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Aracaju, Sábado, 24 de outubro de 2026
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Economia

Dólar fecha abaixo de R$ 5; bolsa sobe e petróleo alcança máxima desde abril

Dólar fechou a R$ 4,993 e teve queda semanal de 1,58%. Ibovespa subiu e petróleo atingiu maior nível desde abril com tensões no Oriente Médio.

24/10/2026 · 14h16
Dólar fecha abaixo de R$ 5; bolsa sobe e petróleo alcança máxima desde abril

O dólar encerrou o pregão abaixo de R$ 5 nesta sexta-feira (23) e a bolsa brasileira registrou alta no último dia útil antes do segundo turno das eleições presidenciais, enquanto o petróleo avançou mais de 3%, atingindo o maior patamar desde abril em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio.

No mercado doméstico, investidores ajustaram posições à espera da votação de domingo (25), e as tensões geopolíticas na região elevaram os preços da commodity no exterior. A pressão sobre os preços do petróleo refletiu-se em ações de petroleiras e mineradoras na B3.

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Números do dia

  • Dólar à vista: R$ 4,993 (-0,92%)
  • Dólar na semana: queda de 1,58%
  • Ibovespa: 205.082,56 pontos (+0,47%)
  • Ibovespa na semana: queda de 0,17%
  • Petróleo tipo Brent: US$ 116,72 (+3,13%)
  • Petróleo tipo WTI: US$ 103,27 (+3,82%)

O dólar comercial fechou em queda de 0,92%, cotado a R$ 4,993. Na reta final do pregão, a moeda chegou à mínima de R$ 4,989. A cotação ficou no menor nível desde 9 de outubro, quando terminou em R$ 4,985. Na semana, a divisa acumulou desvalorização de 1,58%, depois de ter avançado 1,77% na semana anterior.

Analistas apontaram que o movimento ocorreu no último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais, com investidores recalibrando posições diante das expectativas para o resultado da disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). A moeda brasileira teve o melhor desempenho entre as principais divisas globais mesmo com a valorização do dólar no exterior: por volta das 17h, o índice DXY, que mede a força do dólar diante de uma cesta de moedas fortes, subia 0,19%, aos 101,799 pontos.

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O principal índice da B3, o Ibovespa, fechou em alta de 0,47%, aos 205.082,56 pontos, com volume financeiro negociado de R$ 30,7 bilhões. Apesar do avanço no dia, o índice acumulou queda de 0,17% na semana, marcada pela cautela dos investidores diante da eleição presidencial. No acumulado de outubro, a bolsa registrou valorização de 10,06% e, em 2026, alta de 27,28%.

Os contratos futuros do petróleo fecharam em forte alta, impulsionados pelo aumento das tensões no Oriente Médio. O barril do tipo Brent para dezembro subiu 3,13%, encerrando a US$ 116,72, o maior patamar desde abril. O barril WTI para dezembro subiu 3,82%, a US$ 103,27. Na comparação semanal, os contratos do Brent e do WTI para dezembro subiram 6,24% e 4,29%, respectivamente.

A alta nos preços foi sustentada pelo risco de agravamento dos conflitos na região. O Irã advertiu que poderá responder a eventuais novos ataques dos Estados Unidos e de Israel com ofensivas contra bases militares, navios de guerra e outros alvos em países vizinhos do Golfo Pérsico. Confrontos envolvendo os houthis e a Arábia Saudita também aumentaram preocupações sobre a segurança regional. Nos Estados Unidos, o Departamento de Energia autorizou medidas envolvendo a Reserva Estratégica de Petróleo para ajudar a estabilizar o abastecimento diante de perdas de estoques e possíveis interrupções no mercado.

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O dólar encerrou o pregão abaixo de R$ 5 nesta sexta-feira (23) e a bolsa brasileira registrou alta no último dia útil antes do segundo turno das eleições presidenciais, enquanto o petróleo avançou mais de 3%, atingindo o maior patamar desde abril em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio.

No mercado doméstico, investidores ajustaram posições à espera da votação de domingo (25), e as tensões geopolíticas na região elevaram os preços da commodity no exterior. A pressão sobre os preços do petróleo refletiu-se em ações de petroleiras e mineradoras na B3.

Números do dia

  • Dólar à vista: R$ 4,993 (-0,92%)
  • Dólar na semana: queda de 1,58%
  • Ibovespa: 205.082,56 pontos (+0,47%)
  • Ibovespa na semana: queda de 0,17%
  • Petróleo tipo Brent: US$ 116,72 (+3,13%)
  • Petróleo tipo WTI: US$ 103,27 (+3,82%)

O dólar comercial fechou em queda de 0,92%, cotado a R$ 4,993. Na reta final do pregão, a moeda chegou à mínima de R$ 4,989. A cotação ficou no menor nível desde 9 de outubro, quando terminou em R$ 4,985. Na semana, a divisa acumulou desvalorização de 1,58%, depois de ter avançado 1,77% na semana anterior.

Analistas apontaram que o movimento ocorreu no último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais, com investidores recalibrando posições diante das expectativas para o resultado da disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). A moeda brasileira teve o melhor desempenho entre as principais divisas globais mesmo com a valorização do dólar no exterior: por volta das 17h, o índice DXY, que mede a força do dólar diante de uma cesta de moedas fortes, subia 0,19%, aos 101,799 pontos.

O principal índice da B3, o Ibovespa, fechou em alta de 0,47%, aos 205.082,56 pontos, com volume financeiro negociado de R$ 30,7 bilhões. Apesar do avanço no dia, o índice acumulou queda de 0,17% na semana, marcada pela cautela dos investidores diante da eleição presidencial. No acumulado de outubro, a bolsa registrou valorização de 10,06% e, em 2026, alta de 27,28%.

Os contratos futuros do petróleo fecharam em forte alta, impulsionados pelo aumento das tensões no Oriente Médio. O barril do tipo Brent para dezembro subiu 3,13%, encerrando a US$ 116,72, o maior patamar desde abril. O barril WTI para dezembro subiu 3,82%, a US$ 103,27. Na comparação semanal, os contratos do Brent e do WTI para dezembro subiram 6,24% e 4,29%, respectivamente.

A alta nos preços foi sustentada pelo risco de agravamento dos conflitos na região. O Irã advertiu que poderá responder a eventuais novos ataques dos Estados Unidos e de Israel com ofensivas contra bases militares, navios de guerra e outros alvos em países vizinhos do Golfo Pérsico. Confrontos envolvendo os houthis e a Arábia Saudita também aumentaram preocupações sobre a segurança regional. Nos Estados Unidos, o Departamento de Energia autorizou medidas envolvendo a Reserva Estratégica de Petróleo para ajudar a estabilizar o abastecimento diante de perdas de estoques e possíveis interrupções no mercado.

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