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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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CBF demite funcionários após vazamento de gastos de Samir Xaud

Esporte

CBF demite funcionários após vazamento de gastos de Samir Xaud

CBF demite funcionários após vazamento de gastos do presidente Samir Xaud.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h14
CBF demite funcionários após vazamento de gastos de Samir Xaud

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Os bastidores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estão em um clima de alta tensão, com uma intensa busca por responsáveis pelo vazamento de informações confidenciais sobre os gastos do presidente, Samir Xaud. Nas últimas semanas, a gestão da entidade iniciou uma varredura interna rigorosa para identificar a origem deste vazamento, que revelou detalhes sobre os deslocamentos internacionais do dirigente.

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De acordo com informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, essa investigação interna já resultou na demissão de dois funcionários do setor financeiro, que estavam diretamente ligados ao caso. A medida reflete a preocupação da CBF em estancar o fluxo de informações sigilosas que vêm à tona, especialmente em um momento de vulnerabilidade para a entidade.

“A situação é delicada e a desconfiança tomou conta do ambiente de trabalho”, afirmou uma fonte próxima à CBF, destacando a pressão interna para resolver a questão o mais rápido possível.

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Além das demissões, a cúpula da CBF estaria considerando uma hipótese política, sugerindo que Ednaldo Rodrigues, ex-presidente destituído em 2025, poderia estar atuando nos bastidores para desestabilizar a atual administração. Essa teoria adiciona uma camada de complexidade à crise, que já é profundamente afetada por questões éticas e de gestão financeira.

O estopim para toda essa turbulência foram as informações que indicaram o uso de verbas institucionais da CBF para cobrir os custos de viagens internacionais de duas supostas amantes do presidente. Um caso em particular chamou atenção: a viagem de uma acompanhante ao Catar, que teria custado cerca de R$ 100 mil aos cofres da entidade. Esses gastos geraram desconforto significativo entre a comissão técnica e o elenco da Seleção Brasileira, que se encontram em meio ao torneio da Copa do Mundo.

Em resposta às denúncias, Samir Xaud negou qualquer irregularidade e defendeu-se, afirmando que não utilizou recursos da federação para fins pessoais ou para financiar viagens de pessoas não ligadas institucionalmente à CBF. A situação, no entanto, ganhou contornos ainda mais complicados quando, ao ser confrontado pela esposa sobre fotos que o mostravam em companhia de outra mulher em Nova Iorque, Samir alegou que as imagens eram montagens criadas por inteligência artificial.

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De acordo com informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, essa investigação interna já resultou na demissão de dois funcionários do setor financeiro, que estavam diretamente ligados ao caso. A medida reflete a preocupação da CBF em estancar o fluxo de informações sigilosas que vêm à tona, especialmente em um momento de vulnerabilidade para a entidade.

“A situação é delicada e a desconfiança tomou conta do ambiente de trabalho”, afirmou uma fonte próxima à CBF, destacando a pressão interna para resolver a questão o mais rápido possível.

Além das demissões, a cúpula da CBF estaria considerando uma hipótese política, sugerindo que Ednaldo Rodrigues, ex-presidente destituído em 2025, poderia estar atuando nos bastidores para desestabilizar a atual administração. Essa teoria adiciona uma camada de complexidade à crise, que já é profundamente afetada por questões éticas e de gestão financeira.

O estopim para toda essa turbulência foram as informações que indicaram o uso de verbas institucionais da CBF para cobrir os custos de viagens internacionais de duas supostas amantes do presidente. Um caso em particular chamou atenção: a viagem de uma acompanhante ao Catar, que teria custado cerca de R$ 100 mil aos cofres da entidade. Esses gastos geraram desconforto significativo entre a comissão técnica e o elenco da Seleção Brasileira, que se encontram em meio ao torneio da Copa do Mundo.

Em resposta às denúncias, Samir Xaud negou qualquer irregularidade e defendeu-se, afirmando que não utilizou recursos da federação para fins pessoais ou para financiar viagens de pessoas não ligadas institucionalmente à CBF. A situação, no entanto, ganhou contornos ainda mais complicados quando, ao ser confrontado pela esposa sobre fotos que o mostravam em companhia de outra mulher em Nova Iorque, Samir alegou que as imagens eram montagens criadas por inteligência artificial.

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