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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Política

Edvaldo Nogueira defende aprovação do projeto que elimina a escala 6×1

O pré-candidato ao Senado e ex-prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT-SE), manifestou apoio à aprovação do projeto que prevê o fim da escala 6×1...

27/05/2026 · 12h06 · Atualizado às 21h19
Edvaldo Nogueira defende aprovação do projeto que elimina a escala 6×1

O pré-candidato ao Senado e ex-prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT-SE), manifestou apoio à aprovação do projeto que prevê o fim da escala 6×1 no país. A proposta começou a ser debatida na Câmara dos Deputados nesta semana e, segundo expectativa dos envolvidos, deve ser votada pela Comissão Especial na quarta-feira, 27, e encaminhada ao plenário na quinta-feira, 28.

Edvaldo afirmou que a alteração na jornada representa um ganho na qualidade de vida dos trabalhadores, ao reduzir a exaustão provocada por rotinas prolongadas. Segundo o pré-candidato, dispor de mais tempo para cuidados pessoais, família e saúde mental torna o trabalhador mais motivado, criativo e comprometido, o que, na sua avaliação, traz benefícios tanto para os empregados quanto para as empresas e para o país.

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Ao tratar da transição da escala 6×1 para a 5×2, Edvaldo ressaltou a necessidade de um processo planejado e seguro. Ele defendeu a escuta de trabalhadores e de representantes do setor produtivo para definir mecanismos que garantam uma mudança justa e que preservem os empregos. Na avaliação do ex-prefeito, é preciso compatibilizar a proteção ao trabalhador com as demandas de quem gera emprego e movimenta a economia.

O pré-candidato também destacou que a revisão da escala tem implicações econômicas, além das sociais. Para ele, a redução da jornada pode incentivar a formalização do trabalho, aumentar o número de carteiras assinadas e dinamizar a circulação de renda na economia, alinhando interesses de desenvolvimento com responsabilidade social.

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O projeto tramita inicialmente na Câmara dos Deputados; após eventual aprovação nas duas votações previstas na Casa, seguirá para análise do Senado Federal. Caso seja aprovado tanto pela Câmara quanto pelo Senado, o texto será remetido para sanção presidencial.

EDVALDO-NOGUEIRA_-FOTO-ANA-LICIA-MENEZES

A proposta tem mobilizado parlamentares, trabalhadores e representantes do setor produtivo em todo o país, que acompanham as etapas de votação e debate nas comissões e no plenário.

 

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O pré-candidato ao Senado e ex-prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT-SE), manifestou apoio à aprovação do projeto que prevê o fim da escala 6×1 no país. A proposta começou a ser debatida na Câmara dos Deputados nesta semana e, segundo expectativa dos envolvidos, deve ser votada pela Comissão Especial na quarta-feira, 27, e encaminhada ao plenário na quinta-feira, 28.

Edvaldo afirmou que a alteração na jornada representa um ganho na qualidade de vida dos trabalhadores, ao reduzir a exaustão provocada por rotinas prolongadas. Segundo o pré-candidato, dispor de mais tempo para cuidados pessoais, família e saúde mental torna o trabalhador mais motivado, criativo e comprometido, o que, na sua avaliação, traz benefícios tanto para os empregados quanto para as empresas e para o país.

Ao tratar da transição da escala 6×1 para a 5×2, Edvaldo ressaltou a necessidade de um processo planejado e seguro. Ele defendeu a escuta de trabalhadores e de representantes do setor produtivo para definir mecanismos que garantam uma mudança justa e que preservem os empregos. Na avaliação do ex-prefeito, é preciso compatibilizar a proteção ao trabalhador com as demandas de quem gera emprego e movimenta a economia.

O pré-candidato também destacou que a revisão da escala tem implicações econômicas, além das sociais. Para ele, a redução da jornada pode incentivar a formalização do trabalho, aumentar o número de carteiras assinadas e dinamizar a circulação de renda na economia, alinhando interesses de desenvolvimento com responsabilidade social.

O projeto tramita inicialmente na Câmara dos Deputados; após eventual aprovação nas duas votações previstas na Casa, seguirá para análise do Senado Federal. Caso seja aprovado tanto pela Câmara quanto pelo Senado, o texto será remetido para sanção presidencial.

EDVALDO-NOGUEIRA_-FOTO-ANA-LICIA-MENEZES

A proposta tem mobilizado parlamentares, trabalhadores e representantes do setor produtivo em todo o país, que acompanham as etapas de votação e debate nas comissões e no plenário.

 

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