O Banco do Nordeste (BNB) obteve lucro líquido de R$ 488 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 43% em relação ao mesmo período de 2025. No intervalo, o resultado operacional foi de R$ 878,3 milhões, um aumento de 21,8% na mesma comparação.
Entre janeiro e março, a instituição contratou R$ 11,5 bilhões em operações de crédito, distribuídas em 1,2 milhão de contratos. Os desembolsos somaram R$ 12,5 bilhões, o que representa crescimento de 3,2% frente ao primeiro trimestre do ano anterior.
Segundo o banco, o desempenho foi puxado pela ampliação da carteira de crédito e pelo incremento nas receitas provenientes da prestação de serviços. Em nota, o presidente do BNB, Paulo Câmara, relacionou os resultados à melhora da eficiência operacional e à maior produtividade, além da alocação mais adequada de recursos.
“Os resultados alcançados no primeiro trimestre evidenciam o avanço da eficiência operacional do Banco, com ganhos de produtividade e melhor alocação de recursos, refletidos diretamente nos resultados alcançados. Ao mesmo tempo, traduz o compromisso da administração com a execução das políticas públicas do Governo Federal, sob a liderança do presidente Lula, e com o cumprimento de sua missão institucional de impulsionar a atividade produtiva regional e promover o desenvolvimento econômico e social de forma sustentável. Esses avanços também se traduzem na ampliação dos negócios e na melhoria contínua do atendimento aos clientes, contribuindo para a qualidade de vida da população”, afirmou Paulo Câmara.
A carteira de crédito administrada do BNB encerrou o trimestre em R$ 181,4 bilhões, avanço de 12,4% em 12 meses. A direção do banco atribui esse crescimento ao fortalecimento dos processos de concessão e à ampliação do acesso ao financiamento.
O diretor financeiro e de crédito, Wanger Rocha, informou que a instituição vem atualizando produtos e serviços, com foco em agilidade e soluções integradas. Ele também destacou a diversificação das fontes de funding por meio de parcerias com organismos multilaterais e instituições de desenvolvimento, visando especialmente apoiar investimentos sustentáveis.

Os programas de microfinanças mantiveram ritmo de expansão no trimestre. Foram contratados cerca de R$ 6 bilhões em 1,1 milhão de operações, incremento de 13,5% ante o mesmo período de 2025. O programa Crediamigo movimentou R$ 3,2 bilhões, alta de 3,6%, enquanto o Agroamigo alcançou R$ 2,4 bilhões, crescimento de 29,8%.
Esses números reforçam a atuação do banco junto a micro e pequenos empreendedores em sua área de abrangência.
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