Patricia Bullrich, afirmou que essa entrega de listas é feita após um convênio entre os países e reforçou que nenhum torcedor violento poderá participar do evento.

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