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Aracaju, Quarta-feira, 15 de julho de 2026
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Conab projeta safra de grãos em recorde de 360,1 milhões de toneladas

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Conab projeta safra de grãos em recorde de 360,1 milhões de toneladas

Conab eleva previsão da safra nacional de grãos para 360,1 milhões de toneladas em 2025/26.

14/07/2026 · 20h57
Conab projeta safra de grãos em recorde de 360,1 milhões de toneladas

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou a estimativa para a produção nacional de grãos e fibras para 360,1 milhões de toneladas na safra 2025/26, um aumento de 0,4% em relação à previsão anterior. Este volume representa um crescimento de 2,2% em comparação à safra passada, o equivalente a 7,8 milhões de toneladas.

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O aumento na produção é reflexo da ampliação da área cultivada, que deve somar 83,5 milhões de hectares. A produtividade média das lavouras permanece estável, estimada em 4.311 quilos por hectare, conforme divulgado no 10º Levantamento da Conab hoje.

No que se refere à soja, a produção alcançou 180,6 milhões de toneladas, marcando um avanço de 5,3% em relação à safra anterior. Esse resultado é atribuído ao aumento de 2,7% na área plantada, aliado ao uso de tecnologias mais eficientes e condições climáticas favoráveis.

Já o milho, que é colhido em três safras no ciclo atual, está projetado em 141,7 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 0,4% em relação ao ciclo passado. A primeira safra do grão está quase totalmente colhida, com uma produção estimada em 29,6 milhões de toneladas. A segunda safra, por sua vez, apresenta uma colheita de 38,9% da área plantada, um índice inferior à média dos últimos cinco anos.

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O estado de Mato Grosso, principal produtor de milho, registrou condições climáticas favoráveis, enquanto Goiás, Minas Gerais e Piauí enfrentaram veranicos que afetaram a cultura. A Conab estima que a segunda safra deve alcançar 109,43 milhões de toneladas, enquanto a terceira safra é esperada em 2,7 milhões de toneladas. Contudo, a baixa precipitação em Sergipe e Alagoas pode impactar negativamente as lavouras.

No arroz, a produção totalizou 11,1 milhões de toneladas, uma queda de 13,1% em relação à safra anterior, reflexo da diminuição da área plantada. Quanto ao feijão, a produção está estimada em 3 milhões de toneladas, 1,4% inferior ao ciclo passado. Na primeira safra, a produção foi de 971,9 mil toneladas, com uma redução de 8,5%.

O algodão tem uma produção prevista de 4,06 milhões de toneladas, com 8,1% da área colhida até agora. As boas condições climáticas têm contribuído para o crescimento da produtividade. Por outro lado, a produção de trigo, uma cultura de inverno, deve cair 23,5%, com a Conab prevendo uma colheita de 6 milhões de toneladas.

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Além disso, a Conab ajustou as estimativas de estoque de milho para a safra 2025/26, agora projetando 14,5 milhões de toneladas em estoque até janeiro de 2027. As expectativas de exportação de algodão também foram ajustadas, podendo atingir 3,38 milhões de toneladas.

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou a estimativa para a produção nacional de grãos e fibras para 360,1 milhões de toneladas na safra 2025/26, um aumento de 0,4% em relação à previsão anterior. Este volume representa um crescimento de 2,2% em comparação à safra passada, o equivalente a 7,8 milhões de toneladas.

O aumento na produção é reflexo da ampliação da área cultivada, que deve somar 83,5 milhões de hectares. A produtividade média das lavouras permanece estável, estimada em 4.311 quilos por hectare, conforme divulgado no 10º Levantamento da Conab hoje.

No que se refere à soja, a produção alcançou 180,6 milhões de toneladas, marcando um avanço de 5,3% em relação à safra anterior. Esse resultado é atribuído ao aumento de 2,7% na área plantada, aliado ao uso de tecnologias mais eficientes e condições climáticas favoráveis.

Já o milho, que é colhido em três safras no ciclo atual, está projetado em 141,7 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 0,4% em relação ao ciclo passado. A primeira safra do grão está quase totalmente colhida, com uma produção estimada em 29,6 milhões de toneladas. A segunda safra, por sua vez, apresenta uma colheita de 38,9% da área plantada, um índice inferior à média dos últimos cinco anos.

O estado de Mato Grosso, principal produtor de milho, registrou condições climáticas favoráveis, enquanto Goiás, Minas Gerais e Piauí enfrentaram veranicos que afetaram a cultura. A Conab estima que a segunda safra deve alcançar 109,43 milhões de toneladas, enquanto a terceira safra é esperada em 2,7 milhões de toneladas. Contudo, a baixa precipitação em Sergipe e Alagoas pode impactar negativamente as lavouras.

No arroz, a produção totalizou 11,1 milhões de toneladas, uma queda de 13,1% em relação à safra anterior, reflexo da diminuição da área plantada. Quanto ao feijão, a produção está estimada em 3 milhões de toneladas, 1,4% inferior ao ciclo passado. Na primeira safra, a produção foi de 971,9 mil toneladas, com uma redução de 8,5%.

O algodão tem uma produção prevista de 4,06 milhões de toneladas, com 8,1% da área colhida até agora. As boas condições climáticas têm contribuído para o crescimento da produtividade. Por outro lado, a produção de trigo, uma cultura de inverno, deve cair 23,5%, com a Conab prevendo uma colheita de 6 milhões de toneladas.

Além disso, a Conab ajustou as estimativas de estoque de milho para a safra 2025/26, agora projetando 14,5 milhões de toneladas em estoque até janeiro de 2027. As expectativas de exportação de algodão também foram ajustadas, podendo atingir 3,38 milhões de toneladas.

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