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Aracaju, Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
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ELEIÇÕES 2026

Eleição no RN vai para o 2º turno após disputa por décimos

Disputa ao governo do RN foi a mais acirrada de 2026; Allyson Bezerra teve 36,94% e Cadu de Lula 36,16%, e o estado terá segundo turno.

05/10/2026 · 15h15 · Atualizado às 16h43
Eleição no RN vai para o 2º turno após disputa por décimos

A disputa pelo governo do Rio Grande do Norte terminou com diferença de 0,78 ponto entre os dois primeiros. Allyson Bezerra (União Brasil), 34, teve 36,94% contra 36,16% do rival, e haverá nova votação.

A disputa pelo governo do Rio Grande do Norte foi a mais acirrada das eleições de 2026 e será decidida em segundo turno. No primeiro turno, o candidato mais votado alcançou 36,94% dos votos, enquanto o segundo obteve 36,16%, separando a dupla por margem estreita e levando o pleito à definição em nova votação.

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O primeiro colocado na votação, Allyson Bezerra (União Brasil), tem 34 anos, é engenheiro civil e político de Mossoró, com trajetória que inclui eleição para deputado estadual em 2018 e mandato na Prefeitura de Mossoró a partir de 2020, reeleito em 2024 com 78% dos votos. Na campanha ao governo, Allyson defendeu a ampliação de ações de gestão, investimentos em infraestrutura, reforço à saúde e modernização administrativa. Disputa o cargo com Hermano Morais (MDB) como vice.

O segundo colocado, Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu de Lula (PT), obteve 36,16% dos votos. Cadu tem 48 anos, é funcionário público de carreira e construiu sua trajetória na área econômica. Formado em engenharia de computação e auditor fiscal do Tesouro Estadual, foi secretário da Fazenda durante o governo de Fátima Bezerra (PT) e deixou o cargo para disputar uma eleição pela primeira vez.

Além dos dois candidatos que seguem para o segundo turno, a disputa ao executivo estadual contou com outras candidaturas registradas no primeiro turno. A definição em duas etapas ocorre porque nenhum candidato atingiu a maioria absoluta dos votos válidos no turno inicial.

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Candidatos ao governo

  • Allyson Bezerra (União Brasil) — 36,94%
  • Carlos Eduardo Xavier, Cadu de Lula (PT) — 36,16%
  • Álvaro Dias (PL)
  • Arinalda do MLB (UP)
  • Dário Barbosa (PSTU)
  • Godeiro Linhares (DC)
  • Henrique Lyra (PCO)
  • Rodrigo de Bolsonaro (Agir)

Vagas para o Senado

  • Styvenson Valentim (Podemos)
  • Samanda de Lula (PT)

As duas vagas ao Senado foram ocupadas por Styvenson Valentim, pelo Podemos, e por Samanda de Lula, pelo PT. Styvenson, senador desde 2019 e natural de Rio Branco (AC), é oficial da Polícia Militar do Rio Grande do Norte e ganhou projeção nacional ao comandar operações da Lei Seca. Levou para o Senado uma agenda centrada em segurança pública, fiscalização e transparência.

Samanda de Lula é engenheira e vereadora de Natal. A trajetória política dela começou há mais de duas décadas ao lado da então deputada e senadora Fátima Bezerra. Samanda também atuou em áreas de direitos humanos, trabalho e gestão pública no Governo Federal e no Governo do Rio Grande do Norte.

Com o segundo turno marcado, o Rio Grande do Norte terá nova rodada de campanha para definir o próximo governador, em disputa que seguirá com alta atenção por causa da margem estreita registrada no primeiro turno.

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A disputa pelo governo do Rio Grande do Norte terminou com diferença de 0,78 ponto entre os dois primeiros. Allyson Bezerra (União Brasil), 34, teve 36,94% contra 36,16% do rival, e haverá nova votação.

A disputa pelo governo do Rio Grande do Norte foi a mais acirrada das eleições de 2026 e será decidida em segundo turno. No primeiro turno, o candidato mais votado alcançou 36,94% dos votos, enquanto o segundo obteve 36,16%, separando a dupla por margem estreita e levando o pleito à definição em nova votação.

O primeiro colocado na votação, Allyson Bezerra (União Brasil), tem 34 anos, é engenheiro civil e político de Mossoró, com trajetória que inclui eleição para deputado estadual em 2018 e mandato na Prefeitura de Mossoró a partir de 2020, reeleito em 2024 com 78% dos votos. Na campanha ao governo, Allyson defendeu a ampliação de ações de gestão, investimentos em infraestrutura, reforço à saúde e modernização administrativa. Disputa o cargo com Hermano Morais (MDB) como vice.

O segundo colocado, Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu de Lula (PT), obteve 36,16% dos votos. Cadu tem 48 anos, é funcionário público de carreira e construiu sua trajetória na área econômica. Formado em engenharia de computação e auditor fiscal do Tesouro Estadual, foi secretário da Fazenda durante o governo de Fátima Bezerra (PT) e deixou o cargo para disputar uma eleição pela primeira vez.

Além dos dois candidatos que seguem para o segundo turno, a disputa ao executivo estadual contou com outras candidaturas registradas no primeiro turno. A definição em duas etapas ocorre porque nenhum candidato atingiu a maioria absoluta dos votos válidos no turno inicial.

Candidatos ao governo

  • Allyson Bezerra (União Brasil) — 36,94%
  • Carlos Eduardo Xavier, Cadu de Lula (PT) — 36,16%
  • Álvaro Dias (PL)
  • Arinalda do MLB (UP)
  • Dário Barbosa (PSTU)
  • Godeiro Linhares (DC)
  • Henrique Lyra (PCO)
  • Rodrigo de Bolsonaro (Agir)

Vagas para o Senado

  • Styvenson Valentim (Podemos)
  • Samanda de Lula (PT)

As duas vagas ao Senado foram ocupadas por Styvenson Valentim, pelo Podemos, e por Samanda de Lula, pelo PT. Styvenson, senador desde 2019 e natural de Rio Branco (AC), é oficial da Polícia Militar do Rio Grande do Norte e ganhou projeção nacional ao comandar operações da Lei Seca. Levou para o Senado uma agenda centrada em segurança pública, fiscalização e transparência.

Samanda de Lula é engenheira e vereadora de Natal. A trajetória política dela começou há mais de duas décadas ao lado da então deputada e senadora Fátima Bezerra. Samanda também atuou em áreas de direitos humanos, trabalho e gestão pública no Governo Federal e no Governo do Rio Grande do Norte.

Com o segundo turno marcado, o Rio Grande do Norte terá nova rodada de campanha para definir o próximo governador, em disputa que seguirá com alta atenção por causa da margem estreita registrada no primeiro turno.

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