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Economia

EUA aplicam tarifa de 12,5% a produtos brasileiros por trabalho forçado

EUA anunciam tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros a partir de 24/07, com isenções.

24/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h09
EUA aplicam tarifa de 12,5% a produtos brasileiros por trabalho forçado

Os EUA anunciaram tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros, em vigor a partir de 24/07. Segundo Washington, investigação pela Seção 301 concluiu que o Brasil falhou em impedir importações vinculadas ao trabalho forçado.

Os Estados Unidos anunciaram na quinta-feira (23/07/2026) a aplicação de uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros, que começará a valer já nesta sexta-feira (24/07). A decisão foi comunicada pelo governo norte-americano, que alega ter baseado a medida em uma investigação realizada conforme a Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.

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A apuração concluiu que o Brasil não teria imposto e nem feito cumprir de forma efetiva uma proibição à importação de produtos fabricados com trabalho forçado. Embora os Estados Unidos não tenham utilizado o termo “trabalho escravo”, no Brasil esse conceito se refere a condições análogas à escravidão.

Em 15 de julho, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) já havia anunciado uma tarifa de 25% contra o Brasil, o que, somado às novas sobretaxas, pode resultar em tarifas totais de até 37,5% sobre alguns produtos.

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A lista de itens isentos da nova tarifa é extensa e abrange mais de 2.000 produtos da pauta exportadora brasileira. Entre os principais itens que não serão taxados estão:

  • Carne bovina: carne fresca, refrigerada ou congelada, cortes com e sem osso, carne desossada, entre outros.
  • Produtos animais: corais, conchas e determinados produtos usados em rações para animais.
  • Mudas e sementes: plantas vivas, sementes de leguminosas, cereais e hortaliças.
  • Hortaliças e legumes: tomates, chuchu, cogumelos secos e outros.
  • Frutas e nozes: cocos, castanha-do-pará, bananas, abacates e mais.
  • Café, chá e erva-mate: café torrado e não torrado, chá verde e preto.
  • Especiarias: pimentas, canela, gengibre e outras.
  • Cereais e derivados: trigo, milho e outros grãos.
  • Óleos e ceras vegetais: óleo de coco e ceras específicas.
  • Minérios e concentrados: minério de ferro, cobre, níquel e outros.

Esses itens, entre outros, foram definidos como isentos pela USTR, facilitando a exportação brasileira para os Estados Unidos em meio ao aumento das tarifas para outros produtos.

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Os EUA anunciaram tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros, em vigor a partir de 24/07. Segundo Washington, investigação pela Seção 301 concluiu que o Brasil falhou em impedir importações vinculadas ao trabalho forçado.

Os Estados Unidos anunciaram na quinta-feira (23/07/2026) a aplicação de uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros, que começará a valer já nesta sexta-feira (24/07). A decisão foi comunicada pelo governo norte-americano, que alega ter baseado a medida em uma investigação realizada conforme a Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.

A apuração concluiu que o Brasil não teria imposto e nem feito cumprir de forma efetiva uma proibição à importação de produtos fabricados com trabalho forçado. Embora os Estados Unidos não tenham utilizado o termo “trabalho escravo”, no Brasil esse conceito se refere a condições análogas à escravidão.

Em 15 de julho, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) já havia anunciado uma tarifa de 25% contra o Brasil, o que, somado às novas sobretaxas, pode resultar em tarifas totais de até 37,5% sobre alguns produtos.

A lista de itens isentos da nova tarifa é extensa e abrange mais de 2.000 produtos da pauta exportadora brasileira. Entre os principais itens que não serão taxados estão:

  • Carne bovina: carne fresca, refrigerada ou congelada, cortes com e sem osso, carne desossada, entre outros.
  • Produtos animais: corais, conchas e determinados produtos usados em rações para animais.
  • Mudas e sementes: plantas vivas, sementes de leguminosas, cereais e hortaliças.
  • Hortaliças e legumes: tomates, chuchu, cogumelos secos e outros.
  • Frutas e nozes: cocos, castanha-do-pará, bananas, abacates e mais.
  • Café, chá e erva-mate: café torrado e não torrado, chá verde e preto.
  • Especiarias: pimentas, canela, gengibre e outras.
  • Cereais e derivados: trigo, milho e outros grãos.
  • Óleos e ceras vegetais: óleo de coco e ceras específicas.
  • Minérios e concentrados: minério de ferro, cobre, níquel e outros.

Esses itens, entre outros, foram definidos como isentos pela USTR, facilitando a exportação brasileira para os Estados Unidos em meio ao aumento das tarifas para outros produtos.

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