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Aracaju, Sábado, 24 de outubro de 2026
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Aracaju

Cajucidade reforça sergipanidade com arte urbana em Aracaju

No Dia da Sergipanidade, celebrado neste sábado, 24 de outubro, o projeto Cajucidade destaca os cajus gigantes que transformam ruas e espaços turísticos de Aracaju em uma galeria a céu aberto.

24/10/2026 · 14h14
Cajucidade reforça sergipanidade com arte urbana em Aracaju

No Dia da Sergipanidade, celebrado neste sábado, 24 de outubro, o projeto Cajucidade destaca os cajus gigantes que transformam ruas e espaços turísticos de Aracaju em uma galeria a céu aberto.

Celebrado em 24 de outubro, o Dia da Sergipanidade convida ao reconhecimento dos símbolos, tradições e expressões culturais que ajudam a contar a história de Sergipe. Em Aracaju, uma dessas marcas está espalhada por ruas, praças e áreas turísticas: os cajus gigantes que, com novas cores, formas e interpretações artísticas, transformam a paisagem urbana em uma galeria a céu aberto.

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Por trás das esculturas está o Cajucidade, projeto idealizado pelo artista plástico Fábio Sampaio em 2009 e que, mais de 15 anos depois, ganha nova dimensão. Em sua terceira etapa, a iniciativa reúne artistas sergipanos em intervenções individuais e colaborativas, revitalizando as peças e renovando o olhar sobre um dos símbolos mais associados à identidade da capital.

Realizada pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Turismo (Setur), em parceria com a iniciativa privada, a ação de revitalização dos cajus une arte urbana, memória, turismo e valorização cultural. Mais do que recuperar esculturas desgastadas pelo tempo, a proposta busca devolver protagonismo às obras e fortalecer a relação da população com os espaços que integram sua história cotidiana.

A escolha do caju como elemento central está ligada à identidade de Aracaju. A fruta integra o imaginário cultural da capital e estabelece uma conexão simbólica com o próprio nome da cidade, de origem tupi. Ao transformar esse elemento em suporte artístico, o Cajucidade cria uma linguagem visual que aproxima a cultura local de moradores e visitantes.

O nome da iniciativa nasceu da combinação entre “caju” e “cidade”. Para Fábio Sampaio, a expressão traduz o sentimento de pertencimento à capital e a intenção de criar uma intervenção urbana capaz de dialogar com diferentes públicos.

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“A ideia era criar uma intervenção urbana em Aracaju que pudesse entrar em consonância não só com os moradores da cidade, mas também com os turistas e com aquelas pessoas que vêm morar em Aracaju. Então, o sentimento de Cajucidade é uma palavra-valise, que é uma mistura de caju e cidade, mas que tem esse termo do sentimento de ser aracajuano”, explica o artista.

Natural de outro estado, Fábio afirma que sua relação com a capital foi construída ao longo do tempo. O vínculo afetivo com Aracaju e o desejo de ampliar o alcance da produção artística estão entre as motivações que deram origem ao projeto.

“Não sou sergipano de nascimento, aracajuano de nascimento, eu sou de coração. Então, quando eu pensei nesse projeto, a ideia era justamente essa, era dentro do meu fazer artístico, promover algo grande”, relata.

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A proposta do Cajucidade também é levar a arte para além dos museus, galerias e espaços tradicionais de exposição, permitindo que as obras sejam vistas por um público diverso, inclusive por pessoas que não costumam frequentar esses ambientes.

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No Dia da Sergipanidade, celebrado neste sábado, 24 de outubro, o projeto Cajucidade destaca os cajus gigantes que transformam ruas e espaços turísticos de Aracaju em uma galeria a céu aberto.

Celebrado em 24 de outubro, o Dia da Sergipanidade convida ao reconhecimento dos símbolos, tradições e expressões culturais que ajudam a contar a história de Sergipe. Em Aracaju, uma dessas marcas está espalhada por ruas, praças e áreas turísticas: os cajus gigantes que, com novas cores, formas e interpretações artísticas, transformam a paisagem urbana em uma galeria a céu aberto.

Por trás das esculturas está o Cajucidade, projeto idealizado pelo artista plástico Fábio Sampaio em 2009 e que, mais de 15 anos depois, ganha nova dimensão. Em sua terceira etapa, a iniciativa reúne artistas sergipanos em intervenções individuais e colaborativas, revitalizando as peças e renovando o olhar sobre um dos símbolos mais associados à identidade da capital.

Realizada pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Turismo (Setur), em parceria com a iniciativa privada, a ação de revitalização dos cajus une arte urbana, memória, turismo e valorização cultural. Mais do que recuperar esculturas desgastadas pelo tempo, a proposta busca devolver protagonismo às obras e fortalecer a relação da população com os espaços que integram sua história cotidiana.

A escolha do caju como elemento central está ligada à identidade de Aracaju. A fruta integra o imaginário cultural da capital e estabelece uma conexão simbólica com o próprio nome da cidade, de origem tupi. Ao transformar esse elemento em suporte artístico, o Cajucidade cria uma linguagem visual que aproxima a cultura local de moradores e visitantes.

O nome da iniciativa nasceu da combinação entre “caju” e “cidade”. Para Fábio Sampaio, a expressão traduz o sentimento de pertencimento à capital e a intenção de criar uma intervenção urbana capaz de dialogar com diferentes públicos.

“A ideia era criar uma intervenção urbana em Aracaju que pudesse entrar em consonância não só com os moradores da cidade, mas também com os turistas e com aquelas pessoas que vêm morar em Aracaju. Então, o sentimento de Cajucidade é uma palavra-valise, que é uma mistura de caju e cidade, mas que tem esse termo do sentimento de ser aracajuano”, explica o artista.

Natural de outro estado, Fábio afirma que sua relação com a capital foi construída ao longo do tempo. O vínculo afetivo com Aracaju e o desejo de ampliar o alcance da produção artística estão entre as motivações que deram origem ao projeto.

“Não sou sergipano de nascimento, aracajuano de nascimento, eu sou de coração. Então, quando eu pensei nesse projeto, a ideia era justamente essa, era dentro do meu fazer artístico, promover algo grande”, relata.

A proposta do Cajucidade também é levar a arte para além dos museus, galerias e espaços tradicionais de exposição, permitindo que as obras sejam vistas por um público diverso, inclusive por pessoas que não costumam frequentar esses ambientes.

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