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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Justiça

Embate na OAB: Presidente rejeita pautar pedido de afastamento do ministro Alexandre de Moraes

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, decidiu barrar a inclusão de um debate sobre o afastamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, durante a reunião do Conselho Federal da entidade, realizada nesta segunda-feira (14). A pauta havia sido solicitada pelo conselheiro representante de Minas Gerais, Marcelo Tostes.

15/09/2026 · 09h47
Embate na OAB: Presidente rejeita pautar pedido de afastamento do ministro Alexandre de Moraes

Beto Simonetti barra requerimento de conselheiro mineiro e afirma que Conselho Federal aguardará relatório de comissão especial sobre o caso do Banco Master.

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, decidiu barrar a inclusão de um debate sobre o afastamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, durante a reunião do Conselho Federal da entidade, realizada nesta segunda-feira (14). A pauta havia sido solicitada pelo conselheiro representante de Minas Gerais, Marcelo Tostes.

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Ao negar o requerimento, Simonetti justificou que a OAB Nacional já havia deliberado, na semana anterior, pela criação de uma comissão específica para analisar as denúncias. Segundo o presidente, o Conselho Federal só voltará a debater o tema e tomará qualquer decisão após o colegiado concluir os trabalhos e apresentar o relatório final.

A cobrança do conselheiro Marcelo Tostes ocorreu em meio às recentes informações de que Alexandre de Moraes teria supostamente participado da revisão de um contrato de honorários advocatícios celebrado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa. O valor do contrato superaria a marca de R$ 120 milhões.

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Durante a sessão, Tostes subiu o tom das cobranças à direção da Ordem. “Essa informação é verdadeira, confirmada pelo escritório. Eu pergunto: um fato dessa dimensão não é suficiente ao menos para que o Conselho Federal da OAB avalie a necessidade de um afastamento cautelar do ministro?”, questionou o conselheiro.

O representante mineiro também alertou para a pressão que vem das bases estaduais. Ele lembrou que diversas Seccionais da OAB já manifestaram publicamente preocupação com a gravidade das denúncias. O caso mais emblemático citado por Tostes foi o da OAB do Distrito Federal, cujo Conselho Pleno aprovou o encaminhamento de uma proposta formal ao Conselho Federal exigindo a abertura de processos de impeachment não apenas contra Alexandre de Moraes, mas também contra o ministro Dias Toffoli.

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Beto Simonetti barra requerimento de conselheiro mineiro e afirma que Conselho Federal aguardará relatório de comissão especial sobre o caso do Banco Master.

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, decidiu barrar a inclusão de um debate sobre o afastamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, durante a reunião do Conselho Federal da entidade, realizada nesta segunda-feira (14). A pauta havia sido solicitada pelo conselheiro representante de Minas Gerais, Marcelo Tostes.

Ao negar o requerimento, Simonetti justificou que a OAB Nacional já havia deliberado, na semana anterior, pela criação de uma comissão específica para analisar as denúncias. Segundo o presidente, o Conselho Federal só voltará a debater o tema e tomará qualquer decisão após o colegiado concluir os trabalhos e apresentar o relatório final.

A cobrança do conselheiro Marcelo Tostes ocorreu em meio às recentes informações de que Alexandre de Moraes teria supostamente participado da revisão de um contrato de honorários advocatícios celebrado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa. O valor do contrato superaria a marca de R$ 120 milhões.

Durante a sessão, Tostes subiu o tom das cobranças à direção da Ordem. “Essa informação é verdadeira, confirmada pelo escritório. Eu pergunto: um fato dessa dimensão não é suficiente ao menos para que o Conselho Federal da OAB avalie a necessidade de um afastamento cautelar do ministro?”, questionou o conselheiro.

O representante mineiro também alertou para a pressão que vem das bases estaduais. Ele lembrou que diversas Seccionais da OAB já manifestaram publicamente preocupação com a gravidade das denúncias. O caso mais emblemático citado por Tostes foi o da OAB do Distrito Federal, cujo Conselho Pleno aprovou o encaminhamento de uma proposta formal ao Conselho Federal exigindo a abertura de processos de impeachment não apenas contra Alexandre de Moraes, mas também contra o ministro Dias Toffoli.

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