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Política

Eduardo da Fonte promete aliar-se a Lula se eleito senador por Pernambuco

Eduardo da Fonte, pré-candidato ao Senado, promete alinhamento com Lula se eleito.

25/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h57
Eduardo da Fonte promete aliar-se a Lula se eleito senador por Pernambuco

Caso vença, manterá relação natural com Lula, a quem conhece há 20 anos. Integrante da chapa de Raquel Lyra, diz que sempre buscou pacificar o Congresso para viabilizar pautas.

O deputado Eduardo da Fonte, pré-candidato do PP ao Senado em Pernambuco, anunciou que, se eleito, deverá manter um alinhamento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Da Fonte faz parte da chapa liderada pela governadora Raquel Lyra (PSD).

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Em suas declarações, o congressista afirmou que a relação com o presidente será de forma natural, uma vez que se conhece há 20 anos. Ele destacou que sempre buscou pacificar as relações e contribuir para o andamento das pautas no Congresso.

“Vai ser fácil um alinhamento natural. Lula me conhece. Estou há 20 anos no Congresso. Sempre pacifiquei a relação e sempre procurei ajudar. Não vou ter um comportamento atípico”, declarou.

Eduardo da Fonte também mencionou que existem pautas em comum com o governo. Ele citou, por exemplo, sua coautoria na proposta que acaba com a escala 6 X 1, uma medida que é apoiada pelo governo.

“Vou votar no que for. Fui coautor da proposta que acaba com a escala 6 X 1, que é uma pauta do governo. Sou tranquilo e alinhado com o governo”, disse.

Entretanto, a trajetória política do deputado não foi sempre próxima ao PT. Em abril de 2016, ele votou a favor da abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

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Nas eleições deste ano, a aliança do PT é com o ex-prefeito do Recife João Campos, pré-candidato do PSB ao governo de Pernambuco. A ex-deputada Marília Arraes (PDT-PE) e o senador Humberto Costa (PT-PE) também fazem parte da chapa que disputará a Casa Alta.

Eduardo da Fonte não apenas lidera o PP, mas também preside a federação União Progressista no estado. A governadora Raquel Lyra ainda não anunciou sua chapa, mas a expectativa é que essa definição ocorra na próxima semana, com a tendência de que o deputado Túlio Gadêlha (PSD-PE) seja um dos candidatos ao Senado.

A outra vaga na chapa foi oferecida à União Progressista, que tem Eduardo da Fonte como presidente estadual. A federação é composta pelo PP e União Brasil, sendo que Miguel Coelho (União Brasil-PE), ex-prefeito de Petrolina, também se apresenta como pré-candidato ao Senado.

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As convenções do PP e União Brasil estão agendadas para o dia 1º de agosto, em Pernambuco, onde serão homologadas as escolhas de cada partido. A convenção da União Progressista no estado ocorrerá no dia 5 de agosto, às 11h, na sede da federação, no bairro do Pina, no Recife, onde será oficializado o candidato ao Senado.

Raquel Lyra também será oficializada como candidata à reeleição na convenção do PSD, programada para o dia 2 de agosto, às 9h, no Parador, localizado no Bairro do Recife.

No dia 22 de julho, a federação anunciou sua neutralidade em relação ao plano nacional, o que frustrou o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que contava com apoio. Eduardo da Fonte reiterou seu posicionamento em favor da neutralidade da federação.

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Caso vença, manterá relação natural com Lula, a quem conhece há 20 anos. Integrante da chapa de Raquel Lyra, diz que sempre buscou pacificar o Congresso para viabilizar pautas.

O deputado Eduardo da Fonte, pré-candidato do PP ao Senado em Pernambuco, anunciou que, se eleito, deverá manter um alinhamento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Da Fonte faz parte da chapa liderada pela governadora Raquel Lyra (PSD).

Em suas declarações, o congressista afirmou que a relação com o presidente será de forma natural, uma vez que se conhece há 20 anos. Ele destacou que sempre buscou pacificar as relações e contribuir para o andamento das pautas no Congresso.

“Vai ser fácil um alinhamento natural. Lula me conhece. Estou há 20 anos no Congresso. Sempre pacifiquei a relação e sempre procurei ajudar. Não vou ter um comportamento atípico”, declarou.

Eduardo da Fonte também mencionou que existem pautas em comum com o governo. Ele citou, por exemplo, sua coautoria na proposta que acaba com a escala 6 X 1, uma medida que é apoiada pelo governo.

“Vou votar no que for. Fui coautor da proposta que acaba com a escala 6 X 1, que é uma pauta do governo. Sou tranquilo e alinhado com o governo”, disse.

Entretanto, a trajetória política do deputado não foi sempre próxima ao PT. Em abril de 2016, ele votou a favor da abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Nas eleições deste ano, a aliança do PT é com o ex-prefeito do Recife João Campos, pré-candidato do PSB ao governo de Pernambuco. A ex-deputada Marília Arraes (PDT-PE) e o senador Humberto Costa (PT-PE) também fazem parte da chapa que disputará a Casa Alta.

Eduardo da Fonte não apenas lidera o PP, mas também preside a federação União Progressista no estado. A governadora Raquel Lyra ainda não anunciou sua chapa, mas a expectativa é que essa definição ocorra na próxima semana, com a tendência de que o deputado Túlio Gadêlha (PSD-PE) seja um dos candidatos ao Senado.

A outra vaga na chapa foi oferecida à União Progressista, que tem Eduardo da Fonte como presidente estadual. A federação é composta pelo PP e União Brasil, sendo que Miguel Coelho (União Brasil-PE), ex-prefeito de Petrolina, também se apresenta como pré-candidato ao Senado.

As convenções do PP e União Brasil estão agendadas para o dia 1º de agosto, em Pernambuco, onde serão homologadas as escolhas de cada partido. A convenção da União Progressista no estado ocorrerá no dia 5 de agosto, às 11h, na sede da federação, no bairro do Pina, no Recife, onde será oficializado o candidato ao Senado.

Raquel Lyra também será oficializada como candidata à reeleição na convenção do PSD, programada para o dia 2 de agosto, às 9h, no Parador, localizado no Bairro do Recife.

No dia 22 de julho, a federação anunciou sua neutralidade em relação ao plano nacional, o que frustrou o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que contava com apoio. Eduardo da Fonte reiterou seu posicionamento em favor da neutralidade da federação.

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