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Colômbia elege presidente de direita e muda equilíbrio político na América do Sul

Brasil

Colômbia elege presidente de direita e muda equilíbrio político na América do Sul

Com vitória na Colômbia, direita avança e muda a dinâmica política na América do Sul.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 04h46
Colômbia elege presidente de direita e muda equilíbrio político na América do Sul

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Abelardo de la Espriella vence eleição na Colômbia e amplia espaço da direita no continente. Com a posse prevista para agosto, região terá seis países para cada lado do espectro político.

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Com a vitória de Abelardo de la Espriella, do partido Defensores de la Patria, na eleição presidencial realizada no domingo (21 de junho de 2026) na Colômbia, a direita amplia seu espaço político na América do Sul. A posse de De la Espriella está marcada para o dia 7 de agosto, momento em que a região contará com 6 países governados pela esquerda e 6 pela direita.

A situação política na América do Sul tem se transformado com a recente apuração eleitoral em outros países da região. No Peru, Keiko Fujimori, do partido Fuerza Popular, mantém uma vantagem estreita na contagem dos votos. Caso sua vitória se concretize, a composição política passará a ter 7 presidentes de direita e 5 de esquerda.

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O avanço da direita na América do Sul começou a se consolidar com as vitórias de Javier Milei na Argentina, Daniel Noboa no Equador, Rodrigo Paz na Bolívia e José Antonio Kast no Chile. A eleição de De la Espriella fortalece ainda mais essa tendência, reduzindo o número de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na região.

Historicamente, no fim de 2015, a esquerda e a centro-esquerda governavam 8 países sul-americanos, enquanto a direita e a centro-direita estavam no poder em 4. Em 2020, a direita já governava países como Brasil, Chile e Uruguai. A esquerda, por sua vez, havia retornado ao poder na Argentina com Alberto Fernández.

Até setembro de 2025, apenas Argentina, Paraguai e Equador contavam com governos de direita. Contudo, a relação começou a mudar com as eleições que ocorreram a partir do final daquele ano. O Paraguai se destaca como uma exceção nas recentes alternâncias políticas no Cone Sul, mantendo-se sob governo da direita entre 2015 e 2025, com líderes como Horacio Cartes, Mario Abdo Benítez e Santiago Peña.

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Abelardo de la Espriella vence eleição na Colômbia e amplia espaço da direita no continente. Com a posse prevista para agosto, região terá seis países para cada lado do espectro político.

Com a vitória de Abelardo de la Espriella, do partido Defensores de la Patria, na eleição presidencial realizada no domingo (21 de junho de 2026) na Colômbia, a direita amplia seu espaço político na América do Sul. A posse de De la Espriella está marcada para o dia 7 de agosto, momento em que a região contará com 6 países governados pela esquerda e 6 pela direita.

A situação política na América do Sul tem se transformado com a recente apuração eleitoral em outros países da região. No Peru, Keiko Fujimori, do partido Fuerza Popular, mantém uma vantagem estreita na contagem dos votos. Caso sua vitória se concretize, a composição política passará a ter 7 presidentes de direita e 5 de esquerda.

O avanço da direita na América do Sul começou a se consolidar com as vitórias de Javier Milei na Argentina, Daniel Noboa no Equador, Rodrigo Paz na Bolívia e José Antonio Kast no Chile. A eleição de De la Espriella fortalece ainda mais essa tendência, reduzindo o número de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na região.

Historicamente, no fim de 2015, a esquerda e a centro-esquerda governavam 8 países sul-americanos, enquanto a direita e a centro-direita estavam no poder em 4. Em 2020, a direita já governava países como Brasil, Chile e Uruguai. A esquerda, por sua vez, havia retornado ao poder na Argentina com Alberto Fernández.

Até setembro de 2025, apenas Argentina, Paraguai e Equador contavam com governos de direita. Contudo, a relação começou a mudar com as eleições que ocorreram a partir do final daquele ano. O Paraguai se destaca como uma exceção nas recentes alternâncias políticas no Cone Sul, mantendo-se sob governo da direita entre 2015 e 2025, com líderes como Horacio Cartes, Mario Abdo Benítez e Santiago Peña.

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