O Dia Nacional da Mamografia, celebrado em 5 de fevereiro, reforça a relevância do exame no rastreamento precoce do câncer de mama. Reconhecida internacionalmente, a mamografia permite identificar alterações antes do surgimento de sintomas, ampliando as chances de tratamento bem-sucedido.
Recomendação da sociedade médica
A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) orienta que mulheres realizem mamografia de rastreamento todos os anos a partir dos 40 anos. A medida é considerada fundamental para detectar tumores em estágios iniciais, possibilitando terapias menos agressivas e maiores índices de cura.
Números de Sergipe e cobertura nacional
Segundo o relatório “Controle de câncer de mama no Brasil: dados e números 2025”, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Sergipe apresenta a menor taxa de mortalidade por câncer de mama do Nordeste, mas pode registrar cerca de 570 novos casos por ano. No país, a cobertura média do exame entre mulheres de 50 a 69 anos alcança apenas 30,6%, com variações expressivas entre os estados, indicando falhas no acesso ao rastreamento.
Especialista ressalta benefícios
A mastologista Paula Saab, da Clínica Homo, em Aracaju, destaca que a mamografia “permite identificar alterações mamárias muitas vezes antes de qualquer sintoma”. Para a médica, o diagnóstico precoce oferece “opções terapêuticas menos agressivas, com maiores taxas de sucesso e preservação da qualidade de vida”.
Serviço em Aracaju
Com foco na saúde integral da mulher, a Clínica Homo mantém serviço de mamografia equipado com tecnologia de alta resolução e equipe especializada na realização e interpretação dos exames. “Nosso compromisso é oferecer atendimento humanizado, do agendamento à entrega dos resultados, orientando e acolhendo a paciente em cada etapa”, afirma Saab.
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