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Política Externa

Governo Brasileiro Celebra ‘Dia da Amizade’ com EUA em Meio a Novas Tarifas

Governo brasileiro celebra 'Dia da Amizade' com EUA, apesar de novas tarifas de 25%.

20/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h25
Governo Brasileiro Celebra ‘Dia da Amizade’ com EUA em Meio a Novas Tarifas

No dia 20 de julho, em celebração ao “Dia da Amizade”, o governo brasileiro publicou uma arte nas redes sociais destacando as bandeiras dos principais parceiros comerciais do país, incluindo os Estados Unidos. A imagem simboliza a união entre as nações, mostrando-as de mãos dadas.

Além do Brasil e dos EUA, a postagem também incluiu China, União Europeia, Argentina e Índia. A publicação ocorre em um momento delicado, marcado por tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos, especialmente após o anúncio de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, imposta na semana passada.

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A legenda da postagem enfatizou a importância do diálogo e da cooperação internacional, ressaltando que a colaboração entre nações é vital para mitigar crises globais e promover o crescimento econômico, reafirmando a necessidade de manter a diplomacia e a soberania de cada país.

“Nesse 20 de julho, Dia da Amizade, vale destacar a relevância do diálogo e da cooperação entre os países, sem ofender a diplomacia e a soberania de cada nação”, afirmou o governo.

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A nova tarifa será aplicada a mercadorias importadas ou retiradas de armazéns para consumo a partir de sua vigência, com uma regra de transição: produtos já embarcados antes do dia 22 de julho poderão ser isentos da sobretaxa, desde que cheguem aos EUA até o dia 29 de julho. A tarifa é adicional às alíquotas já existentes — um produto que hoje paga 5% de imposto de importação passará a pagar 30%.

O governo dos EUA também divulgou uma lista de produtos que ficarão isentos da nova taxa, incluindo itens considerados estratégicos para a economia americana, como aeronaves civis, café solúvel, mel orgânico e diversos produtos farmacêuticos. Pedidos de isenção de setores como máquinas agrícolas e calçados, porém, foram rejeitados pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA).

O governo brasileiro planeja realizar reuniões com os setores impactados nos próximos dias. Apesar de manter canais abertos para negociações, as perspectivas de novas discussões com Washington são consideradas limitadas neste momento.

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No dia 20 de julho, em celebração ao “Dia da Amizade”, o governo brasileiro publicou uma arte nas redes sociais destacando as bandeiras dos principais parceiros comerciais do país, incluindo os Estados Unidos. A imagem simboliza a união entre as nações, mostrando-as de mãos dadas.

Além do Brasil e dos EUA, a postagem também incluiu China, União Europeia, Argentina e Índia. A publicação ocorre em um momento delicado, marcado por tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos, especialmente após o anúncio de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, imposta na semana passada.

A legenda da postagem enfatizou a importância do diálogo e da cooperação internacional, ressaltando que a colaboração entre nações é vital para mitigar crises globais e promover o crescimento econômico, reafirmando a necessidade de manter a diplomacia e a soberania de cada país.

“Nesse 20 de julho, Dia da Amizade, vale destacar a relevância do diálogo e da cooperação entre os países, sem ofender a diplomacia e a soberania de cada nação”, afirmou o governo.

A nova tarifa será aplicada a mercadorias importadas ou retiradas de armazéns para consumo a partir de sua vigência, com uma regra de transição: produtos já embarcados antes do dia 22 de julho poderão ser isentos da sobretaxa, desde que cheguem aos EUA até o dia 29 de julho. A tarifa é adicional às alíquotas já existentes — um produto que hoje paga 5% de imposto de importação passará a pagar 30%.

O governo dos EUA também divulgou uma lista de produtos que ficarão isentos da nova taxa, incluindo itens considerados estratégicos para a economia americana, como aeronaves civis, café solúvel, mel orgânico e diversos produtos farmacêuticos. Pedidos de isenção de setores como máquinas agrícolas e calçados, porém, foram rejeitados pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA).

O governo brasileiro planeja realizar reuniões com os setores impactados nos próximos dias. Apesar de manter canais abertos para negociações, as perspectivas de novas discussões com Washington são consideradas limitadas neste momento.

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