Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 13 de julho de 2026
Pular para o conteúdo

Compliance se torna essencial em negócios diante de novas exigências

Blog

Compliance se torna essencial em negócios diante de novas exigências

O compliance se torna um elemento essencial na gestão de riscos e governança das empresas.

13/07/2026 · 13h00
Compliance se torna essencial em negócios diante de novas exigências

Publicidade

O aumento significativo dos registros de operações suspeitas comunicadas ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) reflete uma mudança profunda no ambiente de negócios brasileiro. Nos últimos anos, mais do que atender a exigências regulatórias, as empresas passaram a considerar o compliance como um componente essencial da gestão de riscos e da governança corporativa.

Publicidade

Publicidade

Entre 2015 e 2024, o volume de comunicações de operações suspeitas ao Coaf cresceu 766,6%, saltando de 296.183 para 2.566.713. No mesmo período, os RIFs (relatórios de inteligência financeira) emitidos pelo órgão aumentaram de 4.304 para 18.762. Esses dados indicam o fortalecimento da capacidade de monitoramento e fiscalização, além da evolução tecnológica do sistema financeiro, que foi impulsionada pela digitalização dos serviços financeiros e pela expansão dos meios eletrônicos de pagamento.

O ambiente regulatório se tornou mais sofisticado, elevando as expectativas sobre a capacidade das empresas de conhecer seus clientes, parceiros e fornecedores. Como resultado, o compliance deixou de ser uma atividade restrita às áreas jurídica e regulatória, passando a influenciar decisões comerciais, processos de contratação e estratégias de expansão para novos mercados.

Além disso, investidores e instituições financeiras começaram a exigir programas de integridade mais robustos como condição para estabelecer relações comerciais. Assim, demonstrar maturidade em governança e gestão de riscos se tornou um diferencial competitivo, capaz de fortalecer a reputação e ampliar oportunidades de negócio.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

“Nos últimos anos, observamos uma mudança importante. Hoje, o compliance tornou-se um processo contínuo de inteligência sobre clientes, parceiros e operações”, afirmou Bruno Zago, CEO da Cedro Technologies.

A tecnologia desempenha um papel crucial nessa transformação. A integração de bases de dados, aliada à automação e ao uso crescente de inteligência artificial, permite análises mais rápidas e precisas. Isso possibilita que as equipes direcionem seus esforços para investigações que realmente exigem avaliação humana, reduzindo falsos positivos e aumentando a eficiência.

Nesse contexto, a adoção de plataformas especializadas em compliance e inteligência de dados permite que as organizações transformem grandes volumes de informações em decisões mais consistentes e seguras. O compliance evolui, assim, de uma função operacional para uma função estratégica apoiada por tecnologia.

Publicidade

A tendência é que esse movimento se intensifique nos próximos anos, com a ampliação das relações comerciais internacionais e o avanço da inteligência artificial, tornando o compliance cada vez mais integrado à estratégia corporativa. Empresas que estruturam programas modernos de compliance não apenas evitam penalidades, mas também aceleram processos de negócio, fortalecem a confiança e criam bases mais sólidas para um crescimento sustentável.

Em um ambiente econômico caracterizado pela complexidade regulatória e pela velocidade das transformações, a confiança tornou-se um ativo estratégico. O compliance, impulsionado por tecnologia e inteligência, é o elemento que permite às organizações construir essa confiança de forma consistente e preparada para os desafios futuros.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Publicidade

O aumento significativo dos registros de operações suspeitas comunicadas ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) reflete uma mudança profunda no ambiente de negócios brasileiro. Nos últimos anos, mais do que atender a exigências regulatórias, as empresas passaram a considerar o compliance como um componente essencial da gestão de riscos e da governança corporativa.

Entre 2015 e 2024, o volume de comunicações de operações suspeitas ao Coaf cresceu 766,6%, saltando de 296.183 para 2.566.713. No mesmo período, os RIFs (relatórios de inteligência financeira) emitidos pelo órgão aumentaram de 4.304 para 18.762. Esses dados indicam o fortalecimento da capacidade de monitoramento e fiscalização, além da evolução tecnológica do sistema financeiro, que foi impulsionada pela digitalização dos serviços financeiros e pela expansão dos meios eletrônicos de pagamento.

O ambiente regulatório se tornou mais sofisticado, elevando as expectativas sobre a capacidade das empresas de conhecer seus clientes, parceiros e fornecedores. Como resultado, o compliance deixou de ser uma atividade restrita às áreas jurídica e regulatória, passando a influenciar decisões comerciais, processos de contratação e estratégias de expansão para novos mercados.

Além disso, investidores e instituições financeiras começaram a exigir programas de integridade mais robustos como condição para estabelecer relações comerciais. Assim, demonstrar maturidade em governança e gestão de riscos se tornou um diferencial competitivo, capaz de fortalecer a reputação e ampliar oportunidades de negócio.

“Nos últimos anos, observamos uma mudança importante. Hoje, o compliance tornou-se um processo contínuo de inteligência sobre clientes, parceiros e operações”, afirmou Bruno Zago, CEO da Cedro Technologies.

A tecnologia desempenha um papel crucial nessa transformação. A integração de bases de dados, aliada à automação e ao uso crescente de inteligência artificial, permite análises mais rápidas e precisas. Isso possibilita que as equipes direcionem seus esforços para investigações que realmente exigem avaliação humana, reduzindo falsos positivos e aumentando a eficiência.

Nesse contexto, a adoção de plataformas especializadas em compliance e inteligência de dados permite que as organizações transformem grandes volumes de informações em decisões mais consistentes e seguras. O compliance evolui, assim, de uma função operacional para uma função estratégica apoiada por tecnologia.

A tendência é que esse movimento se intensifique nos próximos anos, com a ampliação das relações comerciais internacionais e o avanço da inteligência artificial, tornando o compliance cada vez mais integrado à estratégia corporativa. Empresas que estruturam programas modernos de compliance não apenas evitam penalidades, mas também aceleram processos de negócio, fortalecem a confiança e criam bases mais sólidas para um crescimento sustentável.

Em um ambiente econômico caracterizado pela complexidade regulatória e pela velocidade das transformações, a confiança tornou-se um ativo estratégico. O compliance, impulsionado por tecnologia e inteligência, é o elemento que permite às organizações construir essa confiança de forma consistente e preparada para os desafios futuros.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA