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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Economia

Distrito Federal e 15 estados registram recorde no rendimento médio do trabalhador

O Distrito Federal e 15 unidades da federação registraram, no primeiro trimestre deste ano, o maior rendimento médio mensal do trabalhador desde o...

14/05/2026 · 15h02 · Atualizado às 13h07
Distrito Federal e 15 estados registram recorde no rendimento médio do trabalhador

O Distrito Federal e 15 unidades da federação registraram, no primeiro trimestre deste ano, o maior rendimento médio mensal do trabalhador desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012. A média nacional alcançou R$ 3.722, também recorde, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) foi divulgada nesta quinta-feira (14) pelo IBGE e considera pessoas a partir de 14 anos, englobando diferentes formas de ocupação — com carteira assinada, temporária ou por conta própria, entre outras.

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No Distrito Federal, o rendimento médio do trabalhador chegou a R$ 6.720, valor 81% superior à média nacional divulgada em 30 de abril. O montante do DF corresponde a exatamente três vezes o registrado no Maranhão, de R$ 2.240, que também teve seu maior resultado histórico, mas permanece como o menor entre as unidades da federação.

O desempenho do Distrito Federal é atribuído ao peso dos servidores públicos na capital, que apresentam remuneração acima da média do setor privado.

Unidades da federação com recorde no rendimento médio do trabalhador:

  • Distrito Federal: R$ 6.720
  • Santa Catarina: R$ 4.298
  • Paraná: R$ 4.180
  • Rio Grande do Sul: R$ 4.127
  • Goiás: R$ 3.878
  • Mato Grosso do Sul: R$ 3.768
  • Espírito Santo: R$ 3.708
  • Minas Gerais: R$ 3.448
  • Amapá: R$ 3.412
  • Sergipe: R$ 3.031
  • Rio Grande do Norte: R$ 2.953
  • Paraíba: R$ 2.806
  • Piauí: R$ 2.628
  • Ceará: R$ 2.597
  • Bahia: R$ 2.483
  • Maranhão: R$ 2.240

Rendimento médio por região:

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  • Centro-Oeste: R$ 4.379 (recorde)
  • Sul: R$ 4.193 (recorde)
  • Sudeste: R$ 4.125
  • Norte: R$ 2.849
  • Nordeste: R$ 2.616 (recorde)

Desemprego por unidade da federação

O IBGE também informou que a taxa de desocupação no país ficou em 6,1% no primeiro trimestre deste ano, o menor patamar para o período desde o início da série histórica. Pelo critério adotado pelo instituto, somente é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa. Foram visitados 211 mil domicílios em todo o país.

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Doze estados registraram taxas de desemprego abaixo da média nacional, com destaque para Santa Catarina, que apresentou índice inferior a 3%.

Taxas de desocupação por unidades da federação no primeiro trimestre:

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  • Amapá: 10%
  • Bahia: 9,2%
  • Alagoas: 9,2%
  • Pernambuco: 9,2%
  • Piauí: 8,9%
  • Sergipe: 8,6%
  • Amazonas: 8,3%
  • Acre: 8,2%
  • Rio Grande do Norte: 7,6%
  • Rio de Janeiro: 7,3%
  • Ceará: 7,3%
  • Distrito Federal: 7,1%
  • Paraíba: 7%
  • Pará: 7%
  • Maranhão: 6,9%
  • Brasil: 6,1%
  • São Paulo: 6%
  • Roraima: 5,7%
  • Tocantins: 5,6%
  • Goiás: 5,1%
  • Minas Gerais: 5%
  • Rio Grande do Sul: 4%
  • Mato Grosso do Sul: 3,8%
  • Rondônia: 3,7%
  • Paraná: 3,5%
  • Espírito Santo: 3,2%
  • Mato Grosso: 3,1%
  • Santa Catarina: 2,7%

Os resultados refletem o comportamento do mercado de trabalho no primeiro trimestre do ano, conforme a pesquisa do IBGE.

 

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O Distrito Federal e 15 unidades da federação registraram, no primeiro trimestre deste ano, o maior rendimento médio mensal do trabalhador desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012. A média nacional alcançou R$ 3.722, também recorde, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) foi divulgada nesta quinta-feira (14) pelo IBGE e considera pessoas a partir de 14 anos, englobando diferentes formas de ocupação — com carteira assinada, temporária ou por conta própria, entre outras.

No Distrito Federal, o rendimento médio do trabalhador chegou a R$ 6.720, valor 81% superior à média nacional divulgada em 30 de abril. O montante do DF corresponde a exatamente três vezes o registrado no Maranhão, de R$ 2.240, que também teve seu maior resultado histórico, mas permanece como o menor entre as unidades da federação.

O desempenho do Distrito Federal é atribuído ao peso dos servidores públicos na capital, que apresentam remuneração acima da média do setor privado.

Unidades da federação com recorde no rendimento médio do trabalhador:

  • Distrito Federal: R$ 6.720
  • Santa Catarina: R$ 4.298
  • Paraná: R$ 4.180
  • Rio Grande do Sul: R$ 4.127
  • Goiás: R$ 3.878
  • Mato Grosso do Sul: R$ 3.768
  • Espírito Santo: R$ 3.708
  • Minas Gerais: R$ 3.448
  • Amapá: R$ 3.412
  • Sergipe: R$ 3.031
  • Rio Grande do Norte: R$ 2.953
  • Paraíba: R$ 2.806
  • Piauí: R$ 2.628
  • Ceará: R$ 2.597
  • Bahia: R$ 2.483
  • Maranhão: R$ 2.240

Rendimento médio por região:

  • Centro-Oeste: R$ 4.379 (recorde)
  • Sul: R$ 4.193 (recorde)
  • Sudeste: R$ 4.125
  • Norte: R$ 2.849
  • Nordeste: R$ 2.616 (recorde)

Desemprego por unidade da federação

O IBGE também informou que a taxa de desocupação no país ficou em 6,1% no primeiro trimestre deste ano, o menor patamar para o período desde o início da série histórica. Pelo critério adotado pelo instituto, somente é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa. Foram visitados 211 mil domicílios em todo o país.

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Doze estados registraram taxas de desemprego abaixo da média nacional, com destaque para Santa Catarina, que apresentou índice inferior a 3%.

Taxas de desocupação por unidades da federação no primeiro trimestre:

  • Amapá: 10%
  • Bahia: 9,2%
  • Alagoas: 9,2%
  • Pernambuco: 9,2%
  • Piauí: 8,9%
  • Sergipe: 8,6%
  • Amazonas: 8,3%
  • Acre: 8,2%
  • Rio Grande do Norte: 7,6%
  • Rio de Janeiro: 7,3%
  • Ceará: 7,3%
  • Distrito Federal: 7,1%
  • Paraíba: 7%
  • Pará: 7%
  • Maranhão: 6,9%
  • Brasil: 6,1%
  • São Paulo: 6%
  • Roraima: 5,7%
  • Tocantins: 5,6%
  • Goiás: 5,1%
  • Minas Gerais: 5%
  • Rio Grande do Sul: 4%
  • Mato Grosso do Sul: 3,8%
  • Rondônia: 3,7%
  • Paraná: 3,5%
  • Espírito Santo: 3,2%
  • Mato Grosso: 3,1%
  • Santa Catarina: 2,7%

Os resultados refletem o comportamento do mercado de trabalho no primeiro trimestre do ano, conforme a pesquisa do IBGE.

 

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