Em Brasília, o senador e pré-candidato à presidência disparou críticas ao governo petista durante fórum da indústria. Flávio disse que o PT prioriza ideologia e prejudica empregos no Brasil.
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), manifestou críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o evento “Brasil 2050: A indústria na agenda dos presidenciáveis”, realizado nesta segunda-feira (22.jun.2026) em Brasília (DF). Segundo Flávio, a administração atual “trata quem gera emprego como criminoso”.
Durante sua fala, o senador enfatizou que o governo petista prioriza ideologias em detrimento dos interesses da população brasileira. Ele afirmou que essa abordagem prejudica a geração de empregos e a recuperação econômica do país, uma vez que o enfoque ideológico pode afastar investimentos e inibir o crescimento do setor produtivo.
“A única pessoa que quer tarifação das empresas brasileiras é o Lula, porque acredita que com isso vai ter algum benefício eleitoral”, declarou Flávio, gerando aplausos entre os presentes.
O evento, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), contou com a participação de diversos candidatos que discutiram suas propostas para o futuro da indústria brasileira. Flávio Bolsonaro, que se posiciona como um defensor do setor produtivo, ressaltou a importância de um ambiente favorável para os empresários e trabalhadores.
Após sua declaração, ele recebeu apoio do público, que aplaudiu sua afirmação de que “Lula não será mais presidente do Brasil”. O senador busca reforçar sua imagem como um candidato que se preocupa com as questões econômicas e a geração de empregos, temas centrais na atualidade, especialmente em um cenário de recuperação pós-pandemia.
A crítica de Flávio ao governo Lula reflete a polarização política que tem marcado o cenário brasileiro, onde a economia e o papel do Estado na gestão de recursos se tornaram pautas importantes nas eleições. A expectativa é que outros candidatos também abordem essas questões em seus discursos, à medida que o país se aproxima do período eleitoral.
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