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Endividamento das famílias se estabiliza em 81,6% após cinco meses de alta

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Endividamento das famílias se estabiliza em 81,6% após cinco meses de alta

Endividamento das famílias brasileiras se mantém em 81,6% em junho, após cinco meses de alta.

14/07/2026 · 20h57
Endividamento das famílias se estabiliza em 81,6% após cinco meses de alta

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O endividamento das famílias brasileiras apresentou estabilidade em junho, mantendo-se em 81,6%, o mesmo percentual registrado em maio. Esse resultado marca o fim de cinco meses consecutivos de alta no índice, conforme apontam dados da Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), divulgados nesta terça-feira, 14 de julho de 2026.

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Esse percentual reflete a proporção de famílias que relataram dívidas em diversas modalidades, incluindo cartão de crédito, cheque especial, carnês de loja, crédito consignado, empréstimos pessoais, cheques pré-datados e prestações de veículos e imóveis.

Entre as modalidades de crédito, o cartão de crédito continua sendo a mais utilizada, com 84,7% das famílias recorrendo a este tipo de financiamento. Em seguida, destacam-se os carnês de loja, com 16,0%, e o crédito pessoal, com 13,2%.

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A análise dos dados por faixa de renda revela que a estabilidade no endividamento ocorreu devido a um crescimento de 0,6 ponto percentual entre as famílias com renda de 3 a 5 salários mínimos, contrabalançado por uma queda de 1,3 ponto percentual entre aquelas com renda de 5 a 10 salários mínimos.

Além disso, o percentual de famílias que se consideram muito endividadas subiu de 17,0% em maio para 17,2% em junho. Em contrapartida, o número de famílias que se dizem pouco endividadas também cresceu de 33,3% para 34,2% no mesmo período.

A CNC destacou que a percepção de endividamento captada pela pesquisa possui um caráter subjetivo, refletindo a avaliação individual de cada família sobre seu nível de comprometimento financeiro. Assim, esse indicador não necessariamente indica uma situação de superendividamento, mas representa a forma como os consumidores percebem sua condição financeira, influenciada por fatores culturais e pela relação de cada um com o crédito.

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O endividamento das famílias brasileiras apresentou estabilidade em junho, mantendo-se em 81,6%, o mesmo percentual registrado em maio. Esse resultado marca o fim de cinco meses consecutivos de alta no índice, conforme apontam dados da Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), divulgados nesta terça-feira, 14 de julho de 2026.

Esse percentual reflete a proporção de famílias que relataram dívidas em diversas modalidades, incluindo cartão de crédito, cheque especial, carnês de loja, crédito consignado, empréstimos pessoais, cheques pré-datados e prestações de veículos e imóveis.

Entre as modalidades de crédito, o cartão de crédito continua sendo a mais utilizada, com 84,7% das famílias recorrendo a este tipo de financiamento. Em seguida, destacam-se os carnês de loja, com 16,0%, e o crédito pessoal, com 13,2%.

A análise dos dados por faixa de renda revela que a estabilidade no endividamento ocorreu devido a um crescimento de 0,6 ponto percentual entre as famílias com renda de 3 a 5 salários mínimos, contrabalançado por uma queda de 1,3 ponto percentual entre aquelas com renda de 5 a 10 salários mínimos.

Além disso, o percentual de famílias que se consideram muito endividadas subiu de 17,0% em maio para 17,2% em junho. Em contrapartida, o número de famílias que se dizem pouco endividadas também cresceu de 33,3% para 34,2% no mesmo período.

A CNC destacou que a percepção de endividamento captada pela pesquisa possui um caráter subjetivo, refletindo a avaliação individual de cada família sobre seu nível de comprometimento financeiro. Assim, esse indicador não necessariamente indica uma situação de superendividamento, mas representa a forma como os consumidores percebem sua condição financeira, influenciada por fatores culturais e pela relação de cada um com o crédito.

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