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Celulares ficam mais difíceis de consertar com avanço da IA

Política

Celulares ficam mais difíceis de consertar com avanço da IA

Grupo PLL informa que a IA torna consertos de celulares mais complexos e desafiadores.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h06
Celulares ficam mais difíceis de consertar com avanço da IA

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A integração entre hardware e software cresce nos smartphones e complica reparos. Empresa sergipana alerta para novos desafios técnicos enfrentados por profissionais da manutenção.

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A inteligência artificial (IA) está tornando os celulares mais difíceis de consertar, conforme afirmações do Grupo PLL, uma empresa especializada em manutenção de dispositivos móveis. A crescente integração entre hardware e software está aumentando a complexidade dos diagnósticos, reparos e validações técnicas dos aparelhos, o que impacta diretamente o trabalho dos profissionais da área.

A atual geração de smartphones apresenta funções mais sofisticadas e um nível elevado de integração entre seus componentes. Isso significa que, para identificar falhas e garantir que os sistemas funcionem corretamente após a substituição de peças, os técnicos enfrentam processos mais complexos. A empresa destaca que essa nova realidade também afeta o tempo necessário para manutenção e os custos operacionais envolvidos.

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O Grupo PLL ressalta que a tecnologia inteligente influencia não apenas os diagnósticos, mas também as etapas de validação dos dispositivos após os reparos. Essa situação levanta questões importantes sobre o direito ao reparo e a obsolescência no Brasil. Várias propostas estão sendo debatidas com o objetivo de ampliar a vida útil dos eletrônicos e facilitar o acesso dos consumidores à manutenção, especialmente em um momento em que os smartphones desempenham um papel central nas atividades diárias.

Lucas Linhares, sócio-fundador e porta-voz do Grupo PLL, compartilhou a visão da companhia sobre a importância do reparo qualificado. Segundo ele, este se tornou um elo fundamental entre inovação e durabilidade dos dispositivos. A empresa atende a fabricantes e seguradoras, além de manter um centro próprio de reparos em São Paulo, com capacidade para processar 24 mil ordens mensais.

Recentemente, um estudo revelou que o conserto de celulares usados cresceu 68% no Brasil, o que evidencia a crescente demanda por serviços de reparo em um cenário onde a tecnologia se torna cada vez mais integrada e complexa.

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A inteligência artificial (IA) está tornando os celulares mais difíceis de consertar, conforme afirmações do Grupo PLL, uma empresa especializada em manutenção de dispositivos móveis. A crescente integração entre hardware e software está aumentando a complexidade dos diagnósticos, reparos e validações técnicas dos aparelhos, o que impacta diretamente o trabalho dos profissionais da área.

A atual geração de smartphones apresenta funções mais sofisticadas e um nível elevado de integração entre seus componentes. Isso significa que, para identificar falhas e garantir que os sistemas funcionem corretamente após a substituição de peças, os técnicos enfrentam processos mais complexos. A empresa destaca que essa nova realidade também afeta o tempo necessário para manutenção e os custos operacionais envolvidos.

O Grupo PLL ressalta que a tecnologia inteligente influencia não apenas os diagnósticos, mas também as etapas de validação dos dispositivos após os reparos. Essa situação levanta questões importantes sobre o direito ao reparo e a obsolescência no Brasil. Várias propostas estão sendo debatidas com o objetivo de ampliar a vida útil dos eletrônicos e facilitar o acesso dos consumidores à manutenção, especialmente em um momento em que os smartphones desempenham um papel central nas atividades diárias.

Lucas Linhares, sócio-fundador e porta-voz do Grupo PLL, compartilhou a visão da companhia sobre a importância do reparo qualificado. Segundo ele, este se tornou um elo fundamental entre inovação e durabilidade dos dispositivos. A empresa atende a fabricantes e seguradoras, além de manter um centro próprio de reparos em São Paulo, com capacidade para processar 24 mil ordens mensais.

Recentemente, um estudo revelou que o conserto de celulares usados cresceu 68% no Brasil, o que evidencia a crescente demanda por serviços de reparo em um cenário onde a tecnologia se torna cada vez mais integrada e complexa.

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