A corrida eleitoral de 2026 já movimenta os bastidores da política sergipana. Nos últimos dias, líderes locais travaram nova disputa pelo controle de siglas estratégicas para acomodar candidatos com potencial de voto.
Os episódios mais recentes envolverem o Podemos e o Republicanos, legendas que passaram da base do governador Fábio Mitidieri (PSD) para a oposição. Antes disso, o deputado federal Rodrigo Valadares (União), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, assumiu o comando do Partido Liberal (PL), desalojando pré-candidatos das chapas majoritária e proporcional.
Sem espaço no PL, esses pré-candidatos reagiram rapidamente e tomaram o Podemos do ex-deputado André Moura, hoje pré-candidato ao Senado, e o Republicanos do deputado federal Gustinho Ribeiro.
Parlamentares e dirigentes partidários avaliam que a disputa só deve arrefecer depois da janela partidária de março, período em que detentores de mandato podem trocar de legenda sem risco de perder o cargo. Até lá, o quadro de alianças permanece instável e projeções sobre as chapas de 2026 são consideradas prematuras.
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