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Economia

Durigan afirma: juros altos tornam endividamento público insustentável

Ministro da Fazenda comenta sobre o endividamento público e gastos governamentais.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h47
Durigan afirma: juros altos tornam endividamento público insustentável

O ministro da Fazenda disse que o aumento dos juros é o principal motor do crescimento da dívida, que se agravou em 2024. Ele classifica o quadro como alarmante, mas prevê melhora a partir de 2030.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, avaliou nesta segunda-feira (27) que o gasto do governo já não justifica o endividamento público que começou a se intensificar em 2024. Durante uma entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco, ele destacou que a alta dos juros é o principal fator que contribui para o crescimento da dívida pública do país.

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Durigan afirmou que a situação do endividamento não está positiva e permanece em níveis alarmantes. Contudo, ele previu uma redução nesse indicador a partir de 2030.

“Nós temos que mostrar que o país tem caminho para seguir com uma trajetória sustentável”,

disse o ministro, ressaltando a importância de transmitir segurança ao mercado econômico.

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Além de discutir o endividamento, Durigan criticou a gestão do governo anterior, liderado por Jair Bolsonaro, apontando que certas medidas adotadas em 2022, como o atraso nos precatórios, impactaram negativamente as contas públicas. O ministro mencionou que o governo atual está implementando um bloqueio orçamentário e comparou as ações com as realizadas por administrações passadas, que também realizaram alterações de crédito. Ele alertou sobre os riscos associados ao crédito concedido, destacando que os cidadãos precisam ser responsáveis pelo pagamento, mesmo que as taxas de juros sejam mais baixas.

Durigan também refutou a alegação de que o governo continua gastando sem controle e abordou o arcabouço fiscal. Ele indicou que, em 2026, a expectativa é de um déficit fiscal muito pequeno ou até mesmo um superávit, dependendo da arrecadação proveniente do petróleo.

Essas declarações refletem a preocupação do governo em estabelecer um caminho claro e sustentável para a economia, especialmente em um cenário onde o endividamento público é uma preocupação crescente.

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O ministro da Fazenda disse que o aumento dos juros é o principal motor do crescimento da dívida, que se agravou em 2024. Ele classifica o quadro como alarmante, mas prevê melhora a partir de 2030.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, avaliou nesta segunda-feira (27) que o gasto do governo já não justifica o endividamento público que começou a se intensificar em 2024. Durante uma entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco, ele destacou que a alta dos juros é o principal fator que contribui para o crescimento da dívida pública do país.

Durigan afirmou que a situação do endividamento não está positiva e permanece em níveis alarmantes. Contudo, ele previu uma redução nesse indicador a partir de 2030.

“Nós temos que mostrar que o país tem caminho para seguir com uma trajetória sustentável”,

disse o ministro, ressaltando a importância de transmitir segurança ao mercado econômico.

Além de discutir o endividamento, Durigan criticou a gestão do governo anterior, liderado por Jair Bolsonaro, apontando que certas medidas adotadas em 2022, como o atraso nos precatórios, impactaram negativamente as contas públicas. O ministro mencionou que o governo atual está implementando um bloqueio orçamentário e comparou as ações com as realizadas por administrações passadas, que também realizaram alterações de crédito. Ele alertou sobre os riscos associados ao crédito concedido, destacando que os cidadãos precisam ser responsáveis pelo pagamento, mesmo que as taxas de juros sejam mais baixas.

Durigan também refutou a alegação de que o governo continua gastando sem controle e abordou o arcabouço fiscal. Ele indicou que, em 2026, a expectativa é de um déficit fiscal muito pequeno ou até mesmo um superávit, dependendo da arrecadação proveniente do petróleo.

Essas declarações refletem a preocupação do governo em estabelecer um caminho claro e sustentável para a economia, especialmente em um cenário onde o endividamento público é uma preocupação crescente.

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