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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Saúde

Cobertura da vacina contra HPV entre meninos de 9 a 14 anos chega a 74,78% em São Paulo

A cobertura vacinal de meninos de 9 a 14 anos contra o HPV (papilomavírus humano) no estado de São Paulo atingiu 74,78% em 2025, informou a Secretaria de Estado da Saúde. Em 2022, o índice entre o mesmo grupo era de 47,35%.

05/03/2026 · 17h46 · Atualizado às 19h04
Cobertura da vacina contra HPV entre meninos de 9 a 14 anos chega a 74,78% em São Paulo

A cobertura vacinal de meninos de 9 a 14 anos contra o HPV (papilomavírus humano) no estado de São Paulo atingiu 74,78% em 2025, informou a Secretaria de Estado da Saúde. Em 2022, o índice entre o mesmo grupo era de 47,35%.

Na mesma faixa etária, a adesão entre as meninas também cresceu: a cobertura passou de 81,85% em 2022 para 86,76% em 2025. Apesar da evolução, os percentuais de ambos os sexos permanecem abaixo da meta de 90% estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

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O Governo do Estado atribui o aumento da cobertura a medidas de mobilização adotadas pela Secretaria da Saúde, entre as quais busca ativa de jovens, articulação nas unidades básicas, ações em parceria com os municípios e campanhas de orientação sobre a importância da vacinação nessa faixa etária.

Vacina

O vírus do HPV está associado a vários tipos de câncer, como o de colo do útero, de pênis, anal e orofaríngeo. A transmissão ocorre pelo contato direto com pele e mucosas infectadas e também por meio de atividade sexual.

A vacinação é ofertada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde do estado. Para crianças e adolescentes a administração é realizada em dose única.

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A diretora da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria de Estado da Saúde, Maria Lígia Nerger, reforça que o público-alvo prioritário são meninas e meninos entre 9 e 14 anos e que a imunização deve ser iniciada o quanto antes, preferencialmente aos 9 anos, antes que haja exposição ao vírus, pois nessa faixa etária a resposta imunológica é mais eficaz.

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Também são contempladas pela imunização pessoas de 9 a 45 anos com condições clínicas especiais, entre elas indivíduos vivendo com HIV/Aids, transplantados (órgãos sólidos ou medula óssea), pacientes oncológicos com imunossupressão, vítimas de abuso sexual e portadores de papilomatose respiratória recorrente (PRR).

As autoridades de saúde mantêm a recomendação de que pais e responsáveis verifiquem o calendário vacinal das crianças e adolescentes e busquem as unidades de saúde para garantir a aplicação.

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A cobertura vacinal de meninos de 9 a 14 anos contra o HPV (papilomavírus humano) no estado de São Paulo atingiu 74,78% em 2025, informou a Secretaria de Estado da Saúde. Em 2022, o índice entre o mesmo grupo era de 47,35%.

Na mesma faixa etária, a adesão entre as meninas também cresceu: a cobertura passou de 81,85% em 2022 para 86,76% em 2025. Apesar da evolução, os percentuais de ambos os sexos permanecem abaixo da meta de 90% estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

O Governo do Estado atribui o aumento da cobertura a medidas de mobilização adotadas pela Secretaria da Saúde, entre as quais busca ativa de jovens, articulação nas unidades básicas, ações em parceria com os municípios e campanhas de orientação sobre a importância da vacinação nessa faixa etária.

Vacina

O vírus do HPV está associado a vários tipos de câncer, como o de colo do útero, de pênis, anal e orofaríngeo. A transmissão ocorre pelo contato direto com pele e mucosas infectadas e também por meio de atividade sexual.

A vacinação é ofertada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde do estado. Para crianças e adolescentes a administração é realizada em dose única.

A diretora da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria de Estado da Saúde, Maria Lígia Nerger, reforça que o público-alvo prioritário são meninas e meninos entre 9 e 14 anos e que a imunização deve ser iniciada o quanto antes, preferencialmente aos 9 anos, antes que haja exposição ao vírus, pois nessa faixa etária a resposta imunológica é mais eficaz.

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Também são contempladas pela imunização pessoas de 9 a 45 anos com condições clínicas especiais, entre elas indivíduos vivendo com HIV/Aids, transplantados (órgãos sólidos ou medula óssea), pacientes oncológicos com imunossupressão, vítimas de abuso sexual e portadores de papilomatose respiratória recorrente (PRR).

As autoridades de saúde mantêm a recomendação de que pais e responsáveis verifiquem o calendário vacinal das crianças e adolescentes e busquem as unidades de saúde para garantir a aplicação.

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