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Saúde

Doação de órgãos cresce mais de 20% em Sergipe e reforça importância do “sim” das famílias

A solidariedade tem gerado cada vez mais esperança em Sergipe. Nos primeiros seis meses de 2025, o estado registrou um crescimento de mais de 20% no número de doações de órgãos, com 28 procedimentos realizados, segundo dados da Organização de Procura de Órgãos (OPO). O número inclui três doações de coração, um transplante mais raro que exige grande agilidade e estrutura, demonstrando um avanço significativo para a rede de saúde sergipana.

18/07/2025 · 10h24 · Atualizado às 19h02
Doação de órgãos cresce mais de 20% em Sergipe e reforça importância do “sim” das famílias

Com 28 doações no primeiro semestre, incluindo três de coração, estado se destaca pelo acolhimento familiar e agilidade nos protocolos, que são decisivos para salvar vidas.

A solidariedade tem gerado cada vez mais esperança em Sergipe. Nos primeiros seis meses de 2025, o estado registrou um crescimento de mais de 20% no número de doações de órgãos, com 28 procedimentos realizados, segundo dados da Organização de Procura de Órgãos (OPO). O número inclui três doações de coração, um transplante mais raro que exige grande agilidade e estrutura, demonstrando um avanço significativo para a rede de saúde sergipana.

O sucesso se deve a uma combinação de fatores, como explica a coordenadora da OPO, Darcyana Lisboa. Um deles é a abordagem humanizada com as famílias, que são acolhidas e orientadas sobre a gravidade do caso mesmo antes da abertura do protocolo de morte encefálica. Outros pontos decisivos são a maior notificação de potenciais doadores pelos hospitais e a agilidade no encerramento do protocolo, agora feito em até 24 horas, o que é fundamental para garantir a viabilidade dos órgãos.

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Cada “sim” de uma família em um momento de dor é capaz de transformar vidas. Darcyana recorda o caso recente de um coração que salvou um paciente com menos de 48 horas de expectativa de vida. “A família disse sim, e conseguimos organizar tudo rapidamente. Só nessa doação, seis pessoas foram beneficiadas”, conta. A história reforça a mensagem mais importante: no Brasil, a doação só ocorre com autorização familiar. Por isso, conversar com parentes e manifestar o desejo de ser doador é o ato mais importante para quem quer salvar vidas.

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Com 28 doações no primeiro semestre, incluindo três de coração, estado se destaca pelo acolhimento familiar e agilidade nos protocolos, que são decisivos para salvar vidas.

A solidariedade tem gerado cada vez mais esperança em Sergipe. Nos primeiros seis meses de 2025, o estado registrou um crescimento de mais de 20% no número de doações de órgãos, com 28 procedimentos realizados, segundo dados da Organização de Procura de Órgãos (OPO). O número inclui três doações de coração, um transplante mais raro que exige grande agilidade e estrutura, demonstrando um avanço significativo para a rede de saúde sergipana.

O sucesso se deve a uma combinação de fatores, como explica a coordenadora da OPO, Darcyana Lisboa. Um deles é a abordagem humanizada com as famílias, que são acolhidas e orientadas sobre a gravidade do caso mesmo antes da abertura do protocolo de morte encefálica. Outros pontos decisivos são a maior notificação de potenciais doadores pelos hospitais e a agilidade no encerramento do protocolo, agora feito em até 24 horas, o que é fundamental para garantir a viabilidade dos órgãos.

Cada “sim” de uma família em um momento de dor é capaz de transformar vidas. Darcyana recorda o caso recente de um coração que salvou um paciente com menos de 48 horas de expectativa de vida. “A família disse sim, e conseguimos organizar tudo rapidamente. Só nessa doação, seis pessoas foram beneficiadas”, conta. A história reforça a mensagem mais importante: no Brasil, a doação só ocorre com autorização familiar. Por isso, conversar com parentes e manifestar o desejo de ser doador é o ato mais importante para quem quer salvar vidas.

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