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Estudo revela como exoplaneta pode sobreviver à morte de sua estrela hospedeira

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Estudo revela como exoplaneta pode sobreviver à morte de sua estrela hospedeira

Estudo revela como o exoplaneta WD 1856 b sobreviveu à morte de sua estrela.

03/07/2026 · 18h08
Estudo revela como exoplaneta pode sobreviver à morte de sua estrela hospedeira

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Pesquisas recentes trouxeram novas informações sobre a sobrevivência de um exoplaneta gigante após a morte violenta de sua estrela hospedeira. O planeta, conhecido como WD 1856 b, orbita uma anã branca a cerca de 80 anos-luz da Terra. Com um tamanho sete vezes maior que o da sua estrela, que possui dimensões semelhantes às da Terra, WD 1856 b apresenta características que intrigam os cientistas.

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Em um estudo publicado na revista Nature, Dr. Christopher O’Connor, coautor da pesquisa e especialista em astrofísica, compartilhou sua visão sobre o sistema planetário. “Este é um dos sistemas planetários mais bizarros que conhecemos”, destacou O’Connor, que realiza suas investigações no Centro de Exploração e Pesquisa Interdisciplinar em Astrofísica da Universidade Northwestern.

WD 1856 b completa uma órbita em torno da anã branca a cada 34 horas, estando a menos de 3 milhões de quilômetros de sua estrela hospedeira. Os pesquisadores levantaram questões sobre como um planeta dessa magnitude conseguiu sobreviver próximo a uma estrela que passou por um colapso tão drástico.

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Quando uma estrela massiva, semelhante ao Sol, esgota seu hidrogênio, ela se expande significativamente antes de colapsar em uma anã branca. O fato de WD 1856 b estar a 50 vezes mais perto de sua estrela do que a Terra está do Sol deixou os astrônomos em dúvida sobre a possibilidade de sua sobrevivência.

Para entender melhor a trajetória de WD 1856 b, a equipe de O’Connor utilizou o Telescópio Espacial James Webb, capturando imagens detalhadas do planeta e analisando sua atmosfera, massa e temperatura. As descobertas revelaram informações surpreendentes, sugerindo que planetas gigantes podem sobreviver à morte de suas estrelas hospedeiras de maneiras que antes eram consideradas impossíveis.

As implicações dessas descobertas são significativas, pois oferecem uma prévia sobre o que pode ocorrer com os grandes planetas do nosso sistema solar, como Júpiter e Saturno, quando o Sol eventualmente chegar ao fim de sua vida em cerca de 5 bilhões de anos.

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Em um estudo publicado na revista Nature, Dr. Christopher O’Connor, coautor da pesquisa e especialista em astrofísica, compartilhou sua visão sobre o sistema planetário. “Este é um dos sistemas planetários mais bizarros que conhecemos”, destacou O’Connor, que realiza suas investigações no Centro de Exploração e Pesquisa Interdisciplinar em Astrofísica da Universidade Northwestern.

WD 1856 b completa uma órbita em torno da anã branca a cada 34 horas, estando a menos de 3 milhões de quilômetros de sua estrela hospedeira. Os pesquisadores levantaram questões sobre como um planeta dessa magnitude conseguiu sobreviver próximo a uma estrela que passou por um colapso tão drástico.

Quando uma estrela massiva, semelhante ao Sol, esgota seu hidrogênio, ela se expande significativamente antes de colapsar em uma anã branca. O fato de WD 1856 b estar a 50 vezes mais perto de sua estrela do que a Terra está do Sol deixou os astrônomos em dúvida sobre a possibilidade de sua sobrevivência.

Para entender melhor a trajetória de WD 1856 b, a equipe de O’Connor utilizou o Telescópio Espacial James Webb, capturando imagens detalhadas do planeta e analisando sua atmosfera, massa e temperatura. As descobertas revelaram informações surpreendentes, sugerindo que planetas gigantes podem sobreviver à morte de suas estrelas hospedeiras de maneiras que antes eram consideradas impossíveis.

As implicações dessas descobertas são significativas, pois oferecem uma prévia sobre o que pode ocorrer com os grandes planetas do nosso sistema solar, como Júpiter e Saturno, quando o Sol eventualmente chegar ao fim de sua vida em cerca de 5 bilhões de anos.

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