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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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ELEIÇÕES 2026

Eleições 2026 têm 407 candidatos LGBTQIA+, segundo o TSE

Registros somam 2% do total no primeiro pleito geral com autodeclaração obrigatória.

16/08/2026 · 10h38 · Atualizado às 12h05
Eleições 2026 têm 407 candidatos LGBTQIA+, segundo o TSE

As Eleições de 2026 têm 407 candidatos LGBTQIA+ registrados, o equivalente a 2,0% do total. É o primeiro pleito geral que exige a autodeclaração no cadastro de candidaturas.

O que dizem os dados do TSE

Os números foram atualizados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na noite de sábado, 15 de agosto de 2026. O prazo para envio das candidaturas terminou às 19h, mas o total final ainda não é conhecido por causa de atrasos nos sistemas da Justiça Eleitoral.

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Entre todos os registros, 10.871 candidatos se declararam heterossexuais, o que representa 53,2%. Outros 9.160 optaram por não divulgar a informação, ou 44,8% do total. Há ainda 53 candidatos que declararam nome social.

Como se dividem os candidatos LGBTQIA+

A distribuição é a seguinte: 150 bissexuais (0,73%), 134 gays (0,66%), 86 lésbicas (0,42%), 26 pansexuais (0,13%) e 11 assexuais (0,05%).

Partidos com mais candidaturas LGBTQIA+

As legendas de esquerda concentram as maiores proporções de candidatos que se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os três partidos com maior percentual são UP (14,9%), Psol (12,7%) e PC do B (8,2%).

Na outra ponta, PCB, PCO e PRTB não têm registro de candidatos LGBTQIA+.

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Calendário eleitoral e análise dos registros

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e, se necessário, o segundo turno ocorre em 25 de outubro. Os candidatos concorrem aos cargos de presidente, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital, este último apenas em Brasília.

Quem enviou a candidatura ainda precisa ter o nome aprovado. O TSE e os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) verificam cada registro para conferir as condições de elegibilidade e a ausência de causa de inelegibilidade.

Os cadastros também podem ser contestados, o que gera recursos. Pelo calendário eleitoral, todos os registros devem ser julgados até 14 de setembro, 20 dias antes do primeiro turno, ainda que discussões judiciais possam se estender além dessa data.

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Dados preliminares podem mudar

As informações são preliminares. O prazo de registro se encerrou no sábado, mas alguns cadastros podem ficar pendentes e ser compilados depois nas bases da Justiça Eleitoral. Eventuais mudanças nos próximos dias não devem alterar o panorama geral.

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As Eleições de 2026 têm 407 candidatos LGBTQIA+ registrados, o equivalente a 2,0% do total. É o primeiro pleito geral que exige a autodeclaração no cadastro de candidaturas.

O que dizem os dados do TSE

Os números foram atualizados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na noite de sábado, 15 de agosto de 2026. O prazo para envio das candidaturas terminou às 19h, mas o total final ainda não é conhecido por causa de atrasos nos sistemas da Justiça Eleitoral.

Entre todos os registros, 10.871 candidatos se declararam heterossexuais, o que representa 53,2%. Outros 9.160 optaram por não divulgar a informação, ou 44,8% do total. Há ainda 53 candidatos que declararam nome social.

Como se dividem os candidatos LGBTQIA+

A distribuição é a seguinte: 150 bissexuais (0,73%), 134 gays (0,66%), 86 lésbicas (0,42%), 26 pansexuais (0,13%) e 11 assexuais (0,05%).

Partidos com mais candidaturas LGBTQIA+

As legendas de esquerda concentram as maiores proporções de candidatos que se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os três partidos com maior percentual são UP (14,9%), Psol (12,7%) e PC do B (8,2%).

Na outra ponta, PCB, PCO e PRTB não têm registro de candidatos LGBTQIA+.

Calendário eleitoral e análise dos registros

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e, se necessário, o segundo turno ocorre em 25 de outubro. Os candidatos concorrem aos cargos de presidente, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital, este último apenas em Brasília.

Quem enviou a candidatura ainda precisa ter o nome aprovado. O TSE e os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) verificam cada registro para conferir as condições de elegibilidade e a ausência de causa de inelegibilidade.

Os cadastros também podem ser contestados, o que gera recursos. Pelo calendário eleitoral, todos os registros devem ser julgados até 14 de setembro, 20 dias antes do primeiro turno, ainda que discussões judiciais possam se estender além dessa data.

Dados preliminares podem mudar

As informações são preliminares. O prazo de registro se encerrou no sábado, mas alguns cadastros podem ficar pendentes e ser compilados depois nas bases da Justiça Eleitoral. Eventuais mudanças nos próximos dias não devem alterar o panorama geral.

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