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Aracaju, Quinta-feira, 25 de junho de 2026
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Fisioterapia sergipana ganha destaque no alto rendimento e contribui para conquista de atletas no Pan-Americano de Ginástica 2026

Saúde

Fisioterapia sergipana ganha destaque no alto rendimento e contribui para conquista de atletas no Pan-Americano de Ginástica 2026

Publicidade Publicidade Por trás das medalhas e das apresentações de precisão quase milimétrica da ginástica rítmica brasileira, há um trabalho silencioso, técnico e decisivo: o da fisioterapia esportiva. É nesse campo que a sergipana Marceli Mesquita se destaca no cenário nacional ao integrar a equipe responsável pela preparação das atletas campeãs do Pan-Americano de Ginástica […]

25/06/2026 · 12h11
Fisioterapia sergipana ganha destaque no alto rendimento e contribui para conquista de atletas no Pan-Americano de Ginástica 2026

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Por trás das medalhas e das apresentações de precisão quase milimétrica da ginástica rítmica brasileira, há um trabalho silencioso, técnico e decisivo: o da fisioterapia esportiva. É nesse campo que a sergipana Marceli Mesquita se destaca no cenário nacional ao integrar a equipe responsável pela preparação das atletas campeãs do Pan-Americano de Ginástica 2026.

Além da atuação no esporte de alto rendimento, Marceli também integra a formação de novos profissionais da área da saúde como preceptora do curso de Fisioterapia da Estácio, conectando a vivência prática com o ambiente acadêmico e contribuindo diretamente para a qualificação de futuros fisioterapeutas.

Um trabalho que começa antes da lesão

Na rotina da seleção brasileira de ginástica rítmica de conjunto, a fisioterapia é parte essencial da estratégia de desempenho e prevenção.

O trabalho diário começa antes mesmo do treino principal, com exercícios preventivos individualizados voltados à mobilidade, ativação muscular, estabilidade e controle neuromuscular.

Durante os treinamentos, a presença constante do fisioterapeuta permite monitoramento em tempo real das atletas, garantindo resposta imediata a qualquer sinal de desconforto ou alteração física.

Após as sessões, entram as estratégias de recuperação, com avaliação de sintomas, controle de dor, terapia manual e recursos fisioterapêuticos aplicados de forma individualizada.

“O principal objetivo é garantir que as atletas estejam preparadas para suportar as altas demandas físicas e técnicas da ginástica”, explica Marceli.

Ela ressalta que no esporte de alto rendimento, a fisioterapia deixou de ser apenas reabilitação e passou a ocupar papel central na construção do desempenho. “A fisioterapia tem um papel fundamental na prevenção de lesões, no controle das demandas físicas e na manutenção da performance”, afirma.

O acompanhamento diário e o planejamento integrado com técnicos, médicos e demais profissionais da equipe multidisciplinar permitem que as atletas cheguem às competições com maior segurança física e consistência técnica.

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O momento mais marcante da competição, segundo ela, não está apenas no resultado final, mas na construção diária do desempenho. “Ver as atletas executando suas séries com segurança e finalizando a competição bem fisicamente foi muito especial. Representa todo o trabalho realizado”, relata.

Para Marceli, a conquista é resultado de um trabalho coletivo, que envolve planejamento, disciplina e integração entre diferentes áreas do esporte.

A rotina no esporte internacional exige atenção permanente às variações de carga e intensidade dos treinos. Um dos principais desafios é o gerenciamento físico das atletas em períodos de maior exigência.

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“Precisamos estar atentos aos sinais do corpo, garantindo que elas consigam manter o alto desempenho com segurança”, destaca.

Mulher sergipana, fisioterapia e formação de novos profissionais

Natural de Sergipe, Marceli representa uma geração de profissionais que vêm ampliando sua atuação no esporte de alto rendimento e também na formação acadêmica.

Sua trajetória ganha ainda mais dimensão por sua atuação como preceptora do curso de Fisioterapia da Estácio, onde leva para dentro da sala de aula e dos campos de prática a vivência real do esporte de elite.

Esse elo entre universidade e prática profissional fortalece a formação dos estudantes e aproxima a teoria dos desafios reais enfrentados na área esportiva.

No meio dessa rotina intensa entre treinos, viagens, atendimentos e ensino, ela também concilia a maternidade, experiência que, segundo ela, trouxe ainda mais propósito à carreira. “A maternidade trouxe ainda mais sentido para minha trajetória. Mesmo nos dias mais difíceis, ela é minha principal motivação”, afirma.

Para quem deseja atuar na área esportiva, Marceli reforça que a base acadêmica é determinante. “O diferencial começa na universidade, com busca por conhecimento, estágios e vivência prática”, orienta.

