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Aracaju, Quarta-feira, 10 de junho de 2026
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Governo e Instituto Alana destinam R$ 60 milhões para pesquisas sobre saúde da mulher

Saúde

Governo e Instituto Alana destinam R$ 60 milhões para pesquisas sobre saúde da mulher

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Instituto Alana anunciaram a destinação de R$ 60 milhões para financiar pesquisas e...

10/06/2026 · 08h39
Governo e Instituto Alana destinam R$ 60 milhões para pesquisas sobre saúde da mulher

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Instituto Alana anunciaram a destinação de R$ 60 milhões para financiar pesquisas e desenvolver tecnologias voltadas ao diagnóstico e tratamento da endometriose, ao alívio da dor pélvica e à melhoria da saúde menstrual — condições que afetam cerca de 10% das mulheres em idade fértil, incluindo adolescentes.

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Do montante divulgado nesta terça-feira (9), em Brasília, R$ 50 milhões serão liberados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) por meio de editais de pesquisa e inovação na área da saúde da mulher. Os R$ 10 milhões restantes serão aportados pelo Instituto Alana para a criação de uma rede nacional de pesquisas especializadas no tema.

Problema de saúde pública

Segundo a ministra Luciana Santos, os investimentos representam a resposta do Estado a um problema de saúde pública. “Demonstram o compromisso do Governo do Brasil com a ciência como instrumento de cuidado, inclusão e promoção da qualidade de vida das mulheres brasileiras”, afirmou a ministra.

A CEO do Instituto Alana, Flavia Doria, destacou a necessidade de expandir o conhecimento sobre essas condições: “O que não é pesquisado não é compreendido. O que não é compreendido não é tratado”, disse. Ela acrescentou que o diagnóstico precoce da endometriose possibilita tratamentos mais eficazes, redução da dor e prevenção do agravamento da doença.

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Em outro trecho, Flavia Doria alertou para os riscos de tratamento tardio: “Quanto mais tarde essa dor é tratada, maior o preço. O corpo aprende a sentir essa dor. Com o tempo, os mecanismos de inflamação se acumulam. O que não foi cuidado na adolescência pode se tornar dores crônicas na vida adulta.”

Atendimento do SUS

O portal do Ministério da Saúde descreve a endometriose como o desenvolvimento e crescimento de estroma e glândulas endometriais fora da cavidade uterina, o que pode provocar reação inflamatória crônica. A prevalência estimada varia entre 5% e 15% das mulheres em idade reprodutiva.

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que participou do anúncio, ressaltou a baixa visibilidade das doenças que atingem as mulheres e disse ter expectativa de que as pesquisas contribuam para “construir uma política pública robusta” e aprimorar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). “É fundamental avaliar a qualidade do que está sendo entregue e desenvolver novas tecnologias”, afirmou o ministro.

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As iniciativas financeiras visam apoiar estudos e o desenvolvimento de soluções que melhorem o diagnóstico, o tratamento e a atenção às questões menstruais e às dores pélvicas, ampliando a rede de pesquisa e a capacidade de resposta do sistema de saúde.

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Instituto Alana anunciaram a destinação de R$ 60 milhões para financiar pesquisas e desenvolver tecnologias voltadas ao diagnóstico e tratamento da endometriose, ao alívio da dor pélvica e à melhoria da saúde menstrual — condições que afetam cerca de 10% das mulheres em idade fértil, incluindo adolescentes.

Do montante divulgado nesta terça-feira (9), em Brasília, R$ 50 milhões serão liberados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) por meio de editais de pesquisa e inovação na área da saúde da mulher. Os R$ 10 milhões restantes serão aportados pelo Instituto Alana para a criação de uma rede nacional de pesquisas especializadas no tema.

Problema de saúde pública

Segundo a ministra Luciana Santos, os investimentos representam a resposta do Estado a um problema de saúde pública. “Demonstram o compromisso do Governo do Brasil com a ciência como instrumento de cuidado, inclusão e promoção da qualidade de vida das mulheres brasileiras”, afirmou a ministra.

A CEO do Instituto Alana, Flavia Doria, destacou a necessidade de expandir o conhecimento sobre essas condições: “O que não é pesquisado não é compreendido. O que não é compreendido não é tratado”, disse. Ela acrescentou que o diagnóstico precoce da endometriose possibilita tratamentos mais eficazes, redução da dor e prevenção do agravamento da doença.

Em outro trecho, Flavia Doria alertou para os riscos de tratamento tardio: “Quanto mais tarde essa dor é tratada, maior o preço. O corpo aprende a sentir essa dor. Com o tempo, os mecanismos de inflamação se acumulam. O que não foi cuidado na adolescência pode se tornar dores crônicas na vida adulta.”

Atendimento do SUS

O portal do Ministério da Saúde descreve a endometriose como o desenvolvimento e crescimento de estroma e glândulas endometriais fora da cavidade uterina, o que pode provocar reação inflamatória crônica. A prevalência estimada varia entre 5% e 15% das mulheres em idade reprodutiva.

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que participou do anúncio, ressaltou a baixa visibilidade das doenças que atingem as mulheres e disse ter expectativa de que as pesquisas contribuam para “construir uma política pública robusta” e aprimorar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). “É fundamental avaliar a qualidade do que está sendo entregue e desenvolver novas tecnologias”, afirmou o ministro.

As iniciativas financeiras visam apoiar estudos e o desenvolvimento de soluções que melhorem o diagnóstico, o tratamento e a atenção às questões menstruais e às dores pélvicas, ampliando a rede de pesquisa e a capacidade de resposta do sistema de saúde.

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