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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

ESPERANÇA: Sergipana de 27 anos recebe tratamento inovador para reconectar a medula

Pela primeira vez em Sergipe, a substância polilaminina foi utilizada em uma paciente com paraplegia; procedimento experimental busca restaurar movimentos e sensibilidade. A cirurgia ocorreu no último domingo (22 de fevereiro de 2026) e foi liderada pelo neurocirurgião Dr. José Calasans, coordenador do serviço de neurocirurgia da Unimed Aracaju, com o suporte direto da equipe […]

24/02/2026 · 08h15 · Atualizado às 19h09
ESPERANÇA: Sergipana de 27 anos recebe tratamento inovador para reconectar a medula
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Pela primeira vez em Sergipe, a substância polilaminina foi utilizada em uma paciente com paraplegia; procedimento experimental busca restaurar movimentos e sensibilidade.

A cirurgia ocorreu no último domingo (22 de fevereiro de 2026) e foi liderada pelo neurocirurgião Dr. José Calasans, coordenador do serviço de neurocirurgia da Unimed Aracaju, com o suporte direto da equipe de pesquisadores do Rio de Janeiro, liderada pela Dra. Tatiana Sampaio (UFRJ).

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🧪 O que é a Polilaminina?

Desenvolvida após quase 30 anos de pesquisa na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a polilaminina é uma molécula derivada da proteína laminina (presente na placenta humana).

• Função: Ela atua como um “andaime biológico”, criando uma rede que permite que as fibras nervosas rompidas voltem a crescer e se conectem, atravessando a lesão na medula.

• Efeito Duplo: Além de estimular novas conexões, a substância ajuda a proteger os neurônios que ainda estão vivos no local do trauma.

🏥 Detalhes da Paciente e do Procedimento

• Perfil: Uma mulher de 27 anos com quadro de paraplegia crural (perda de movimentos das pernas).

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• Histórico: Em dezembro de 2025, ela já havia passado por cirurgias de descompressão e artrodese (estabilização com parafusos).

• A Intervenção: A polilaminina foi aplicada diretamente na área lesionada da medula. O procedimento é considerado fase 1 de estudo clínico, focado inicialmente na segurança, embora casos anteriores já tenham relatado retorno parcial de movimentos.

⚠️ Importante: Fase Experimental

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Apesar do otimismo, a comunidade médica reforça que este ainda é um estudo experimental.

1. Anvisa: A Agência Nacional de Vigilância Sanitária liberou o início dos testes em humanos em janeiro de 2026.

2. Resultados: A recuperação não é imediata. O acompanhamento da paciente será rigoroso nos próximos meses para avaliar a evolução motora e sensorial.

3. Soberania Nacional: A polilaminina é um medicamento 100% brasileiro e um dos projetos de neurociência mais promissores do mundo atualmente.

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Pela primeira vez em Sergipe, a substância polilaminina foi utilizada em uma paciente com paraplegia; procedimento experimental busca restaurar movimentos e sensibilidade.

A cirurgia ocorreu no último domingo (22 de fevereiro de 2026) e foi liderada pelo neurocirurgião Dr. José Calasans, coordenador do serviço de neurocirurgia da Unimed Aracaju, com o suporte direto da equipe de pesquisadores do Rio de Janeiro, liderada pela Dra. Tatiana Sampaio (UFRJ).

🧪 O que é a Polilaminina?

Desenvolvida após quase 30 anos de pesquisa na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a polilaminina é uma molécula derivada da proteína laminina (presente na placenta humana).

• Função: Ela atua como um “andaime biológico”, criando uma rede que permite que as fibras nervosas rompidas voltem a crescer e se conectem, atravessando a lesão na medula.

• Efeito Duplo: Além de estimular novas conexões, a substância ajuda a proteger os neurônios que ainda estão vivos no local do trauma.

🏥 Detalhes da Paciente e do Procedimento

• Perfil: Uma mulher de 27 anos com quadro de paraplegia crural (perda de movimentos das pernas).

• Histórico: Em dezembro de 2025, ela já havia passado por cirurgias de descompressão e artrodese (estabilização com parafusos).

• A Intervenção: A polilaminina foi aplicada diretamente na área lesionada da medula. O procedimento é considerado fase 1 de estudo clínico, focado inicialmente na segurança, embora casos anteriores já tenham relatado retorno parcial de movimentos.

⚠️ Importante: Fase Experimental

Apesar do otimismo, a comunidade médica reforça que este ainda é um estudo experimental.

1. Anvisa: A Agência Nacional de Vigilância Sanitária liberou o início dos testes em humanos em janeiro de 2026.

2. Resultados: A recuperação não é imediata. O acompanhamento da paciente será rigoroso nos próximos meses para avaliar a evolução motora e sensorial.

3. Soberania Nacional: A polilaminina é um medicamento 100% brasileiro e um dos projetos de neurociência mais promissores do mundo atualmente.

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