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Flávio Bolsonaro defende castração química para estupradores no Brasil

Política

Flávio Bolsonaro defende castração química para estupradores no Brasil

Flávio Bolsonaro propõe castração química para estupradores em novo plano de segurança.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h49
Flávio Bolsonaro defende castração química para estupradores no Brasil

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O senador lançou o plano 'Brasil sem Medo' em São Paulo com propostas duras para crimes sexuais. A medida foi apresentada ao lado de Sergio Moro e Guilherme Derrite.

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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), defendeu, na quinta-feira (18 de junho de 2026), a implementação da castração química como punição para condenados por estupro e abuso sexual de crianças. A proposta faz parte do plano de segurança pública intitulado “Brasil sem Medo”, apresentado em São Paulo, na região da Faria Lima, em companhia dos pré-candidatos ao governo do Estado do Paraná, Sergio Moro (PL), e ao Senado, Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo.

Durante a apresentação da proposta, Flávio Bolsonaro afirmou que a medida deve ser aplicada a criminosos condenados por crimes sexuais, destacando:

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“Criminoso que destrói a vida de mulheres e crianças não merece privilégio nem complacência do Estado”.

O pré-candidato ressaltou que quem comete tais crimes “perde o direito de receber qualquer tipo de tolerância do Estado e deve enfrentar punições mais duras permitidas pela lei”. Além da castração química, Flávio Bolsonaro anunciou que, se eleito, pretende construir cinco novos presídios federais, seguindo um modelo de encarceramento similar ao adotado em El Salvador, destinado ao isolamento de líderes de facções e presos de alta periculosidade, com restrições como a proibição do uso de celulares e o monitoramento de contatos externos.

As propostas foram elaboradas em parceria com Sergio Moro e Guilherme Derrite e fazem parte de um pacote de 12 medidas. Entre as principais sugestões, estão: tratar grupos como PCC e Comando Vermelho como organizações narcoterroristas; reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos; criar um Sistema Nacional de Fronteiras para combater o tráfico de drogas e armas; e endurecer penas para crimes contra mulheres, além de eliminar a progressão de regime para condenados por crimes hediondos.

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Durante a apresentação, Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), associando o governo federal a uma suposta leniência em relação à criminalidade. As críticas foram reiteradas por Moro e Derrite, que defenderam a necessidade de um endurecimento da legislação penal e o fortalecimento das ações de combate ao crime organizado.

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O senador lançou o plano 'Brasil sem Medo' em São Paulo com propostas duras para crimes sexuais. A medida foi apresentada ao lado de Sergio Moro e Guilherme Derrite.

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), defendeu, na quinta-feira (18 de junho de 2026), a implementação da castração química como punição para condenados por estupro e abuso sexual de crianças. A proposta faz parte do plano de segurança pública intitulado “Brasil sem Medo”, apresentado em São Paulo, na região da Faria Lima, em companhia dos pré-candidatos ao governo do Estado do Paraná, Sergio Moro (PL), e ao Senado, Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo.

Durante a apresentação da proposta, Flávio Bolsonaro afirmou que a medida deve ser aplicada a criminosos condenados por crimes sexuais, destacando:

“Criminoso que destrói a vida de mulheres e crianças não merece privilégio nem complacência do Estado”.

O pré-candidato ressaltou que quem comete tais crimes “perde o direito de receber qualquer tipo de tolerância do Estado e deve enfrentar punições mais duras permitidas pela lei”. Além da castração química, Flávio Bolsonaro anunciou que, se eleito, pretende construir cinco novos presídios federais, seguindo um modelo de encarceramento similar ao adotado em El Salvador, destinado ao isolamento de líderes de facções e presos de alta periculosidade, com restrições como a proibição do uso de celulares e o monitoramento de contatos externos.

As propostas foram elaboradas em parceria com Sergio Moro e Guilherme Derrite e fazem parte de um pacote de 12 medidas. Entre as principais sugestões, estão: tratar grupos como PCC e Comando Vermelho como organizações narcoterroristas; reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos; criar um Sistema Nacional de Fronteiras para combater o tráfico de drogas e armas; e endurecer penas para crimes contra mulheres, além de eliminar a progressão de regime para condenados por crimes hediondos.

Durante a apresentação, Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), associando o governo federal a uma suposta leniência em relação à criminalidade. As críticas foram reiteradas por Moro e Derrite, que defenderam a necessidade de um endurecimento da legislação penal e o fortalecimento das ações de combate ao crime organizado.

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