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Aracaju, Sexta-feira, 3 de julho de 2026
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Estudo aponta Brasil como potencial potência em terras raras até 2040

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Estudo aponta Brasil como potencial potência em terras raras até 2040

Estudo aponta que Brasil pode se destacar no mercado de terras raras até 2040.

03/07/2026 · 18h08
Estudo aponta Brasil como potencial potência em terras raras até 2040

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Um estudo científico recente revelou que o Brasil possui recursos suficientes para se destacar no mercado global de terras raras até 2040. Os dados foram apresentados durante o VII SBTR (Seminário Brasileiro de Terras Raras), realizado na última quarta-feira (1º) no Rio de Janeiro. O trabalho, encomendado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), traz um panorama sobre as possibilidades do país nesse setor estratégico.

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A pesquisa, intitulada “Terras Raras no Brasil: Estado da Arte, Cenários e um Mapa do Caminho Estratégico para 2026 até 2040”, destaca que o principal desafio enfrentado pelo Brasil é a construção de capacidades industriais. Os pesquisadores explicam que o valor econômico dos elementos raros se concentra nas etapas de refino e metalurgia.

Além de mapear as reservas minerais e descrever o mercado, o estudo oferece um percurso estratégico que pode orientar políticas públicas, investimentos, desenvolvimento tecnológico e coordenação institucional ao longo dos próximos 15 anos.

Aministra do MCTI, Luciana Santos, afirmou durante a abertura do evento que “O Brasil reúne algumas das maiores reservas minerais do planeta, tem uma base científica consolidada, instituições de excelência e recursos humanos altamente qualificados.”

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O papel estratégico da Amazônia é destacado na pesquisa, uma vez que a geologia de argilas de adsorção iônica representa uma reserva de longo prazo com potencial para sustentar a posição do Brasil nas cadeias globais de suprimentos.

Conforme o documento, é essencial averiguar se, na próxima década, o Brasil se tornará um fornecedor de matérias-primas ou se também participará ativamente da nova economia global. As terras raras brasileiras são compostas por 17 elementos químicos que são essenciais e insumos necessários para tecnologias que promovem a transição energética e a transformação digital.

A indústria de alta intensidade tecnológica se beneficia significativamente desses minerais, que são utilizados em veículos elétricos, turbinas eólicas, equipamentos médicos, sistemas de defesa, eletrônicos avançados, catalisadores industriais e materiais ópticos de alto desempenho.

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A ministra também destacou que o documento apresenta maneiras de transformar os recursos naturais do Brasil em capacidades industriais, tecnológicas e geopolíticas, o que pode ter um impacto significativo na economia do país.

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Um estudo científico recente revelou que o Brasil possui recursos suficientes para se destacar no mercado global de terras raras até 2040. Os dados foram apresentados durante o VII SBTR (Seminário Brasileiro de Terras Raras), realizado na última quarta-feira (1º) no Rio de Janeiro. O trabalho, encomendado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), traz um panorama sobre as possibilidades do país nesse setor estratégico.

A pesquisa, intitulada “Terras Raras no Brasil: Estado da Arte, Cenários e um Mapa do Caminho Estratégico para 2026 até 2040”, destaca que o principal desafio enfrentado pelo Brasil é a construção de capacidades industriais. Os pesquisadores explicam que o valor econômico dos elementos raros se concentra nas etapas de refino e metalurgia.

Além de mapear as reservas minerais e descrever o mercado, o estudo oferece um percurso estratégico que pode orientar políticas públicas, investimentos, desenvolvimento tecnológico e coordenação institucional ao longo dos próximos 15 anos.

Aministra do MCTI, Luciana Santos, afirmou durante a abertura do evento que “O Brasil reúne algumas das maiores reservas minerais do planeta, tem uma base científica consolidada, instituições de excelência e recursos humanos altamente qualificados.”

O papel estratégico da Amazônia é destacado na pesquisa, uma vez que a geologia de argilas de adsorção iônica representa uma reserva de longo prazo com potencial para sustentar a posição do Brasil nas cadeias globais de suprimentos.

Conforme o documento, é essencial averiguar se, na próxima década, o Brasil se tornará um fornecedor de matérias-primas ou se também participará ativamente da nova economia global. As terras raras brasileiras são compostas por 17 elementos químicos que são essenciais e insumos necessários para tecnologias que promovem a transição energética e a transformação digital.

A indústria de alta intensidade tecnológica se beneficia significativamente desses minerais, que são utilizados em veículos elétricos, turbinas eólicas, equipamentos médicos, sistemas de defesa, eletrônicos avançados, catalisadores industriais e materiais ópticos de alto desempenho.

A ministra também destacou que o documento apresenta maneiras de transformar os recursos naturais do Brasil em capacidades industriais, tecnológicas e geopolíticas, o que pode ter um impacto significativo na economia do país.

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