Entre os próximos objetivos profissionais, ela mira novos ciclos internacionais, incluindo a possibilidade de integrar a equipe rumo às Olimpíadas de Los Angeles 2028. Para Marceli, a experiência no alto rendimento se traduz em uma síntese clara: “Não existe conquista no alto rendimento sem dedicação, estudo e paixão pelo que se faz. Acredite no processo, porque grandes oportunidades chegam para quem está preparado.”

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Por trás das medalhas e das apresentações de precisão quase milimétrica da ginástica rítmica brasileira, há um trabalho silencioso, técnico e decisivo: o da fisioterapia esportiva. É nesse campo que a sergipana Marceli Mesquita se destaca no cenário nacional ao integrar a equipe responsável pela preparação das atletas campeãs do Pan-Americano de Ginástica 2026.

Além da atuação no esporte de alto rendimento, Marceli também integra a formação de novos profissionais da área da saúde como preceptora do curso de Fisioterapia da Estácio, conectando a vivência prática com o ambiente acadêmico e contribuindo diretamente para a qualificação de futuros fisioterapeutas.

Um trabalho que começa antes da lesão

Na rotina da seleção brasileira de ginástica rítmica de conjunto, a fisioterapia é parte essencial da estratégia de desempenho e prevenção.

O trabalho diário começa antes mesmo do treino principal, com exercícios preventivos individualizados voltados à mobilidade, ativação muscular, estabilidade e controle neuromuscular.

Durante os treinamentos, a presença constante do fisioterapeuta permite monitoramento em tempo real das atletas, garantindo resposta imediata a qualquer sinal de desconforto ou alteração física.

Após as sessões, entram as estratégias de recuperação, com avaliação de sintomas, controle de dor, terapia manual e recursos fisioterapêuticos aplicados de forma individualizada.

“O principal objetivo é garantir que as atletas estejam preparadas para suportar as altas demandas físicas e técnicas da ginástica”, explica Marceli.

Ela ressalta que no esporte de alto rendimento, a fisioterapia deixou de ser apenas reabilitação e passou a ocupar papel central na construção do desempenho. “A fisioterapia tem um papel fundamental na prevenção de lesões, no controle das demandas físicas e na manutenção da performance”, afirma.

O acompanhamento diário e o planejamento integrado com técnicos, médicos e demais profissionais da equipe multidisciplinar permitem que as atletas cheguem às competições com maior segurança física e consistência técnica.

O momento mais marcante da competição, segundo ela, não está apenas no resultado final, mas na construção diária do desempenho. “Ver as atletas executando suas séries com segurança e finalizando a competição bem fisicamente foi muito especial. Representa todo o trabalho realizado”, relata.

Para Marceli, a conquista é resultado de um trabalho coletivo, que envolve planejamento, disciplina e integração entre diferentes áreas do esporte.

A rotina no esporte internacional exige atenção permanente às variações de carga e intensidade dos treinos. Um dos principais desafios é o gerenciamento físico das atletas em períodos de maior exigência.

“Precisamos estar atentos aos sinais do corpo, garantindo que elas consigam manter o alto desempenho com segurança”, destaca.

Mulher sergipana, fisioterapia e formação de novos profissionais

Natural de Sergipe, Marceli representa uma geração de profissionais que vêm ampliando sua atuação no esporte de alto rendimento e também na formação acadêmica.

Sua trajetória ganha ainda mais dimensão por sua atuação como preceptora do curso de Fisioterapia da Estácio, onde leva para dentro da sala de aula e dos campos de prática a vivência real do esporte de elite.

Esse elo entre universidade e prática profissional fortalece a formação dos estudantes e aproxima a teoria dos desafios reais enfrentados na área esportiva.

No meio dessa rotina intensa entre treinos, viagens, atendimentos e ensino, ela também concilia a maternidade, experiência que, segundo ela, trouxe ainda mais propósito à carreira. “A maternidade trouxe ainda mais sentido para minha trajetória. Mesmo nos dias mais difíceis, ela é minha principal motivação”, afirma.

Para quem deseja atuar na área esportiva, Marceli reforça que a base acadêmica é determinante. “O diferencial começa na universidade, com busca por conhecimento, estágios e vivência prática”, orienta.

Entre os próximos objetivos profissionais, ela mira novos ciclos internacionais, incluindo a possibilidade de integrar a equipe rumo às Olimpíadas de Los Angeles 2028. Para Marceli, a experiência no alto rendimento se traduz em uma síntese clara: “Não existe conquista no alto rendimento sem dedicação, estudo e paixão pelo que se faz. Acredite no processo, porque grandes oportunidades chegam para quem está preparado.”

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